Wednesday, October 18, 2017

“The Way”- Fastball (Musica Com Memórias)


Para hoje reservo uma música daquelas que, há cerca de uns vinte anos, associei a alguém. E que memórias me traz esta música! Este post será então uma espécie de “que e feito de si?” ou como eu costumo dizer de forma mais dramática: “ainda é vivo?”.

A vida passa, as pessoas vão passando pelas nossas vidas, as músicas passam na radio, vão sendo substituídas por outras, e as memórias por vezes assolam-nos assim de rompante.

Tenho ouvido esta canção algumas vezes. Agora costuma passar na M80 mas era presença assídua na Rádio Cidade aí no ano de 1997 ou 1998. Sei que foi no ano em que o Chaves desceu de divisão, só regressando na época passada. O que é que isso tem a ver com esta música? Tudo.

Ora no Desportivo de Chaves, por essa altura, alinhava um guarda-redes montenegrino chamado Dragoslav Poleksic. Sei que ele não começou essa época a titular mas veio a ganhar a titularidade depois, fazendo boas exibições. Lembro-me que talvez ele tenha feito o jogo da sua vida no Estádio das Antas contra o Porto. Não evitou, porém, que o Chaves descesse.

Esta era a música dele, a música que o meu subconsciente lhe associou. Andava também a passar muito na altura.

Na época seguinte, esse guarda-redes transferiu-se para o Campomaiorense que veio a Coimbra vencer a Académica por 0-5. Ah, agora consigo situar melhor estas memórias. Foi mesmo em 1998.

Por onde anda o Dragoslav Poleksic? Não faço ideia. Em 2013 alinhava no Hajduk de Belgrado e tem o record de futebolista mais velho a jogar na primeira liga da Sérvia. Se calhar já é avô.

Para terminar, não sabia (ou se calhar não me lembrava) que ele também tinha alinhado no Espinho.

P. S.: Procurando imagens desses tempos de Liga Portuguesa, não consegui encontrar. Ilustra este post uma foto mais recente, de 2011, em que Poleksic evolui contra o Estrela Vermelha.

Tuesday, October 17, 2017

Chuva de golos na primeira parte

O Porto foi à Alemanha e perdeu por 3-2 frente ao Leipzig num jogo a contar para a Liga dos Campeões. Sérgio Conceição optou por José Sá na baliza em vez da experiência de Casillas e isso terá sido fatal. Nestes jogos não se pode errar.

Que surpresa! Casillas hoje não joga. O que se passou? Vai para o banco, o Casillas.


Sérgio Oliveira volta a ser titular na Champions.

A bola vai por cima rematada pelo Jogador Número Dez do Leipzig. É o primeiro remate da partida.

A equipa alemã marca e José Sá tem algumas culpas neste golo que surge na sequência de um canto algo discutível. O guarda-redes do Porto terá andado ali um pouco perdido.

Troca de botas, o Brahimi. Aquelas não lhe estavam a dar sorte.

Dá a impressão de que o Porto acusou bastante aquele golo. Anda um pouco desnorteado em campo.

E quem mais poderia fazer o golo do Porto? Aboubakar.

Se não fosse Marcano, era o segundo golo dos alemães.

Fica-se a pedir fora de jogo mas o Jogador Numero Dez do Leipzig marca mesmo.

Agora é um erro de Marcano. Augustin não desperdiça.

Marcano redime-se do erro de há pouco e marca na sequência de um canto.

Já vimos cinco golos só na primeira parte. Nada mal. 3-2 a favor do Leipzig é o resultado ao intervalo.

Hoje o Brahimi não está nos seus dias. Fez falta sobre o adversário e foi mesmo o primeiro jogador a ver o cartão amarelo das mãos do árbitro italiano.

Também há cartão amarelo para um jogador alemão, ainda por cima o capitão de equipa, por falta sobre Aboubakar. O livre é perigoso. A bola não passa a barreira.

Sérgio Oliveira viu também o cartão amarelo por agarrar a camisola do Jogador Número Dez do Leipzig quando este seguia veloz para o ataque.

Quase que era o quarto golo da equipa alemã.

Augustin volta a criar perigo.

