Thursday, December 01, 2011
“To France”- Mike Oldfield (Musica com Memórias)
Já que esta música passa na rádio neste momento, recordo o dia em que a ouvi pela primeira vez também na rádio.
Tenho aqui a indicação de que esta música é de 1984. Pois devíamos estar nesse ano mesmo. Na altura eu sofria crises repetidas de amigdalites que me levavam a estar longos dias de cama. Hoje costumo dizer por brincadeira que é raro adoecer porque já esgotei a minha quota de estar doente na cama. Na altura era o meu estado normal. Tinha alturas de fazer crises com intervalos de duas semanas.
Numa ocasião, julgo que estávamos no Inverno, estava eu na cama vergada a uma amigdalite. Era um final de tarde e o meu pai tinha o rádio ligado. Passou uma música (esta mesmo) que eu nunca tinha ouvido mas que logo me transmitiu uma certa paz de espírito, uma sensação de tranquilidade. Lembro-me que a ouvi com atenção.
Sempre que ouço esta música, recordo essa primeira vez em que a ouvi. Hoje foi o caso e estava na hora de escrever sobre isso.
Um aparte para fazer um comentário ao videoclip que arranjei. Está simplesmente fantástico. O contraste entre água e fogo foi muito bem conseguido. Adorei!
Teka possessa

Foi uma noite agitada por sonhos inquietantes. Nesta torrente de sono pouco reparador e de intensa actividade onírica, destaco dois episódios que passo a narrar.
O primeiro, o episódio principal, tem como protagonista a gata Teka.
Cheguei a casa num Sábado à tarde. Teka correu para mim e atirou-se violentamente. Estava muito estranha e extremamente agressiva. Por momentos até me queria morder sem que eu lhe tivesse feito mal algum. Notava-se que estava em sofrimento. Teria sido atropelada?
Ninguém a conseguia agarrar. Sempre que tentávamos, ela virava-se a nós com ar ameaçador.
Finalmente o meu vizinho e o meu pai conseguiram detê-la com dificuldade. Toda a gente estava na eira. Observaram-na e constataram que ela havia sido atingida por um tiro de um caçador dos que andam por vezes a caçar nas imediações de minha casa.
A eira estava repleta de gatos embalsamados. Juju- a irmã da Teka- também se encontrava ali para a relembrarmos.
Também me recordo de ter sonhado que estava no meu quarto e que notava que um veículo rondava a nossa casa. Já era de madrugada e bem tarde mesmo.
O veiculo parou mesmo em frente da nossa porta. Dois homens de meia-idade forçaram o estore da janela do meu quarto, apesar de ser difícil abri-lo. Olhavam-me de uma forma estranha.
Foi noutro quarto que acordei. Não estava em minha casa e ninguém me forçou a janela para me olhar longamente.
Estamos apurados
Que belo espectáculo de Futebol! Houve golos, belos momentos e no final houve festa porque estamos apurados para o Euro 2012 que se irá disputar na Polónia e na Ucrânia.
O público que se deslocou em massa ao Estádio da Luz para apoiar a Selecção de Todos Nós assobia ruidosamente o hino da Bósnia como retribuição da mesma atitude que tiveram os nossos oponentes na passada sexta-feira ao também assobiarem “A Portuguesa”. Diziam os comentadores que não se lembravam de alguma vez os Portugueses terem assobiado o hino nacional de uma selecção estrangeira. Eu consigo-me lembrar e não foi há assim tanto tempo. Penso que o jogo também foi no Estádio da Luz. O público assobiou o hino da Bélgica de Stijn Stijnen por incidentes causados por este mesmo indivíduo antes do embate entre as duas selecções.
Vamos ao jogo propriamente dito que já começou! É assinalada falta atacante de Cristiano Ronaldo sobre o Jogador Número Vinte da Bósnia. Meireles ia marcando pouco depois. Foi mesmo azar!
GOOOOOLOOOOO! Aos sete minutos, o Jogador Número Sete de Portugal marca um livre de forma irrepreensível a penalizar uma falta sobre si próprio.
Lulic mostra agora a Pepe como se faz uma entrada à maneira. Espera-se a resposta por parte do luso-brasileiro.
Desta vez Begovic defende o livre de Ronaldo quando as gargantas já se estavam a afinar para gritar mais um golo. É canto.
Que golaço de Nani! Não há palavras para descrever este golo. Estávamos com vinte e quatro minutos de jogo.
Bruno Alves cabeceia após um canto mas a bola sai por cima. Na resposta dos bósnios, a bola ainda vai à barra da baliza de Rui Patrício mas já havia fora de jogo.
Postiga vê amarelo por simular uma grande penalidade. Entretanto seria golo de Portugal se Moutinho tivesse rematado de primeira em vez de passar a bola a Ronaldo.
Rui Patrício defende agora um remate dos bósnios. Isto dá-se imediatamente antes de ser assinalada uma grande penalidade a favor da Bósnia por mão de Fábio Coentrão que alegadamente terá sofrido falta. Misimovic converte a grande penalidade em golo.
Calem-se mas é! O árbitro assinalou, está assinalado! Ponto final! Se o árbitro expulsar jogadores do banco por protestos, depois vai ser o lindo e o bonito.
Por falta sobre Ronaldo, o Jogador Número Seis da Bósnia vê amarelo. Ronaldo encarrega-se de marcar o livre resultante desta falta mas o remate vai para fora. O intervalo chega com Portugal a vencer a Bósnia pela margem mínima. 2-1 é o resultado verificado no marcador.
O Jogador Número Dezoito da Bósnia vê amarelo por falta cometida sobre Raul Meireles.
Cristiano Ronaldo aponta o terceiro golo de Portugal e o seu segundo golo no jogo. Entretanto Lulic é expulso por protestos. Tal como aconteceu na primeira parte, CR7 também apontou o golo aos sete minutos.
Chapéu de Coentrão. Por cima. Cristiano Ronaldo entretanto pisa um adversário.
Fica por assinalar uma grande penalidade por mão de Papac na área de rigor. Coentrão quase marcava novamente para Portugal.
Assim como quem não quer nada, a Bósnia faz o segundo golo. O lance é precedido de fora de jogo que não é assinalado a Papac.
Hoje o nosso amigo-o Jogador Número Catorze da Bósnia- que tantas dores de cabeça deu aos nossos defesas, não vai entrar e é melhor que não.
Postiga coloca o marcador em 4-2. Pelo menos golos há…e cartões também. Ruben Micael acaba de ver um de cor amarela por falta sobre Misimovic.
De livre, a punir uma mão de Papac (não sabe estar quieto com as mãozinhas e desta vez o árbitro viu) Miguel Veloso aponta o quinto golo da Selecção de Todos Nós.
É das Caxinas que vem o sexto golo que confirma o apuramento de Portugal para o Euro 2012. Assim com um cheiro a mar e a peixe. A passe de Coentrão, Postiga aponta o golo que fecha o marcador.
Rubem Micael ainda tentaria o sétimo golo mas o marcador não se alterou ficando-se pelos 6-2.
Euro 2012, aqui vamos nós!
O público que se deslocou em massa ao Estádio da Luz para apoiar a Selecção de Todos Nós assobia ruidosamente o hino da Bósnia como retribuição da mesma atitude que tiveram os nossos oponentes na passada sexta-feira ao também assobiarem “A Portuguesa”. Diziam os comentadores que não se lembravam de alguma vez os Portugueses terem assobiado o hino nacional de uma selecção estrangeira. Eu consigo-me lembrar e não foi há assim tanto tempo. Penso que o jogo também foi no Estádio da Luz. O público assobiou o hino da Bélgica de Stijn Stijnen por incidentes causados por este mesmo indivíduo antes do embate entre as duas selecções.
Vamos ao jogo propriamente dito que já começou! É assinalada falta atacante de Cristiano Ronaldo sobre o Jogador Número Vinte da Bósnia. Meireles ia marcando pouco depois. Foi mesmo azar!
GOOOOOLOOOOO! Aos sete minutos, o Jogador Número Sete de Portugal marca um livre de forma irrepreensível a penalizar uma falta sobre si próprio.
Lulic mostra agora a Pepe como se faz uma entrada à maneira. Espera-se a resposta por parte do luso-brasileiro.
Desta vez Begovic defende o livre de Ronaldo quando as gargantas já se estavam a afinar para gritar mais um golo. É canto.
Que golaço de Nani! Não há palavras para descrever este golo. Estávamos com vinte e quatro minutos de jogo.
Bruno Alves cabeceia após um canto mas a bola sai por cima. Na resposta dos bósnios, a bola ainda vai à barra da baliza de Rui Patrício mas já havia fora de jogo.
