Tuesday, January 05, 2021

“A Dança Da Morte” (impressões pessoais)

 

Este foi o último livro que li em 2020. Era também o livro mais longo que tinha na minha biblioteca digital, logo me ocupou mais tempo.

 

Peguei neste livro porque li uma notícia que dava conta de uma série baseada nele que ia estrear no HBO. Havia a insólita curiosidade de esta obra também falar de uma pandemia que dizimou a quase totalidade da população dos Estados Unidos.

 

Stephen King escreveu este livro em 1978, mas a versão que eu tenho foi reeditada muito tempo depois e contém partes que não entraram na edição original porque o livro ficaria longo. Ainda bem que tenho esta versão! Não me canso de ler Stephen King.

 

Nesta obra ele recupera a personagem Flagg que eu tanto aprecio. Neste livro os sobreviventes da pandemia terão de optar entre o Mal personalizado por Flagg e o Bem personalizado por Mãe Abigail. Por acaso eu aprecio o Flagg e já o adaptei inclusive para a minha realidade. Podem ver isso no último conto que aqui publiquei. Por acaso no outro livro que li onde ele entrava, não tinha olhos vermelhos, que eu me lembre. Dar olhos vermelhos ao Flagg foi a cereja no topo do bolo para Stephen King.

 

Neste livro a pandemia que mata a maioria da população é criada pelo exército dos Estados Unidos para usar contra a União Soviética. Estes acontecimentos passam-se em 1990 e Stephen King não previu que o Muro de Berlim cairia em 1989. Em 1990 já não havia a chamada Guerra Fria. Já não havia necessidade de criar armas biológicas, embora os governos as estejam sempre a criar para qualquer eventualidade.

 

Num acidente, o vírus alterado saiu do laboratório e espalhou-se pela população. Poucas pessoas sobreviveram e é a história dessas pessoas que Stephen King vai narrando. Primeiro estas pessoas lidam individualmente com a perda de familiares e amigos. Depois juntam-se, atendendo ao chamamento de Flagg ou de Mãe Abigail.

 

Trata-se sobretudo de uma batalha entre o Bem e o Mal.

 

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