Marega cabeceia ao lado.

O Porto ainda tenta um golo que lhe dará o empate nestes instantes finais.

O jogo termina tal e qual como foi para intervalo. As equipas não mais marcaram.







Atirando com uma bota velha para a estrada

Depois de se estar longo tempo sem dormir, surgem aqueles sonhos completamente estúpidos que controlamos parcialmente. Quem no seu perfeito juízo e no estado de vigília fazia um disparate desses?

Sonhei que me encontrava à beira da estrada perto de minha casa num início de noite ventoso e a cheirar a fumo dos incêndios. Talvez o cheiro do fumo tenha sido transportado da realidade para o sonho.

Do nada foram-se acendendo pequenos focos de incêndio, parecendo chamas de isqueiro. Eu ia-as apagando mas cada vez se acendiam mais e em lugares ainda mais dispersos. Por fim, lá consegui apagá-las todas.

Depois de todas as chamas apagadas, resolvi vir para dentro de casa. Quando me deslocava para a eira, achei uma bota velha e molhada com atacadores. Cheirava imenso a mofo. Era só uma, não tinha par.

O que fazer com um achado desses? Depressa arranjei solução. Iria arremessar a bota contra o primeiro veículo que passasse na estrada. A sorte coube a uma velha motorizada que transportava duas pessoas. Ainda lhes acertei de raspão e comecei-me a rir.

Acordei ainda a pensar em tal loucura.

“Still Loving You”- Scorpions (Música Com Memórias)


Já aqui referi que, quando era mais jovem, detestava certas canções e artistas que adoro nos dias de hoje. Os Scorpions são aquilo que se aproxima mais hoje em dia de uma banda favorita, se bem que eu costume afirmar que não tenho bandas ou artistas favoritos. Apenas gosto de músicas.

Esta minha aversão pelos Scorpions em parte se deve à memória que guardo de certa tarde que também deveria ser de outono. O meu pai ouvia rádio, no intervalo das músicas eram dadas as previsões para os signos- lembro-me bem. Era também na altura em que eu julgava que o signo era algo que se escolhia quando se chegasse a certa idade. Quando se fosse maior, dizia eu. Então eu queria ser balança, sem sequer imaginar que já o era e que tudo tinha a ver com o dia em que nasci- 28 de setembro.

Lá em casa havia uma enorme arca de madeira. Julgo que ainda existe mas sem aquela magia que tinha quando era criança. Eu adorava explorar essa arca quando não tinha mais nada que fazer. Sempre lá encontrava coisas interessantes. Em parte, o seu conteúdo era composto por roupas velhas que contavam uma história. Lembro-me por exemplo de umas calças verdes de ganga que se dizia que o meu pai comprou à pressa numa feira em Lamego porque rasgou as que trazia ao saltar arame farpado para ir fazer as necessidades a um terreno.

O que eu mais gostava de ali encontrar eram livros, naturalmente. Parece que todas as vezes que eu ia mexer na arca, eram plantados lá livros novos que eu nunca tinha visto.

Nessa tarde sentia-me algo melancólica, talvez por ser Outono. O Sol já se ofuscava, sinal de que a noite ia cair dali em breve. À medida que o sol ia ficando mais amarelecido, eu ia-me sentido mais soturna. As peças de roupa que iam passando pelas minhas mãos adquiriam um ar misterioso e algo assustador.

Esta música tocava na rádio. Na altura era um grande sucesso. Nessa altura, lembro-me de ter nas mãos uma camisola de lã que devia ser da minha mãe, mas que ela parece ter esquecido ali. Era de umas cores lúgubres. Uma espécie de grená e roxo. Esta música a tocar e aquela camisola nas minhas mãos, sob um sol amarelado de fim de tarde eram condimentos para a minha melancolia.

Ao longo de muitos anos, as sensações ao ouvir esta música eram muito negativas. Não sei ao certo quando é que tudo mudou. Quando cresci e comecei a apreciar melhor música. Mesmo assim, esta canção está longe de ser uma das minhas favoritas dos Scorpions. Gosto por exemplo de outra canção que julgo já ter falado aqui- “When The Smoke Is Going Down”

Tuesday, October 10, 2017

Estamos apurados

Conseguimos estar no Mundial 2018 que se realiza na Rússia. Mais uma vez, o Estádio da Luz foi o palco de toda a festa com as cores lusitanas.