Postiga vê amarelo por simular uma grande penalidade. Entretanto seria golo de Portugal se Moutinho tivesse rematado de primeira em vez de passar a bola a Ronaldo.
Rui Patrício defende agora um remate dos bósnios. Isto dá-se imediatamente antes de ser assinalada uma grande penalidade a favor da Bósnia por mão de Fábio Coentrão que alegadamente terá sofrido falta. Misimovic converte a grande penalidade em golo.
Calem-se mas é! O árbitro assinalou, está assinalado! Ponto final! Se o árbitro expulsar jogadores do banco por protestos, depois vai ser o lindo e o bonito.
Por falta sobre Ronaldo, o Jogador Número Seis da Bósnia vê amarelo. Ronaldo encarrega-se de marcar o livre resultante desta falta mas o remate vai para fora. O intervalo chega com Portugal a vencer a Bósnia pela margem mínima. 2-1 é o resultado verificado no marcador.
O Jogador Número Dezoito da Bósnia vê amarelo por falta cometida sobre Raul Meireles.
Cristiano Ronaldo aponta o terceiro golo de Portugal e o seu segundo golo no jogo. Entretanto Lulic é expulso por protestos. Tal como aconteceu na primeira parte, CR7 também apontou o golo aos sete minutos.
Chapéu de Coentrão. Por cima. Cristiano Ronaldo entretanto pisa um adversário.
Fica por assinalar uma grande penalidade por mão de Papac na área de rigor. Coentrão quase marcava novamente para Portugal.
Assim como quem não quer nada, a Bósnia faz o segundo golo. O lance é precedido de fora de jogo que não é assinalado a Papac.
Hoje o nosso amigo-o Jogador Número Catorze da Bósnia- que tantas dores de cabeça deu aos nossos defesas, não vai entrar e é melhor que não.
Postiga coloca o marcador em 4-2. Pelo menos golos há…e cartões também. Ruben Micael acaba de ver um de cor amarela por falta sobre Misimovic.
De livre, a punir uma mão de Papac (não sabe estar quieto com as mãozinhas e desta vez o árbitro viu) Miguel Veloso aponta o quinto golo da Selecção de Todos Nós.
É das Caxinas que vem o sexto golo que confirma o apuramento de Portugal para o Euro 2012. Assim com um cheiro a mar e a peixe. A passe de Coentrão, Postiga aponta o golo que fecha o marcador.
Rubem Micael ainda tentaria o sétimo golo mas o marcador não se alterou ficando-se pelos 6-2.
Euro 2012, aqui vamos nós!
Tuesday, November 29, 2011
As minhas botas novas

Acordei por volta das cinco da manhã com uma chuva diluviana que parecia arrasar tudo com água.
Estive longo tempo acordada. Só quando a chuva é de facto muito forte é que eu a consigo ouvir do meu quarto. Em algumas ocasiões cheguei a sair à rua contente da vida e afinal estava a chover. Lá tive de ir eu virada à estação dos comboios a apanhar chuva.
Adoro ouvir a chuva a cair e estava-me a saber bem ouvi-la no aconchego dos lençóis como faço em minha casa. Assim voltei a adormecer.
Sonhei que as minhas lustrosas botas novas apresentavam uns buracos enormes nas biqueiras que deixavam sobressair os dedos grandes de cada um dos pés.
Estava indignada pelo pouco tempo que o meu belo calçado durou. A solução foi…fazer-lhes umas dobras nas biqueiras para disfarçar, imagine-se.
De manha, quando me estava a calçar, inspeccionei minuciosamente as botas. Nem uma beliscadela apresentavam.
Incrivelmente não apanhei chuva
Como eu odeio o Inverno! Nem um fim-de-semana decente se pode ter nesta época do ano sem que tenha de haver preocupações com a chuva e o transporte.
Estive para regressar a Coimbra no Domingo à tarde mas…estava um tempo horrível com chuva, trovoada, vento…tudo o que caracteriza esta época do ano.
O pior era que corria o risco de estar assim no outro dia de manhã. É complicado arranjar táxi para nos levar até à paragem do autocarro. A solução passava por ir com o meu pai de motorizada.
Lá pelas quatro da manhã caiu uma enorme chuvada e o vento fustigava com força os vidros das janelas. Que chatice! Já podia contar com uma valente molha. Foi por isso que não vesti as minhas calaças pretas com que tinha de trabalhar. Vesti umas calças normais e vesti umas velhas calças de oleado para prevenir da chuva.
Por incrível que pareça, durante o tempo que durou a nossa viagem até à paragem da camioneta, nem um pingo de chuva caiu. A chuva só começou a fazer-se sentir quando eu já estava resguardada dentro da camioneta. Tive mesmo sorte!
Estive para regressar a Coimbra no Domingo à tarde mas…estava um tempo horrível com chuva, trovoada, vento…tudo o que caracteriza esta época do ano.
O pior era que corria o risco de estar assim no outro dia de manhã. É complicado arranjar táxi para nos levar até à paragem do autocarro. A solução passava por ir com o meu pai de motorizada.
Lá pelas quatro da manhã caiu uma enorme chuvada e o vento fustigava com força os vidros das janelas. Que chatice! Já podia contar com uma valente molha. Foi por isso que não vesti as minhas calaças pretas com que tinha de trabalhar. Vesti umas calças normais e vesti umas velhas calças de oleado para prevenir da chuva.
Por incrível que pareça, durante o tempo que durou a nossa viagem até à paragem da camioneta, nem um pingo de chuva caiu. A chuva só começou a fazer-se sentir quando eu já estava resguardada dentro da camioneta. Tive mesmo sorte!
Monday, November 28, 2011
“A Casa Dos Espíritos” (impressões pessoais)

Esta é mais uma das minhas incursões pela literatura clássica, aquela de que toda a gente já ouviu falar. Desde muito jovem que ouço falar deste livro, sempre tive curiosidade em o ler mas só agora foi possível.
De um modo atraente para o leitor, com a cruel realidade a misturar-se com o fantástico e o sobrenatural, Isabel Allende faz passar a sua mensagem e dá-nos a conhecer, de certa forma, como se vivia no Chile antes e durante a ditadura militar liderada por Pinochet que conquistou o Poder à custa da morte do próprio pai da autora deste livro que havia sido eleito democraticamente.
Através de personagens fictícias, é contada toda a história de guerrilhas políticas que já vêm acesas de há muitas décadas e que culminam com a perda de toda a liberdade e democracia.
Conhecedora do que se passou no Chile a 11 de Setembro de 1973 e achando este episódio lamentável e triste, pude compreender melhor o teor desta obra. Há uns anos ouvi na rádio os registos sonoros da queda de Salvador Allende, do silenciamento de todos quantos entoavam trovas de paz e liberdade, dos que simplesmente desapareceram às mãos da brutalidade de Augusto Pinochet. Um episódio lamentável da História Mundial. Aquele homem merecia morrer de morte mais violenta que existe por tudo quanto infligiu ao seu povo. Não, o monstro morreu de velho e de forma tranquila. Aquando da notícia da sua morte, não usei o velho chavão de dizer bem de quem acabava de partir e não poupei este homem (procurar texto “o homem mau”).
Para além do rigor histórico, o sobrenatural e a fatalidade estão fortemente presentes nesta obra. O conceito de Destino e (quem sabe) de reencarnação estão presentes através da influência de Clara que contrapõe com o pragmatismo do seu marido que vive todos os acontecimentos retratados na obra e é um dos seus narradores juntamente com a sua neta Alba que se serve dos cadernos de anotar a vida da sua avó Clara para escrever a obra.
Episódio marcante desta obra? O aparecimento do espírito de Férula quando toda a família estava reunida à mesa. Só Clara se apercebeu que se estava na presença do espírito da cunhada. Os outros correram para a abraçar porque já não a viam há muito e ficaram contentes com o seu hipotético regresso.
Ao longo da obra são repetidas várias vezes as mesmas descrições para reforçar o teor da fatalidade, da influência do passado no futuro. Estou-me a lembrar das descrições dos banhos que Férula e a ama davam a Clara. Aquando da sua morte, Férula foi banhada por Clara e a autora recorreu exactamente à mesma descrição.
Isabel Allende não caiu na tentação de colorir a sua narrativa com longas e enfadonhas descrições. Com simplicidade, a autora ia descrevendo todos os acontecimentos, recorrendo por vezes a uma linguagem muito pouco literária e muito pouco delicada. Como exemplo, assinalei este parágrafo na página cento e sete do meu exemplar. Ao ler isto nós imaginamos mesmo os protagonistas. Está simplesmente deliciosa esta descrição.