Que nervos!

Este formigueiro, este nervoso miudinho toma conta de mais de dez milhões de corações portugueses.

Hoje o Seferovic joga em casa e logo de vermelho e branco. Espero bem que ele não se engane.

Portugal entra com tudo, como seria de esperar.

Fica-se a reclamar uma grande penalidade sobre André Silva mas o árbitro turco nada assinala. André Silva ainda protesta.

Madonna está a ver o jogo no “seu” Estádio da Luz.

Saiu o cartão amarelo do bolso do árbitro turco para um jogador helvético. Parece que foi para o Jogador Número Oito.

Quase que Bernardo Silva marcava mas o guarda-redes suíço defendeu. Ainda é canto. E agora é outro do outro lado.

E Portugal chega finalmente ao golo com Djourou a marcar na própria baliza.

Seferovic cria perigo.

Eliseu viu o cartão amarelo por falta sobre um adversário.

Seguimos apurados para o intervalo. Vamos ver o que acontece na segunda parte.

Shaqiri cria perigo e obriga Rui Patrício a defender.

Ronaldo remata ao lado depois de um bom entendimento com Bernardo Silva.

Desta vez Portugal chega ao segundo golo por André Silva numa jogada de insistência. Temos de aguentar este resultado. Estamos quase apurados.

Seferovic a ser assobiado no Estádio da Luz? Que coisa tão estranha...ou então não.

Shaqiri remata para fora.

O Jogador Número Dezassete da Suíça viu o cartão amarelo por travar um contra-ataque comprometedor das nossas cores.

Sommer nega o golo a Pepe.

Também é um pouco estranho Ronaldo falhar golos fáceis como agora.

E o jogo termina. O apuramento para o Mundial é uma realidade.






Queda livre

Ando a ler um livro sobre os sonhos mais comuns e sonhar que se está a cair para o vazio é um dos sonhos mais frequentes em todo o Mundo.

Eu raramente sonho que vou a deslizar pelo vazio mas, nesta noite que passou, tive essa experiência onírica.

Num final de tarde, ia eu num trilho com um grupo de pessoas. Havia uma subida bastante íngreme que, à partida, não se afigurava de grande dificuldade para mim. Talvez por já estar um pouco cansada ou por simplesmente ter colocado mal o pé, resvalei para trás, mergulhando num vazio que pareceu uma eternidade.

Isso fez-me lembrar uma situação quando era criança. Nessa altura, tentei descer de costas a parede do pequeno ribeiro que fica perto de minha casa. O objetivo era apanhar uma garrafa de detergente para brincar. Sim, eu adorava brincar com embalagens vazias de qualquer coisa. Por sorte, estava um molho de feno ou de agulhas justamente no local onde eu fui cair. A sorte protegeu-me nesse dia numa queda onde me senti a transportar para o vazio, tal como senti neste sonho.

Acordei bem cedo. Tive de ir correr.

Monday, October 09, 2017

“A Nossa Vez”- Cadema (Eu Não Conhecia Isto)


Calculo que esta canção seja muito recente. Mesmo assim não deixo de a partilhar aqui.

Faz-me lembrar uma outra música que também aqui apresentei há uns tempos do Nelson Freitas. São duas músicas com excelentes poemas e que cativam bastante.


Aquele azul típico da Casa dos Pobres








A deslocação não foi longa, daí cada um ir no seu próprio meio de transporte até São Martinho do Bispo. A caminhada era solidária e tinha como objetivo angariar fundos para a Casa dos Pobres- instituição com excelentes instalações que alberga hoje em dia seniores.

Toda a gente envergou aquele azul carregado que estava presente por todo o lado dentro da instituição. Fizemo-nos à estrada com uma temperatura amena e o Céu impregnado de fumo- o que tornava a atmosfera um pouco estranha, em tons amarelados.

O percurso não teve nada a assinalar em termos de dificuldade. Foi muito fácil.