“Foi o ano do tifo exantemático. Começou como outra calamidade dos pobres e logo adquiriu características de castigo divino. Nasceu nos bairros indígenes, por culpa do Inverno, da destruição, da água suja das regueiras. Juntou-se ao desemprego e repartiu-se por todo o lado. Os hospitais não davam vencimento. Os enfermos deambulavam pelas ruas com os olhos perdidos tiravam os piolhos e lançavam-nos às pessoas sãs. Pegou-se a praga, entrou em todos os lugares, infectou os colégios e as fábricas, ninguém podia sentir-se seguro. Todos viviam com medo, interpretando os signos que anunciavam a terrível enfermidade. Os contagiados começavam a tiritar com um frio de gelo nos ossos e aos poucos eram tomados pelo estupor. Ficavam parados como imbecis, consumidos pela febre, cheios de manchas, cagando sangue, com delírios de fogo e de naufrágio, caindo ao chão com os ossos de lã, as pernas de trapo e um gosto de bílis na boca, o corpo em carne viva, uma pústula vermelha ao lado de outra azul e outra amarela e outra negra, vomitando até as tripas e gritando a Deus que tivesse piedade e que os deixasse morrer de vez, que não aguentavam mais, que a cabeça se lhes rebentava e a alma se lhes ia em merda e espanto.”
Para terminar, há que referir alguns personagens que terão uma correspondência com personagens reais que existiram no Chile aquando da tomada do Poder por Augusto Pinochet. São personagens que nos deixaram um espólio cultural enorme e ainda hoje são recordados como ícones do Chile. Não se fala de Chile sem que nos lembremos destes dois nomes. O Poeta tantas vezes citado nesta obra seria provavelmente Pablo Neruda. Pedro Tercero Garcia- pai de uma das narradoras desta obra- teria muitas semelhanças com o trovador e músico Victor Jara.
Foi uma leitura agradável e extremamente positiva. Adorei ler este livro.
Passemos agora em termos de literatura para algo completamente diferente. Passemos para o típico romance policial americano. “LA Confidential” é a obra a merecer a minha atenção ao longo das próximas semanas
Castanhas, relato e televisão
Depois de mais uma semana de trabalho, soube bem ir para casa e estar aconchegada junto da família, dos gatos e dos cães.
Festejava-se o S. Martinho. Ontem nem toquei nas castanhas mas havia-as lá em casa à minha espera. Como as coisas não estão de feição para se gastar dinheiro em coisas supérfluas, a minha mãe comprou as castanhas mais reles que havia na mercearia só porque eram mais baratas. Eram mais as castanhas estragadas do que as que comi. Mesmo assim comi bastantes. O barato saiu caro.
A minha irmã colocou o rádio do meu pai a trabalhar. Ao sintonizá-lo, apanhou uma rádio de Aveiro que transmitia um relato. O Beira-Mar defrontava o Moreirense em casa e foi eliminado da fase seguinte da Taça da Liga.
Terminei a noite a ver um pouco de televisão. Não perco uma eliminatória do concurso “A Voz De Portugal”.
Festejava-se o S. Martinho. Ontem nem toquei nas castanhas mas havia-as lá em casa à minha espera. Como as coisas não estão de feição para se gastar dinheiro em coisas supérfluas, a minha mãe comprou as castanhas mais reles que havia na mercearia só porque eram mais baratas. Eram mais as castanhas estragadas do que as que comi. Mesmo assim comi bastantes. O barato saiu caro.
A minha irmã colocou o rádio do meu pai a trabalhar. Ao sintonizá-lo, apanhou uma rádio de Aveiro que transmitia um relato. O Beira-Mar defrontava o Moreirense em casa e foi eliminado da fase seguinte da Taça da Liga.
Terminei a noite a ver um pouco de televisão. Não perco uma eliminatória do concurso “A Voz De Portugal”.
Não sair de casa é a solução?
Dou uma espreitadela nas notícias enquanto faço a descompressão de mais um intenso dia de trabalho. Já há muito que não vejo as notícias. Para quê? Para ouvir falar da recessão económica, das agências de rating, da decadência da Zona Euro e do descrédito da banca nacional?
Hoje vou ver o noticiário. Sempre quero ver o que está a acontecer por cá e por lá. Bingo! Que bela sucessão de notícias que acaba de ser emitida! Que texto valente isto vai dar!
Em primeiro lugar, há a registar as greves nos comboios que fizeram com que muitas pessoas ficassem retidas e não pudessem regressar aos seus destinos. Foram muitos os trabalhadores e estudantes que ficaram com a perspectiva de um fim-de-semana passado com os seus familiares gorada. Já começam a ser demais, as greves dos comboios. Se soubessem o transtorno que causam…há quem esteja farto de trabalhar e queira ir para casa para junto da família e corre o risco de dormir nos bancos frios das estações ferroviárias.
A seguir à incómoda greve dos comboios, vem a notícia de que o Governo vai cortar os descontos nos passes de autocarro para os estudantes e idosos. Mais um rombo nas depauperadas finanças dos estudantes que mal têm dinheiro para comer…mas as discotecas aqui no burgo devem estar sempre cheias e com o álcool e as drogas sintéticas sempre a bombar. Não percebo.
Os idosos deixam de sair de manhã de casa para percorrerem a cidade inúmeras vezes de autocarro. Ao longo dessas viagens, muita gente se senta ao pé deles nos bancos do autocarro e eles aproveitam para meter conversa. É uma forma de matar a solidão. Muitas dessas pessoas vivem sozinhas e precisam de espairecer. A solidão nas grandes cidades é um flagelo e os autocarros ajudam de certa forma a amenizar a vida solitária dessas pessoas. Não concordo muito com os cortes do subsídio do passe aos idosos, sejam eles ricos ou pobres.
Como não há duas sem três, eis que surge mais uma notícia que promete complicar bastante a mobilidade dos cidadãos portugueses. Mais portagens vão ser implementadas em troços que eram até aqui gratuitos. Os cidadãos revoltam-se, pois claro.
Com os comboios constantemente em greve, com o corte no subsídio dos passes dos autocarros e com cada vez mais auto-estradas com portagem, começo a pensar que os cidadãos nacionais que não descalçam os chinelos de quarto, que olham fixamente a caixa do correio à espera que caia o cheque do subsídio mensal e que vêem estas notícias sem um único esgar de preocupação é que têm juízo. Quem tem de apanhar transportes ou se deslocar na própria viatura para o trabalho que aguente com isto e que pague a crise!
Ainda há outra alternativa mais económica e ecológica. Sempre que for possível, por que não ir a pé ou de bicicleta. Até ver, ainda não inventaram portagens para quem assim se desloca.
Hoje vou ver o noticiário. Sempre quero ver o que está a acontecer por cá e por lá. Bingo! Que bela sucessão de notícias que acaba de ser emitida! Que texto valente isto vai dar!
Em primeiro lugar, há a registar as greves nos comboios que fizeram com que muitas pessoas ficassem retidas e não pudessem regressar aos seus destinos. Foram muitos os trabalhadores e estudantes que ficaram com a perspectiva de um fim-de-semana passado com os seus familiares gorada. Já começam a ser demais, as greves dos comboios. Se soubessem o transtorno que causam…há quem esteja farto de trabalhar e queira ir para casa para junto da família e corre o risco de dormir nos bancos frios das estações ferroviárias.
A seguir à incómoda greve dos comboios, vem a notícia de que o Governo vai cortar os descontos nos passes de autocarro para os estudantes e idosos. Mais um rombo nas depauperadas finanças dos estudantes que mal têm dinheiro para comer…mas as discotecas aqui no burgo devem estar sempre cheias e com o álcool e as drogas sintéticas sempre a bombar. Não percebo.
Os idosos deixam de sair de manhã de casa para percorrerem a cidade inúmeras vezes de autocarro. Ao longo dessas viagens, muita gente se senta ao pé deles nos bancos do autocarro e eles aproveitam para meter conversa. É uma forma de matar a solidão. Muitas dessas pessoas vivem sozinhas e precisam de espairecer. A solidão nas grandes cidades é um flagelo e os autocarros ajudam de certa forma a amenizar a vida solitária dessas pessoas. Não concordo muito com os cortes do subsídio do passe aos idosos, sejam eles ricos ou pobres.
Como não há duas sem três, eis que surge mais uma notícia que promete complicar bastante a mobilidade dos cidadãos portugueses. Mais portagens vão ser implementadas em troços que eram até aqui gratuitos. Os cidadãos revoltam-se, pois claro.