De referir que o almoço estava divinal. De manhã quando chegámos já se fazia sentir um agradável cheirinho a comida. Eu sempre fui apostando que o almoço era lombo e quase acertei.

Seguem também algumas fotos, à semelhança de caminhadas anteriores.

Ronaldo entra e resolve mais uma vez

A jogar num campo sintético e bastante pequeno, Portugal teve de se socorrer de Ronaldo que tinha ficado no banco para se precaver de um cartão amarelo que o afastasse do jogo decisivo frente à Suíça para desbloquear o jogo.

Ronaldo fica no banco por estar tapado com amarelos.

Tal como Ronaldo, existem seis jogadores em risco de ver um cartão amarelo que os afasta do jogo decisivo com a Suíça.

Cheira-me que o Quaresma vai ver um cartão amarelo. Pode ser que não…

Este campo e tão estranho...já se sabia que era um sintético mas parece quase um ringue de pavilhão. Será que Portugal o vai estranhar?

Quase que era o primeiro golo de Portugal. Foi Quaresma a cabecear para fora.

Gomez nega o golo a Quaresma. Foi a primeira defesa do guarda-redes de Andorra.

Gomez sai aos pés de bernardo Silva.

André Silva agora falha um golo quase certo. Portugal começa a cheirar o golo.

Estou a ver que tem mesmo de entrar o Ronaldo para resolver este jogo!

O Jogador Número Catorze de Andorra é o primeiro a ver o cartão amarelo das mãos do árbitro checo.

Gomez está a ser a figura do jogo. Mais uma defesa apertada do guarda-redes de Andorra que é o responsável pelo nulo no marcador.

Agora Eliseu socorre-se da sua arma- o remate de longe. Vai ao lado.

É com um nulo no marcador que se chega ao intervalo. Ronaldo tem de entrar para resolver isto.

Ronaldo entra mesmo a seguir ao intervalo. Não há tempo a perder. A Suíça está a ganhar confortavelmente à Hungria por 3-0. Saiu Gelson Martins que era outro jogador que não podia ver o cartão amarelo.

Por travar Bernardo Silva em falta, o Jogador Número Quinze de Andorra viu o cartão amarelo.

E tinha mesmo de ser Ronaldo a desbloquear um jogo que já começava a ser exasperante. Assim está melhor!

Ronaldo vai marcar um livre de uma falta ganha por Eliseu. A bola foi por cima desta vez.

Quaresma remata ao lado.

Incrivelmente a bola não entra na baliza de Andorra nesta jogada.

Rodriguez viu o cartão amarelo por entrada dura sobre Ronaldo.

E Quaresma não viu cartão amarelo. Acaba de ser subsistido por William Carvalho.

Ronaldo remata ao lado.

Gomez defende um remate de meia distância de Ronaldo.

André Silva marca o segundo golo de Portugal. Claro que o cruzamento inicial é de Ronaldo.

Sergio Moreno viu o cartão amarelo por falta sobre Danilo.

Com maior ou menor dificuldade, Portugal acaba por passar neste difícil teste em Andorra. As decisões ficam para a próxima terça-feira no Estádio da Luz perante a Suíça.






Onda rosa contra o cancro






Foram às centenas, os que marcaram presença na Praça da República numa marcha simbólica na luta contra o cancro.

Envergando camisolas rosa e empunhando balões da mesma cor, os presentes rumaram ao Parque Verde onde os balões subiram e se perderam nos Céus de Coimbra tão massacrados pelos fogos anormais para esta época do ano.

Ali houve uma aula de zumba para colocar toda a gente a mexer e a presença de um grupo coral de música tradicional portuguesa.

Sei que esta iniciativa se realiza todos os anos mas nunca tinha estado presente. Para o ano espero voltar de novo.

Thursday, October 05, 2017

Do Choupal até à Lapa

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Começamos este post com a música que se impõe e que foi ouvida cantar ao vivo na Lapa. Um momento alto, sem duvida.


Este ano, o Dia Mundial do Coração foi comemorado precisamente com uma caminhada com sensivelmente dez quilómetros do Choupal até à Lapa como diz a canção.

Envergando a tradicional cor vermelha- cor do coração- um numeroso grupo de participantes constituído por pessoas de todas as idades e alguns cães de diferentes tamanhos reuniu no Choupal para a prática de exercício ao ar livre.

Confesso que nunca fui até à Lapa...e vivo ha tantos anos em Coimbra mas a primeira vez foi memorável. Como disse acima, ali ouvimos cantar ao vivo esta canção e o trinado das guitarras de Coimbra num tema instrumental

Seguem algumas fotos que escolhi para ilustrar esta manhã bem agradável.


Tempo de mudança

Certamente terão dado pela minha falta por aqui...ou então não. Pois bem, a verdade é que tenho andado bastante atarefada. Tenho grandes novidades para vos dar!

Não me casei, nem emigrei. Simplesmente...mudei de casa e isso implica, naturalmente grande azáfama e muito esforço.

Com a viragem de um novo ano na minha vida (o meu aniversário também foi por estes dias), novos desafios me aguardam nos próximos tempos. Terei de alterar algumas rotinas e alguns hábitos. Afinal de contas, nunca tinha estado a viver por minha conta.

Para já tudo está a correr bem. Estou a adorar o sossego que agora me é proporcionado. Não dependo de ninguém.


Wednesday, September 27, 2017

Porto europeu está de volta

Foi uma noite de sonho! A vitória do Porto em casa do Mónaco por 0-3 certamente terá dado muito dinheiro a ganhar a quem apostou neste resultado. Se calhar nem foi quase ninguém. Brahimi, Marega e Aboubakar que marcou dois golos foram as estrelas.

Eu falo por mim, achava que o Porto ia perder por muitos. Ainda bem para o ranking de Portugal que assim não foi.

Falcao começou desde logo a espalhar o seu charme e Casillas teve de ser chamado a intervir bem cedo no encontro.

O árbitro esloveno exibe o primeiro cartão amarelo deste encontro ao Jogador Número Quinze do Mónaco por ter jogado a bola com a mão.

Para não variar sempre que há Champions, Brahimi está a abrir o livro.

O Jogador Número Sete do Mónaco também é argelino? Bem me parecia…

Falcao e Ricardo Pereira chocam de cabeça. O avançado colombiano fica a sangrar e vai jogar com uma ligadura.

Bem, aquele Jogador Número Sete do Mónaco também é um argelino cheio de talento. Por falar nisso...não tenho visto o original que dá pelo nome de Hamzaoui (já cá faltava eu não me lembrar dele sempre que vejo um argelino a jogar…).

Casillas arroja-se aos pés do Jogador Número Quinze do Mónaco para evitar o golo. Este também é um jogador interessante.

O Porto chega ao golo após uma jogada de insistência. O toque vitorioso para dentro da baliza de Diego Benaglio foi de Aboubakar.

Fabinho viu o cartão amarelo por falta sobre Danilo.

Agora é Herrera a fazer falta sobre Fabinho e a ver o cartão amarelo.

Marega cria perigo.

Brahimi remata ao lado.

O Mónaco tenta o golo ainda antes do intervalo mas o resultado não se altera.

Marega quase marcava.

Sérgio Oliveira- enormíssima surpresa no onze do Porto- derruba João Moutinho e vê o cartão amarelo.

O cartão amarelo é exibido a Danilo também.

O Porto chega à vantagem por dois golos. Brahimi tem um passe delicioso para Marega que deixa para Aboubakar bisar na partida. Que delícia de jogada!

Falcao envia a bola à barra.

Falcao criava outra vez perigo.

Por demorar a colocar a bola em jogo, Casillas viu o cartão amarelo.

O Porto volta a marcar. Volta a ser uma jogada com remates sucessivos. O ultimo é de Layun.

É com este resultado surpreendente que o jogo acaba no Mónaco. O Porto redime-se desta forma categórica da derrota em casa na jornada anterior frente ao Besiktas.


Em Viseu...olhando para baixo


Sonhei que me encontrava a passar férias em Viseu- coisa que por acaso já aconteceu, não é avaria nenhuma- e encontrava-me num quarto com vista privilegiada para um campo de Futebol onde estava a decorrer um jogo entre duas equipas amadoras.