Com os comboios constantemente em greve, com o corte no subsídio dos passes dos autocarros e com cada vez mais auto-estradas com portagem, começo a pensar que os cidadãos nacionais que não descalçam os chinelos de quarto, que olham fixamente a caixa do correio à espera que caia o cheque do subsídio mensal e que vêem estas notícias sem um único esgar de preocupação é que têm juízo. Quem tem de apanhar transportes ou se deslocar na própria viatura para o trabalho que aguente com isto e que pague a crise!
Ainda há outra alternativa mais económica e ecológica. Sempre que for possível, por que não ir a pé ou de bicicleta. Até ver, ainda não inventaram portagens para quem assim se desloca.
Faltou um para completar o cabaz
Portugal venceu a Moldávia em Rio Maior por expressivos 5-0. Sigam-me na impressionante crónica desta partida. A julgar pelos apontamentos que tirei, isto promete arrasar...e ainda prometeria mais se acaso tivesse sido colocada no blog na própria noite do jogo. Fica para a história aquele craque que animou aqui as hostes- o Jogador Número Dezassete da selecção de sub- 21 da Moldávia. Foi só ele entrar em campo para dar outro colorido...e outra agressividade a isto.
Que engraçado que é o hino da Moldávia!
O jogo já começou e Sana abre as hostilidades em termos de remates. Este vai por cima.
Nelson Oliveira inaugura o marcador com seis minutos de jogo. A defesa da Moldávia poderia ter feito melhor.
Sai agora um remate cruzado de um jogador da Moldávia. Rui Fonte responde com um remate para as mãos do guarda-redes adversário.
É exibido o primeiro cartão amarelo do encontro para o Jogador Número Cinco da Moldávia por interceptar a bola com a mão.
A remate de André Martins, o guarda-redes da Moldávia responde com uma grande defesa.
Demoraram tanto tempo a marcar o livre, os jogadores moldavos, que a jogada teve de se perder.
Estavam decorridos vinte e dois minutos da partida quando Rui Fonte apontou o segundo golo para as nossas cores através de um cabeceamento. Que golaço de Sana logo na jogada seguinte! O guarda-redes foi impotente para conter o remate.
Remate de André Martins após um lançamento lateral que não chegou ao golo. O quarto golo seria da autoria de Nelson Oliveira pouco depois. Por este andar, vão levar aí uns dez!
O pequeno Sana consegue rematar de cabeça perante adversários que são bem mais altos do que ele.
Abrem aqui as hostilidades. A partir daqui esta crónica não será mais a mesma. É a partir do momento em que se dá esta substituição do lado da selecção da Moldávia. O Jogador Número Quatro sai. Vai dormir, que bem precisa. Esteve simplesmente uma nódoa! Há dias em que nem levantar da cama um indivíduo pode. Este deveria ter ficado a dormir, se é que ele já não estava em campo. Bem acordado virá o seu substituto.
Entretanto sai mais uma oportunidade de golo para Portugal por parte de João Pereira. De livre, André Martins proporciona uma espectacular defesa ao guarda-redes da Moldávia.
Brinca-na-areia típico e inconsequente exibindo-se um pouco para que algum clube cujos olheiros estejam em prospecção em Rio Maior mostre o seu interesse nele. Estou a falar do Jogador Número Onze da Moldávia.
Agressivo é o Jogador Número Dezassete da Moldávia que entrou a substituir o Jogador Número Quatro que esteve presente em todo o lado, menos no terreno de jogo. Este jogador nem precisa de olheiros a observá-lo para arranjar clube. Encaixa perfeitamente na concepção de jogo que um clube que também veste de azul vem desenvolvendo. A equipa do Porto de futuro teria como centrais o Mangala e este jogador. Seria brutal! Acho que o Campeonato Nacional teria a maior incidência de lesões de que alguma vez houvesse memória. Como ficaria feliz Pinto da Costa com a sua aguerrida dupla de centrais enquanto que lesões nos mais influentes jogadores das equipas adversárias eram lamentadas semana após semana!
Deixemo-nos de disparates, até porque o jogo já chegou ao intervalo com Portugal a cilindrar a equipa da Moldávia por 4-0.
Eu não disse que havia olheiros! Disse na brincadeira mas está agora a ser divulgada uma lista deles.
Um clube que aprecie caceteiros deve vir todo babado com o achado que conseguiu aqui em Rio Maior- o Jogador Número Dezassete da Moldávia que tudo leva à frente a cada disputa de bola. Os jogadores mais indisciplinados do Mundo ao pé dele eram uns meninos de coro. Gostava de ver, por exemplo, uma disputa de bola a meio-campo entre ele e o também impetuoso Pepe. Seriam só chuteiras e bocados de osso pelo ar.
Abel agora também não se fica atrás em termos de agressividade e mostra os seus dotes ao olheiro que tenha vindo a Rio Maior observar caceteiros.
Resumindo, o Jogador Número Dezassete da Moldávia veio trazer agressividade ao jogo. Muito bem! Espera-se que essa agressividade não resulte em violência ou em lesões para os nossos jogadores.
Quase que era golo de Pedro Mendes. Entretanto preparam-se para entrar mais dois impetuosos jogadores na equipa da Moldávia. Como os que entraram de início eram macios de mais e não conseguiram evitar a chuva de golos das nossas cores, o seleccionador da Moldávia (também ele vítima de um bárbaro episódio de agressividade há uns anos quando foi assaltado, se bem me lembro) resolve recorrer ao plano B que é o da intimidação e lança os praticantes de Vale Tudo em campo, retirando os jogadores de Futebol que são muito mas muito fraquinhos.
O Jogador Número Treze da Moldávia tira com fúria a camisola de dentro dos calções. Já eu fazia o mesmo nos meus tempos áureos de desportista em que conhecia gente da Moldávia pessoalmente.
Salvador remata mas a bola sobe muito.
Lance dividido ente Josué e o Jogador Número Treze da Moldávia que fica magoado. O árbitro tirou o cartão amarelo do bolso mas parece não o ter mostrado a ninguém.
Entretanto Abel marca o quinto golo para Portugal.
No campeonato particular de agradar mais ao olheiro que capta jogadores agressivos, Abel consegue mais uma entrada bem impetuosa sobre o Jogador Número Cinco da Moldávia. Aguarda-se a resposta do Jogador Número Dezassete da Moldávia, tendo em conta que o olheiro só irá referenciar o mais agressivo dos mais agressivos e o contrato é chorudo. Aliás, eu adoraria ver um confronto directo entre Abel e o Jogador Número Dezassete da Moldávia. Isso é que era! Nesse caso, o olheiro levaria o que tivesse saído menos magoado do confronto.
Olha que novidade! O amigo que arranjámos no jogo de hoje- o Jogador Número Dezassete da Moldávia- só agora vê o cartão amarelo. Motivo? Nem preciso de dizer por que foi. Até parece que não sabem. Foi por uma entrada bem agressiva, impetuosa, viril e violenta sobre Josué. Entretanto o Jogador Número Sete da Moldávia também vê amarelo.
Josué queria-se vingar dos dois amigos que acabou de arranjar e ia marcando um golo. O Jogador Número Treze da Moldávia remata à baliza de Mika que defende sem dificuldades.
Ia sendo golo de Portugal. De Rui Fonte. O último remate do desafio pertence a Cedric e sai ao lado. O jogo termina com uma goleada de Portugal à Moldávia por 5-0.
Na próxima segunda-feira, os jovens portugueses irão deslocar-se à Albânia para mais um jogo de apuramento para o Euro 2013 que se disputa em Israel.
Que engraçado que é o hino da Moldávia!
O jogo já começou e Sana abre as hostilidades em termos de remates. Este vai por cima.
Nelson Oliveira inaugura o marcador com seis minutos de jogo. A defesa da Moldávia poderia ter feito melhor.
Sai agora um remate cruzado de um jogador da Moldávia. Rui Fonte responde com um remate para as mãos do guarda-redes adversário.
É exibido o primeiro cartão amarelo do encontro para o Jogador Número Cinco da Moldávia por interceptar a bola com a mão.
A remate de André Martins, o guarda-redes da Moldávia responde com uma grande defesa.
Demoraram tanto tempo a marcar o livre, os jogadores moldavos, que a jogada teve de se perder.
Estavam decorridos vinte e dois minutos da partida quando Rui Fonte apontou o segundo golo para as nossas cores através de um cabeceamento. Que golaço de Sana logo na jogada seguinte! O guarda-redes foi impotente para conter o remate.
Remate de André Martins após um lançamento lateral que não chegou ao golo. O quarto golo seria da autoria de Nelson Oliveira pouco depois. Por este andar, vão levar aí uns dez!
O pequeno Sana consegue rematar de cabeça perante adversários que são bem mais altos do que ele.