O incrível disto tudo e que jogavam...para a Taça de Portugal. Os amarelos eram a equipa da casa e os brancos a equipa forasteira. A Antena 1 estava a dar o resultado deste jogo mas não estava a fazer o relato. Eu ia assistindo de lá de cima. Dava para ouvir a bola a bater e sentia-se o agradável cheiro da relva. Não havia muita gente nas bancadas mas eu fui assistindo até as equipas saírem para os balneários. Penso que os amarelos venceram mas não tenho a certeza. Pelo semblante das equipas no regresso aos balneários não dava para ver quem ganhou e quem perdeu, pois os jogadores confraternizavam uns com os outros.

Na instalação sonora ouvia-se a música que segue acima e que no outro dia também ouvi na rádio.

Regresso a Rio Maior











Mais de catorze anos depois, eis-me de regresso a Rio Maior para visitar umas salinas que eu desconhecia que existiam, apesar de serem sobejamente conhecidas.

Quando andava no Desporto, ia regularmente a Rio Maior para o Centro de Alto Rendimento. Era lá que costumávamos estagiar para as grandes competições. Dali guardo excelentes recordações, histórias engraçadas, de camaradagem, de tudo o que o Desporto me proporcionava.

Penso que nem perto passámos do Centro de Alto Rendimento, apesar de a localidade não ser muito grande mas, para as caminhadas, costumamos andar por trilhos.

A primeira parte da caminhada foi a mais difícil. Ainda bem que fizemos aquela parte do percurso em subida! A descer iria ser mais complicado. Era um trilho que exigia muita atenção, pois a vegetação era bastante densa e tínhamos também de ter cuidado com as pedras no chão, embora na maioria das vezes elas estivessem seguras e não rolassem debaixo dos nossos pés.

Depois de ultrapassada essa dificuldade, o restante percorreu-se bem. A maioria dos trilhos já eram em terra batida.

Depois da caminhada, esfomeados, procurámos restaurantes por ali mas estavam todos lotados. Tivemos de esperar um pouco mas a comida estava deliciosa.

Seguem as fotos que mais uma vez foram tiradas com o telemóvel.

Magia na escuridão

Depois de uma apetitosa refeição à base de letão nas instalações da ACAPO, a tarde estava reservada para um espetáculo nunca antes visto...bem, também não era para ver.

O Convento de São Francisco em Coimbra acolheu neste Sábado um espetáculo de magia adaptado para cegos que podia ser apreciado por todos. À entrada para a sala onde decorreria o evento, eram colocadas vendas nos olhos de toda a gente que ficava na mais completa obscuridade. Depois as pessoas eram reencaminhadas para os seus lugares e era-lhes amarrada uma caixa a uma das pernas. Essa caixa tinha alguns objetos que seriam depois usados nos números de magia guiados por um mágico da América Latina.

Foi uma tarde cheia de emoções fortes e envolta também em algum mistério. Vale a pena assistir a este espetáculo.

Friday, September 22, 2017

“O Céu Aqui Tão Perto” (impressões pessoais)

A vida depois da morte sempre foi um tema que me fascinou e cada vez mais me fascina. Quanto mais leio sobre o assunto, mais apaixonada fico por esta temática.

Esta obra tem a particularidade de ser escrita por uma empresária- à partida alguém que lida mais com o concreto, números, resultados, produtividade...Para essas pessoas, o abstrato e o espiritual não fazem parte do seu quotidiano. Essa é a convicção que eu tenho mas penso que as consciências se começam a abrir e acredita-se que uma boa vida espiritual será meio caminho andado para o sucesso no mundo dos negócios.

Eu começo a pensar: como reagiriam as pessoas se eu ou alguém mais virado para estas coisas propusesse, por exemplo, uma sessão de Reiki semanal para os colaboradores? Se calhar até reagiriam bem. Já há Shiatsu. Por que não Reiki um dia destes?

Estou a dizer isto porque Deborah Heneghan também é mestre de Reiki- daí ter uma bagagem e uma abertura espiritual muito acima da média. Conseguiu-a depois de ter perdido a irmã mais nova vítima de leucemia. A partir daí, encarou a morte com outros olhos e começou a ajudar pessoas, especialmente as que perderam entes queridos em circunstâncias dramáticas.

Encarar a morte como um acontecimento de transição e não como o fim de tudo ajuda as pessoas a compreender e a aceitar a perda para este mundo de alguém que ama. As histórias e testemunhos de pessoas que experimentaram acontecimentos que provam que as pessoas que perdemos estão lá algures e ouvem-nos a cada momento não param de crescer. Muitas dessas histórias são narradas até por gente muito bem formada, que à partida, deveria mostrar algum ceticismo face a assuntos de índole espiritual e do subconsciente. Sim, falei no subconsciente porque quando sonhamos estamos mais próximo do mundo onde se encontram os espíritos. Muitas mensagens importantes serão transmitidas através dos sonhos.

Uma das histórias que me impressionou foi precisamente alguém que sonhou que estava na casa onde a sua avó morou, de paredes coloridas, mas a casa com que estava a sonhar tinha as paredes completamente brancas. O único colorido da cozinha da avó era o vermelho do sangue que salpicava tudo. A avó disse à neta para ir para a divisão seguinte e ela ali encontrou a sua colega de trabalho com uma faca espetada pelo seu chefe. A colega andava a arranjar-lhe problemas no local de trabalho e ela despediu-se após ter tido esse sonho. Encontro aqui algumas semelhanças com um sonho que tive escassos dias antes de mudar para o meu atual trabalho. Nesse dia, impressionada com esse sonho, fui ver o seu significado. Dizem os populares que sonhar com muito sangue significa morte mas não é realmente assim. Apesar de toda a gente se assustar e entrar por vezes em pânico quando sonha com sangue, esse sonho pode significar...grandes mudanças na vida das pessoas que o sonham. Foi na verdade o que aconteceu com o meu sonho. Ainda hoje não deixo de pensar nisso. Podem encontrá-lo narrado aqui neste blog. Tem o título “Estrada de sangue”

Quando se fala de vida depois da morte, inevitavelmente se fala em reencarnação e vem também à baila se os animais possuem ou não espírito. Eu acredito que sim. A prova é eles serem todos diferentes uns dos outros em termos de personalidade e de feitio. Lembro-me de uma situação que ainda hoje me intriga: há uns anos, acharam cinco gatinhos num pinhal. A minha mãe levou-os para casa. Quando eu cheguei de fim de semana e os contemplei pela primeira vez, fugiu cada um para seu lado, apesar do seu debilitado estado de nutrição. Estava a contemplá-los a fugirem de mim quando senti alguma coisa agarrar-se às minhas pernas. Afinal não tinham fugido todos. Houve uma que deliberadamente veio ter comigo. Era preta e branca, tal como dois dos seus irmãos. Eu peguei-lhe e tomei nota de marcas que a distinguissem dos outros gatos pretos e brancos. Não era preciso. Ela vinha sempre ter comigo. A razão desconheço ainda hoje passados mais de dez anos.

Era grande a ligação que tinha com essa gata. O medo de a perder fazia-me sentir desconfortável mas esse dia chegou quase dois anos depois quando um carro a atropelou. Ainda hoje olho para fotos dela- tenho um álbum só para ela até no meu Facebook. Talvez houvesse na forma como ela me abordou um significado, talvez ela me tenha reconhecido mas eu não consegui reconhecê-la a ela. Talvez a ligação viesse muito de trás. Lembro-me também da ligação especial que tinha com um cão de caça que por lá apareceu assim vindo do nada à porta dos meus pais. Era o Didi. Também morreu atropelado. Normalmente eu gosto mais de gatos do que de cães mas aquele cão era diferente. Por isso lutei tanto por ele quando um dia alguém o apanhou da minha porta e o prendeu em sua casa. Lembro-me quando a minha mãe me chamou e me disse que o tinham matado lá na minha aldeia. Não me lembro de ter chorado por mais animais nenhuns a não ser por estes dois. Também tenho uma ligação forte com a Feijoa, mas já não tenho uma ligação tão forte com a Adie. Essa ligação com a Feijoa consolidou-se quando eu atravessei aquele problema difícil das operações aos olhos. Ela e o irmão eram os meus companheiros nessa altura. Eram o meu refúgio.