Abrem aqui as hostilidades. A partir daqui esta crónica não será mais a mesma. É a partir do momento em que se dá esta substituição do lado da selecção da Moldávia. O Jogador Número Quatro sai. Vai dormir, que bem precisa. Esteve simplesmente uma nódoa! Há dias em que nem levantar da cama um indivíduo pode. Este deveria ter ficado a dormir, se é que ele já não estava em campo. Bem acordado virá o seu substituto.
Entretanto sai mais uma oportunidade de golo para Portugal por parte de João Pereira. De livre, André Martins proporciona uma espectacular defesa ao guarda-redes da Moldávia.
Brinca-na-areia típico e inconsequente exibindo-se um pouco para que algum clube cujos olheiros estejam em prospecção em Rio Maior mostre o seu interesse nele. Estou a falar do Jogador Número Onze da Moldávia.
Agressivo é o Jogador Número Dezassete da Moldávia que entrou a substituir o Jogador Número Quatro que esteve presente em todo o lado, menos no terreno de jogo. Este jogador nem precisa de olheiros a observá-lo para arranjar clube. Encaixa perfeitamente na concepção de jogo que um clube que também veste de azul vem desenvolvendo. A equipa do Porto de futuro teria como centrais o Mangala e este jogador. Seria brutal! Acho que o Campeonato Nacional teria a maior incidência de lesões de que alguma vez houvesse memória. Como ficaria feliz Pinto da Costa com a sua aguerrida dupla de centrais enquanto que lesões nos mais influentes jogadores das equipas adversárias eram lamentadas semana após semana!
Deixemo-nos de disparates, até porque o jogo já chegou ao intervalo com Portugal a cilindrar a equipa da Moldávia por 4-0.
Eu não disse que havia olheiros! Disse na brincadeira mas está agora a ser divulgada uma lista deles.
Um clube que aprecie caceteiros deve vir todo babado com o achado que conseguiu aqui em Rio Maior- o Jogador Número Dezassete da Moldávia que tudo leva à frente a cada disputa de bola. Os jogadores mais indisciplinados do Mundo ao pé dele eram uns meninos de coro. Gostava de ver, por exemplo, uma disputa de bola a meio-campo entre ele e o também impetuoso Pepe. Seriam só chuteiras e bocados de osso pelo ar.
Abel agora também não se fica atrás em termos de agressividade e mostra os seus dotes ao olheiro que tenha vindo a Rio Maior observar caceteiros.
Resumindo, o Jogador Número Dezassete da Moldávia veio trazer agressividade ao jogo. Muito bem! Espera-se que essa agressividade não resulte em violência ou em lesões para os nossos jogadores.
Quase que era golo de Pedro Mendes. Entretanto preparam-se para entrar mais dois impetuosos jogadores na equipa da Moldávia. Como os que entraram de início eram macios de mais e não conseguiram evitar a chuva de golos das nossas cores, o seleccionador da Moldávia (também ele vítima de um bárbaro episódio de agressividade há uns anos quando foi assaltado, se bem me lembro) resolve recorrer ao plano B que é o da intimidação e lança os praticantes de Vale Tudo em campo, retirando os jogadores de Futebol que são muito mas muito fraquinhos.
O Jogador Número Treze da Moldávia tira com fúria a camisola de dentro dos calções. Já eu fazia o mesmo nos meus tempos áureos de desportista em que conhecia gente da Moldávia pessoalmente.
Salvador remata mas a bola sobe muito.
Lance dividido ente Josué e o Jogador Número Treze da Moldávia que fica magoado. O árbitro tirou o cartão amarelo do bolso mas parece não o ter mostrado a ninguém.
Entretanto Abel marca o quinto golo para Portugal.
No campeonato particular de agradar mais ao olheiro que capta jogadores agressivos, Abel consegue mais uma entrada bem impetuosa sobre o Jogador Número Cinco da Moldávia. Aguarda-se a resposta do Jogador Número Dezassete da Moldávia, tendo em conta que o olheiro só irá referenciar o mais agressivo dos mais agressivos e o contrato é chorudo. Aliás, eu adoraria ver um confronto directo entre Abel e o Jogador Número Dezassete da Moldávia. Isso é que era! Nesse caso, o olheiro levaria o que tivesse saído menos magoado do confronto.
Olha que novidade! O amigo que arranjámos no jogo de hoje- o Jogador Número Dezassete da Moldávia- só agora vê o cartão amarelo. Motivo? Nem preciso de dizer por que foi. Até parece que não sabem. Foi por uma entrada bem agressiva, impetuosa, viril e violenta sobre Josué. Entretanto o Jogador Número Sete da Moldávia também vê amarelo.
Josué queria-se vingar dos dois amigos que acabou de arranjar e ia marcando um golo. O Jogador Número Treze da Moldávia remata à baliza de Mika que defende sem dificuldades.
Ia sendo golo de Portugal. De Rui Fonte. O último remate do desafio pertence a Cedric e sai ao lado. O jogo termina com uma goleada de Portugal à Moldávia por 5-0.
Na próxima segunda-feira, os jovens portugueses irão deslocar-se à Albânia para mais um jogo de apuramento para o Euro 2013 que se disputa em Israel.
O uivo II

Sonhei muita coisa numa noite em que estava sempre a acordar e em que me custou um pouco a adormecer. A isso não era alheio o frio que se fazia sentir.
O sonho mais relevante que tive passou-se em minha casa. Eu estava de pé junto ao fogão da sala. Era de dia e ele estava apagado. Situo a acção numa bela tarde de Primavera ou Verão.
O meu pai estava a ver televisão no quarto. A minha mãe e a minha irmã tinham saído juntas. Provavelmente tinham ido às compras.
Na estrada passou uma viatura que buzinou demoradamente. Pensei que fosse a carrinha da padeira mas não era. Tal como acontece sempre que ouve a buzina da padeira, Chalana começou a uivar.
Ouvindo o uivo do cão, o meu pai chamou-me aflito e perguntou-me por que é que o cão estava a uivar.
Fui à rua ver o que se passava. Não vi carro nenhum. Passou simplesmente e buzinou. A minha mãe e a minha irmã regressavam a casa. Disse ao meu pai que o cão tinha uivado por ver a minha mãe e a minha irmã de volta a casa e com sacos de compras. Ele não ficou convencido.
Também me lembro de ter sonhado com um atleta norueguês que se sentiu tremendamente indisposto imediatamente após uma corrida de dez mil metros. O vídeo estava disponível no Youtube e vi-o inúmeras vezes, até porque estive presente nessas proas e recordava perfeitamente esse atleta no convívio que houve a seguir.
Para descansar esta noite não serviu muito.
“In The Army Now”- Statusquo (Música com Memórias)
Era o tempo em que não perdia uma única contagem do top das músicas mais vendidas em Portugal.
Hoje se me perguntarem qual a minha música favorita eu não sei responder. Naquela época era diferente. Se me perguntassem qual era a minha música favorita, eu nem hesitava em afirmar que era esta.
Estava sempre nos primeiros lugares do Top que normalmente era liderado pela balada “Lover Why” dos Century. Era por isso que eu na altura detestava essa música porque “In The Army Now ” não passava do segundo lugar por causa dela. Na altura, diga-se de passagem, não apreciava muito baladas, ao contrário do que acontece hoje. Por esse motivo, hoje a canção que abominava naquela época é uma das minhas favoritas. Como as nossas convicções mudam à medida que vamos crescendo!
Apesar de bem classificada na tabela semana após semana, poucas vezes era passada na íntegra. Quando isso acontecia, então eu fazia uma festa. Na rádio que eu ouvia na altura, cheguei a pensar que eles não tinham este single. Houve uma ocasião em que passaram esta música à hora do almoço mas nunca mais a voltei a ouvir naquela frequência. O disco estaria, segundo a minha fértil imaginação da altura, escondido no “Estúdio 2” que era como eu chamava ao andar de cima do edifício onde estava a rádio mas que não era usado pela mesma. Eu é que pensava que havia lá uma imensidão de discos escondidos, discos esses que seriam descobertos por mim e pela minha amiga Cristina. Mais tarde até fizemos isso as duas mas foi noutra rádio. Até que foi engraçado. Quando fizer um “Música Com Memórias” destinado a uma outra música, conto essa história mas penso que até já a contei há tempos.
Voltando à música que me despoletou as memórias de hoje, lembro-me de uma ocasião em que era véspera da festa da minha terra. Eu estava quase no fundo do lugar com a minha mãe e a minha irmã em casa de uma senhora da minha terra.
Pela instalação sonora da aparelhagem ouvi os acordes desta música e logo corri que nem louca pela ladeira acima na direcção da capela para a ouvir mais de perto. Era a loucura!