Outra história bem curiosa que me prendeu a atenção vem de uma senhora que diz que faz perguntas ao marido que faleceu através da escrita. Ela escreve uma pergunta com a mão com que habitualmente escreve e depois, com a outra mão, de forma automática e quase inconsciente, responde às próprias perguntas que fez. Eu já tinha ouvido falar nisso antes mas com uma variável- a escrita automática e compulsiva é criada enquanto a pessoa se encontra em estado meditativo. Inclusive, sei de uma história de uma menina portuguesa que, aí com os seus quatro ou cinco anos- ainda não sabia ler nem escrever- escrevia cartas de amor e outros textos com uma elevada carga dramática. Parecia que ela tinha vivido ou estava a viver aqueles acontecimentos que transcrevia para um papel em branco. A avó dessa menina ficava boquiaberta ao ler o que a neta escrevia de forma compulsiva.

Depois há aqueles acontecimentos a que não damos importância mas não é por acaso que ocorrem. Eu penso até que estou agora, nestes últimos dias, a passar por uma situação dessas. Depois há tempo para falar sobre isso aqui.

Este texto já vai longo, como sempre acontece quando me ponho a abordar estes temas. Fica uma ideia do que se pode encontrar nesta obra.


Outra vez de bola parada

Mais uma vez, o Benfica não ganhou o jogo depois de ter marcado primeiro e de até ter dominado a partida. O resultado foi um empate a uma bola perante o Braga a contar para o Grupo A da Taça da Liga que ambas as formações aspiram a vencer.

O Benfica até marcou relativamente cedo no encontro pelo mexicano Raul Jimenez que aproveitou para dedicar o seu golo ao povo mexicano que mais uma vez enfrentou um sismo de enorme magnitude que causou bastantes vítimas.

De livre, o Braga criou perigo para a baliza de Júlio César.

André Moreira tentou sair aos pés de Rafa. A sorte é que o Jogador Número Vinte E Sete do Glorioso SLB não acertou na baliza.

Rafa agora desfere um remate cruzado.

Eliseu remata de muito longe, como tanto gosta, e cria bastante perigo.

Agora é através de um livre que o Benfica cria perigo.

O intervalo chega com 1-0 no marcador para o Glorioso SLB.

Gabriel coloca a bola dentro da baliza do Braga mas já tinha sido assinalado fora de jogo.

João Teixeira viu o cartão amarelo por falta sobre Gabriel.

Júlio César nega o golo a Hassan.

Hassan remata para fora.

O Braga empata por Ricardo Ferreira que cabeceia depois de um canto. Mais uma vez sofremos golo de bola parada. Algo está a falhar nesse capítulo.

Krovinovic tem uma jogada de génio mas André Moreira defende. Este lance merecia golo. O Jogador Número Vinte do Benfica tem de jogar mais vezes. É uma delícia vê-lo jogar. Um craque! Ainda bem que veio para o Benfica!

Fábio Martins remata para fora.

André Moreira nega o golo a Jonas.

O jogo termina. O empate é justo mas algo tem de mudar na marcação às bolas paradas. Estamos a sofrer golos demais assim.

Quando a minha mãe resolveu pintar o cabelo e os lábios

Mais um sonho daqueles que nos fazem esboçar um enorme sorriso quando acordamos, tão desfasado está da realidade.

Tínhamos ido a um sítio qualquer. A minha família estava presente. Foi então que reparei que a minha mãe estava radicalmente diferente. Já a não via há unas semanas e fiquei boquiaberta com a transformação.

Trazia os lábios pintados de um rosa intenso, imaginem. Ela ainda me perguntou se eu queria experimentar aquele batom. Tinha-o comprado algures num sítio chique e fazia muito bem aos lábios. Eu disse que não. E ela insistia…

Mas não eram só os lábios que estavam pintados. Também o cabelo tinha sido pintado de preto- o que lhe dava uma aparência mais jovem. A pele também estava mais bem tratada. Talvez estivesse a usar cremes anti-rugas, hidratantes e afins.

Estava realmente diferente.