Hoje ouço-a com muita frequência na M80. Por ter acabado de passar e por ainda não ter nada para escrever hoje, resolvi dar-lhe destaque e descrever como ela foi importante na minha tenra juventude.
Hoje se me perguntarem qual a minha música favorita eu não sei responder. Naquela época era diferente. Se me perguntassem qual era a minha música favorita, eu nem hesitava em afirmar que era esta.
Estava sempre nos primeiros lugares do Top que normalmente era liderado pela balada “Lover Why” dos Century. Era por isso que eu na altura detestava essa música porque “In The Army Now ” não passava do segundo lugar por causa dela. Na altura, diga-se de passagem, não apreciava muito baladas, ao contrário do que acontece hoje. Por esse motivo, hoje a canção que abominava naquela época é uma das minhas favoritas. Como as nossas convicções mudam à medida que vamos crescendo!
Apesar de bem classificada na tabela semana após semana, poucas vezes era passada na íntegra. Quando isso acontecia, então eu fazia uma festa. Na rádio que eu ouvia na altura, cheguei a pensar que eles não tinham este single. Houve uma ocasião em que passaram esta música à hora do almoço mas nunca mais a voltei a ouvir naquela frequência. O disco estaria, segundo a minha fértil imaginação da altura, escondido no “Estúdio 2” que era como eu chamava ao andar de cima do edifício onde estava a rádio mas que não era usado pela mesma. Eu é que pensava que havia lá uma imensidão de discos escondidos, discos esses que seriam descobertos por mim e pela minha amiga Cristina. Mais tarde até fizemos isso as duas mas foi noutra rádio. Até que foi engraçado. Quando fizer um “Música Com Memórias” destinado a uma outra música, conto essa história mas penso que até já a contei há tempos.
Voltando à música que me despoletou as memórias de hoje, lembro-me de uma ocasião em que era véspera da festa da minha terra. Eu estava quase no fundo do lugar com a minha mãe e a minha irmã em casa de uma senhora da minha terra.
Pela instalação sonora da aparelhagem ouvi os acordes desta música e logo corri que nem louca pela ladeira acima na direcção da capela para a ouvir mais de perto. Era a loucura!
Hoje ouço-a com muita frequência na M80. Por ter acabado de passar e por ainda não ter nada para escrever hoje, resolvi dar-lhe destaque e descrever como ela foi importante na minha tenra juventude.
Friday, November 25, 2011
Exame alarmante
Já não é a primeira vez que tenho este sonho em que um médico me alerta para o facto de ter a tensão arterial bastante elevada.
Segundo as sábias páginas de um livro que li no início deste ano e que origina que eu aponte todos os sonhos de que me consigo lembrar, os sonhos relacionados com a saúde são aqueles que têm tendência a serem os chamados sonhos premonitórios.
Sonhei que tinha ido a uma consulta de rotina e tinha a tensão arterial com valores elevadíssimos.
Não sabia o que fazer porque o problema não tinha a ver com o facto de eu cometer erros alimentares. Atribuía o fenómeno a nervos, ansiedade e stress constante.
Segundo as sábias páginas de um livro que li no início deste ano e que origina que eu aponte todos os sonhos de que me consigo lembrar, os sonhos relacionados com a saúde são aqueles que têm tendência a serem os chamados sonhos premonitórios.
Sonhei que tinha ido a uma consulta de rotina e tinha a tensão arterial com valores elevadíssimos.
Não sabia o que fazer porque o problema não tinha a ver com o facto de eu cometer erros alimentares. Atribuía o fenómeno a nervos, ansiedade e stress constante.
Estranhos incidentes em final de tarde futebolística
Para o final de tarde deste normal Domingo de Futebol estavam marcados os jogos entre o Braga e o Benfica e entre o Sporting e a União de Leiria.
Em Braga, os problemas com o sistema de iluminação eléctrica começaram logo no aquecimento. A partir daí, o jogo conheceu três longas interrupções devido à fala de visibilidade suficiente para se poder jogar.
Estranhamente a luz deixou de falhar durante a segunda parte. No final do jogo, os jogadores depararam-se com a falta de água quente nos balneários para poderem tomar o seu reconfortante banho após uma longa (foi mesmo longa) batalha travada no campo.
No final do encontro, Artur incendiou a polémica ao alegar que em Braga aconteciam sempre coisas estranhas sempre que o Glorioso la ia jogar. Recorde-se que na época passada o guarda-redes brasileiro vestia as cores arsenalistas.
Refira-se que o jogo da época passada foi marcado pela expulsão de Javi Garcia e pelo arremesso de bolas de golfe a jogadores do Benfica durante o jogo. Há duas épocas atrás, deram-se incidentes no túnel. Esses incidentes resultaram no castigo de Vandinho por três meses.
Ah, este jogo terminou empatado a uma bola.
O Sporting venceu tranquilamente a União de Leiria por 3-1. No final do jogo, Diego Capel foi entregar a sua camisola a um adepto que lha tinha pedido. Como habitualmente acontece, gerou-se uma luta tremenda pela posse do valioso objecto. Dois adeptos leoninos esticaram-se com mais empenho na tentativa de agarrar a camisola do espanhol e caíram ao fosso.
No dia seguinte, Diego Capel deslocou-se ao hospital onde estava internada a vítima mais grave da queda. Um gesto que se aplaude!
Em Braga, os problemas com o sistema de iluminação eléctrica começaram logo no aquecimento. A partir daí, o jogo conheceu três longas interrupções devido à fala de visibilidade suficiente para se poder jogar.
Estranhamente a luz deixou de falhar durante a segunda parte. No final do jogo, os jogadores depararam-se com a falta de água quente nos balneários para poderem tomar o seu reconfortante banho após uma longa (foi mesmo longa) batalha travada no campo.
No final do encontro, Artur incendiou a polémica ao alegar que em Braga aconteciam sempre coisas estranhas sempre que o Glorioso la ia jogar. Recorde-se que na época passada o guarda-redes brasileiro vestia as cores arsenalistas.
Refira-se que o jogo da época passada foi marcado pela expulsão de Javi Garcia e pelo arremesso de bolas de golfe a jogadores do Benfica durante o jogo. Há duas épocas atrás, deram-se incidentes no túnel. Esses incidentes resultaram no castigo de Vandinho por três meses.
Ah, este jogo terminou empatado a uma bola.
O Sporting venceu tranquilamente a União de Leiria por 3-1. No final do jogo, Diego Capel foi entregar a sua camisola a um adepto que lha tinha pedido. Como habitualmente acontece, gerou-se uma luta tremenda pela posse do valioso objecto. Dois adeptos leoninos esticaram-se com mais empenho na tentativa de agarrar a camisola do espanhol e caíram ao fosso.
No dia seguinte, Diego Capel deslocou-se ao hospital onde estava internada a vítima mais grave da queda. Um gesto que se aplaude!
Condenada a ir para longe
Sonhei que estava deveras chateada porque as coisas não me corriam de feição no trabalho.
Uma senhora de nome Cristiana foi muito dura comigo por causa de coisas que estavam menos bem numa das lojas.
Como as coisas já não me estavam a correr bem desde há uns tempos, resolveram deportar-me para o último local para onde iria de livre vontade. Nunca gostaria de viver ou trabalhar ali. Não há dinheiro que pague o sossego e a tranquilidade. Mesmo que me oferecessem o dobro do salário, acho que não conseguiria trabalhar ali devido à insegurança que se faz sentir nas ruas. Há assaltos e outros tipos de desacatos e seria mesmo um castigo se para ali fosse. Gabo a coragem de colegas minhas que saem do trabalho a altas horas para aquelas ruas. Mas elas são dali. Já se habituaram. Imaginem eu que morro de medo de assaltos e perseguições e que, ainda por cima cresci no campo, a trabalhar e a viver ali!
Fui para lá com a disposição de quem outrora ia para um campo de concentração. Era o verdadeiro degredo. Que fazia eu da minha vida sem as minhas caminhadas tranquilas pela rua? Era outra realidade, outro movimento e tinha de me adaptar.
Deparei-me com um prédio enorme, com muitos andares, e com uns elevadores que nunca paravam onde queríamos.
Estava mesmo desolada e triste. Ainda bem que acordei em minha casa e na minha cama!
Uma senhora de nome Cristiana foi muito dura comigo por causa de coisas que estavam menos bem numa das lojas.
Como as coisas já não me estavam a correr bem desde há uns tempos, resolveram deportar-me para o último local para onde iria de livre vontade. Nunca gostaria de viver ou trabalhar ali. Não há dinheiro que pague o sossego e a tranquilidade. Mesmo que me oferecessem o dobro do salário, acho que não conseguiria trabalhar ali devido à insegurança que se faz sentir nas ruas. Há assaltos e outros tipos de desacatos e seria mesmo um castigo se para ali fosse. Gabo a coragem de colegas minhas que saem do trabalho a altas horas para aquelas ruas. Mas elas são dali. Já se habituaram. Imaginem eu que morro de medo de assaltos e perseguições e que, ainda por cima cresci no campo, a trabalhar e a viver ali!
Fui para lá com a disposição de quem outrora ia para um campo de concentração. Era o verdadeiro degredo. Que fazia eu da minha vida sem as minhas caminhadas tranquilas pela rua? Era outra realidade, outro movimento e tinha de me adaptar.
Deparei-me com um prédio enorme, com muitos andares, e com uns elevadores que nunca paravam onde queríamos.
Estava mesmo desolada e triste. Ainda bem que acordei em minha casa e na minha cama!
Thursday, November 24, 2011
Vento frio
Foram muitas as peripécias que vivi em mais uma noite de sonhos. Eis o que restou para contar e que não é pouco.
No meu quarto, tinha o rádio e o computador ligados à mesma extensão eléctrica. Houve um qualquer mau contacto que fazia com que eu sofresse pequenos choques eléctricos. Na realidade, o rádio e o computador fixo estão ligados à mesma extensão mas não estão no meu quarto.
Estranhamente também não se podiam ligar dispositivos USB ao computador porque ele, pura e simplesmente, não os reconhecia. Era por isso que não tinha Internet. Por sorte captei uma rede sem fios desprotegida.
Um colega meu dizia que o problema era do rádio e eu concordei. Este sonho terminou sem que eu resolvesse o problema.
Isto foi só o aquecimento para o sonho que passo a descrever e que nada tem a ver com estas questões electrónicas. Falar de aquecimento neste sonho é um pouco…como hei-de dizer…?
Havia um qualquer evento na terra mas, infelizmente, eu não podia participar porque me tinha magoado ou tinha sido operada. Muito eu gostaria de participar no jogo de Futebol!
Do meu quarto onde convalescia, ouvia o vento a soprar anormalmente forte e a minha mãe a falar ao telefone com uma prima nossa. Ela demostrava a sua preocupação pelo desaparecimento de um dos dois gatinhos pretos e brancos que tinham aparecido lá em casa. O pequeno gatinho não estava morto na estrada e também não aparecia em lado nenhum. Estava um frio insuportável e um tremendo vendaval. Onde estaria ele com estas condições climatéricas?
Na casa de forno, a minha irmã confeccionava um prato à base de batatas fritas que logo arrefeciam e ficavam duras. Não se suportava o frio ali. Nunca na vida havia sentido tanto frio.
Quando voltei para a sala, o fogão estava aceso com uma grande fogueira. Foi reconfortante sentir o calor a invadir o meu corpo. Eu tiritava de frio. Na rua o vento fazia-se ouvir de forma cada vez mais ruidosa.
Na televisão passavam imagens em directo do jogo de Futebol lá da terra. A pena de não ter podido participar era enorme. Iam lá estar grandes craques e havia a possibilidade de trocar as camisolas com eles.
No sonho não se registou chuva, apenas vento forte e frio quase glaciar.
No meu quarto, tinha o rádio e o computador ligados à mesma extensão eléctrica. Houve um qualquer mau contacto que fazia com que eu sofresse pequenos choques eléctricos. Na realidade, o rádio e o computador fixo estão ligados à mesma extensão mas não estão no meu quarto.
Estranhamente também não se podiam ligar dispositivos USB ao computador porque ele, pura e simplesmente, não os reconhecia. Era por isso que não tinha Internet. Por sorte captei uma rede sem fios desprotegida.
Um colega meu dizia que o problema era do rádio e eu concordei. Este sonho terminou sem que eu resolvesse o problema.
Isto foi só o aquecimento para o sonho que passo a descrever e que nada tem a ver com estas questões electrónicas. Falar de aquecimento neste sonho é um pouco…como hei-de dizer…?
Havia um qualquer evento na terra mas, infelizmente, eu não podia participar porque me tinha magoado ou tinha sido operada. Muito eu gostaria de participar no jogo de Futebol!
Do meu quarto onde convalescia, ouvia o vento a soprar anormalmente forte e a minha mãe a falar ao telefone com uma prima nossa. Ela demostrava a sua preocupação pelo desaparecimento de um dos dois gatinhos pretos e brancos que tinham aparecido lá em casa. O pequeno gatinho não estava morto na estrada e também não aparecia em lado nenhum. Estava um frio insuportável e um tremendo vendaval. Onde estaria ele com estas condições climatéricas?
Na casa de forno, a minha irmã confeccionava um prato à base de batatas fritas que logo arrefeciam e ficavam duras. Não se suportava o frio ali. Nunca na vida havia sentido tanto frio.
Quando voltei para a sala, o fogão estava aceso com uma grande fogueira. Foi reconfortante sentir o calor a invadir o meu corpo. Eu tiritava de frio. Na rua o vento fazia-se ouvir de forma cada vez mais ruidosa.
Na televisão passavam imagens em directo do jogo de Futebol lá da terra. A pena de não ter podido participar era enorme. Iam lá estar grandes craques e havia a possibilidade de trocar as camisolas com eles.
No sonho não se registou chuva, apenas vento forte e frio quase glaciar.
Naqueles vagões
Sonhei que esperava o comboio ou esperava alguém que vinha no comboio. Vou mais para a segunda hipótese.
Tal como acontece na realidade, é anunciada pelos altifalantes da instalação sonora do apeadeiro a passagem de um comboio sem paragem. Tal como acontece sempre que ouço este aviso, desviei-me para o mais longe possível da linha.
Vinha lá um comboio rápido de passageiros igual a este que aparece no vídeo. Quando chegou perto de mim, descarrilou e as suas carruagens separaram-se umas das outras. Que sorte eu ter-me arredado! Uma carruagem desgovernada imobilizou-se a escassos centímetros de onde eu estava.
Houve imensos feridos naquele acidente, alguns mesmo em estado grave. Não consta que tivessem havido vítimas mortais a lamentar.
Foi anunciada a passagem de outro comboio sem paragem. Era um dos temíveis comboios de mercadorias com aqueles vagões feios como tudo. Aqueles comboios são sempre iguais, por mais anos que passem. Já quando eu tinha uns oito anos eles tinham este aspecto. Quando eu for rica, juro que mando pintar aqueles vagões horríveis com cores garridas. É para eles não serem tão assustadores.
Tal como aconteceu há dias, aquele horrível comboio parou. Dos seus vagões que,incrivelmente eram abertos em cima, acenavam pessoas felizes que entoavam cânticos, imagine-se.
Sonhei igualmente com aulas de Alemão e com a leitura de qualquer coisa.
P.S: Falando com a minha irmã nesse dia, calhei a descrever-lhe o sonho. Por coincidência, também ela alegou ter sonhado com descarrilamento de comboios. Ficámos intrigadas porque teríamos de nos deslocar ambas nesse meio de transporte no dia seguinte. Foi apenas e só uma coincidência engraçada. Nenhum comboio descarrilou. Nesse dia passou o comboio que aparece no vídeo que ilustra este sonho.
Chuva de golos
Já apurado para a fase seguinte da Liga Europa, o Sporting quebrou uma impressionante corrente de jogos sem perder e consentiu uma derrota na Roménia ante o Vaslui por 1-0. Este jogo fica marcado pela grave lesão do médio argentino Rinaudo logo nos instantes iniciais do jogo.
O Braga iria entrar em campo para jogar a sua sorte. Se não vencesse, as coisas ficariam muito complicadas.
Estamos com quatro minutos de jogo e Andanovic comete um erro crasso que permite a Lima apontar o primeiro golo. Para já tudo começa bem para as cores arsenalistas.
Alan cruza para remate ao lado do seu compatriota Márcio Mossoró. O Maribor responde com um remate que não cria perigo.
QUE GOLAÇO DE ALAN! Estamos ainda nos instantes iniciais da partida e o Braga agora ia marcando o terceiro golo num cabeceamento de Hélder Barbosa.
Remate do Jogador Número Dez do Maribor mas passou ao lado. Na sequência de um canto, já do outro lado do campo, Paulo Vinícius cabeceia ao lado. O mesmo jogador ainda teve outra tentativa para marcar o terceiro golo do Braga na sequência de um livre.
O guarda-redes do Maribor executa uma grande defesa a mais uma jogada de ataque do Braga. No lance seguinte, o Jogador Número Seis do Maribor esteve a uma unha negra de marcar golo na própria baliza. Que sorte para o Maribor e que azar para o Braga!
Sai um cartão amarelo para o Jogador Número Oito do Maribor. Ele é famoso por ver muitos cartões. Eu não o conheço. Não tarda nada e está a jogar no Porto. É um jogador que se deve enquadrar bem no espírito dessa equipa. Como eles passam impunes no nosso campeonato, vale a pena contratá-los para usarem do seu jogo rasteiro e extremamente lesivo para os adversários.
Bem, aquela colectividade desportiva de que estava a falar não está a jogar. Jogou anteontem. E perdeu, diga-se de passagem. O Braga é que está a jogar e ganha. Já poderia até estar a ganhar por muitos.
Num lance confuso com muitos jogadores das duas equipas junto á área da equipa eslovena, Elderson faz o terceiro golo. O defesa nigeriano havia marcado no jogo da primeira volta na Eslovénia. O verdadeiro carrasco do Maribor. Ele que não marca assim tantos golos. Acontece frente ao mesmo adversário porque o seu oponente- o Jogador Número Seis- é um miúdo bem verdinho que terá aí uns dezoito anos. Foi aquele jogador que há pouco quase marcava na própria baliza. Como esse jogador é inexperiente e, ainda por cima, adianta-se em demasia no terreno, o nigeriano faz ali o que quer pelo corredor esquerdo. Neste golo, mais uma vez, Alan está presente. Ele está nos três golos do Braga. Grande jogo do jogador Número Trinta do Braga!
Lima vê cartão amarelo por ter saído antecipadamente da barreira aquando da marcação de um livre que não ofereceu grande perigo…a não ser para Mossoró que levou com a bola na cara.
Grande defesa de Quim a responder a um remate do Jogador Número Setenta (penso que era esse o número da camisola dele). Sem deixa cair a bola, o jogador do Maribor rematou de primeira e Quim teve de defender categoricamente para canto. Ainda no rescaldo desse lance, Quim volta a aplicar-se.
O Maribor carrega e Quim responde “presente”. Acordaram agora, os eslovenos.
Do outro campo do mesmo grupo chegam boas notícias para o Braga. O Bruges está a vencer o Birmingham. Em Braga, o jogo chega ao intervalo com uns concludentes 3-0 no marcador.
Alan ia marcando o quarto golo. A segunda parte ainda mal tinha começado. O brasileiro hoje está bem disposto e empenhado. O Braga começa a segunda parte tal como havia iniciado o jogo. Está a carregar intensivamente. Quase sufoca a equipa adversária.
O Maribor responde também com perigo. Mossoró responde com um remate cruzado e sem perigo.
Empunhando o cartão amarelo, o árbitro corre com ar ameaçador na direcção do Jogador Número Seis do Maribor para lho mostrar. Este jogador cometeu uma falta sobre Mossoró.
O jogador que há pouco viu o cartão amarelo cruzou milimetricamente para o golo do Jogador Número Dezassete. Estamos com sessenta e dois minutos de jogo.
De livre, o Jogador Numero Dez do Maribor faz a bola bater com estrondo no poste da baliza defendida por Quim. Entretanto o autor do golo do Maribor ameaça voltar a marcar.
Andanovic soca um potente remate de Hugo Viana. Agora é Baiano por cima. O jogo está bom nesta fase.
Elderson rematou mas devia ter cruzado. Entretanto sai um cartão amarelo para Hélder Barbosa por alegadamente estar a demorar a sair. Ele foi substituído por Paulo César.
Do outro jogo chega a notícia do empate a dois golos entre Bruges e Birmingham.
O Braga carrega. Lima remata ao poste enquanto que Paulo César acerta na malha lateral da baliza defendida por Andanovic.
Djamal também tenta a sua sorte mas o guarda-redes esloveno defende para canto. Este lance viria a dar o quarto golo do Braga que foi da autoria de Paulo Vinícius. Para não variar, Alan interferiu na jogada.
O espanhol Mérida tenta a sua sorte mas a bola não entrou. Seria um golaço! O espanhol volta a tentar e desta vez obtém o que procurava- o golo. É o quinto para o Braga que nesta noite de chuva goleia o Maribor por concludentes 5-1.
O Braga iria entrar em campo para jogar a sua sorte. Se não vencesse, as coisas ficariam muito complicadas.
Estamos com quatro minutos de jogo e Andanovic comete um erro crasso que permite a Lima apontar o primeiro golo. Para já tudo começa bem para as cores arsenalistas.
Alan cruza para remate ao lado do seu compatriota Márcio Mossoró. O Maribor responde com um remate que não cria perigo.
QUE GOLAÇO DE ALAN! Estamos ainda nos instantes iniciais da partida e o Braga agora ia marcando o terceiro golo num cabeceamento de Hélder Barbosa.
Remate do Jogador Número Dez do Maribor mas passou ao lado. Na sequência de um canto, já do outro lado do campo, Paulo Vinícius cabeceia ao lado. O mesmo jogador ainda teve outra tentativa para marcar o terceiro golo do Braga na sequência de um livre.
O guarda-redes do Maribor executa uma grande defesa a mais uma jogada de ataque do Braga. No lance seguinte, o Jogador Número Seis do Maribor esteve a uma unha negra de marcar golo na própria baliza. Que sorte para o Maribor e que azar para o Braga!
Sai um cartão amarelo para o Jogador Número Oito do Maribor. Ele é famoso por ver muitos cartões. Eu não o conheço. Não tarda nada e está a jogar no Porto. É um jogador que se deve enquadrar bem no espírito dessa equipa. Como eles passam impunes no nosso campeonato, vale a pena contratá-los para usarem do seu jogo rasteiro e extremamente lesivo para os adversários.
Bem, aquela colectividade desportiva de que estava a falar não está a jogar. Jogou anteontem. E perdeu, diga-se de passagem. O Braga é que está a jogar e ganha. Já poderia até estar a ganhar por muitos.
Num lance confuso com muitos jogadores das duas equipas junto á área da equipa eslovena, Elderson faz o terceiro golo. O defesa nigeriano havia marcado no jogo da primeira volta na Eslovénia. O verdadeiro carrasco do Maribor. Ele que não marca assim tantos golos. Acontece frente ao mesmo adversário porque o seu oponente- o Jogador Número Seis- é um miúdo bem verdinho que terá aí uns dezoito anos. Foi aquele jogador que há pouco quase marcava na própria baliza. Como esse jogador é inexperiente e, ainda por cima, adianta-se em demasia no terreno, o nigeriano faz ali o que quer pelo corredor esquerdo. Neste golo, mais uma vez, Alan está presente. Ele está nos três golos do Braga. Grande jogo do jogador Número Trinta do Braga!
Lima vê cartão amarelo por ter saído antecipadamente da barreira aquando da marcação de um livre que não ofereceu grande perigo…a não ser para Mossoró que levou com a bola na cara.
Grande defesa de Quim a responder a um remate do Jogador Número Setenta (penso que era esse o número da camisola dele). Sem deixa cair a bola, o jogador do Maribor rematou de primeira e Quim teve de defender categoricamente para canto. Ainda no rescaldo desse lance, Quim volta a aplicar-se.
O Maribor carrega e Quim responde “presente”. Acordaram agora, os eslovenos.
Do outro campo do mesmo grupo chegam boas notícias para o Braga. O Bruges está a vencer o Birmingham. Em Braga, o jogo chega ao intervalo com uns concludentes 3-0 no marcador.
Alan ia marcando o quarto golo. A segunda parte ainda mal tinha começado. O brasileiro hoje está bem disposto e empenhado. O Braga começa a segunda parte tal como havia iniciado o jogo. Está a carregar intensivamente. Quase sufoca a equipa adversária.
O Maribor responde também com perigo. Mossoró responde com um remate cruzado e sem perigo.
Empunhando o cartão amarelo, o árbitro corre com ar ameaçador na direcção do Jogador Número Seis do Maribor para lho mostrar. Este jogador cometeu uma falta sobre Mossoró.
O jogador que há pouco viu o cartão amarelo cruzou milimetricamente para o golo do Jogador Número Dezassete. Estamos com sessenta e dois minutos de jogo.
De livre, o Jogador Numero Dez do Maribor faz a bola bater com estrondo no poste da baliza defendida por Quim. Entretanto o autor do golo do Maribor ameaça voltar a marcar.
Andanovic soca um potente remate de Hugo Viana. Agora é Baiano por cima. O jogo está bom nesta fase.
Elderson rematou mas devia ter cruzado. Entretanto sai um cartão amarelo para Hélder Barbosa por alegadamente estar a demorar a sair. Ele foi substituído por Paulo César.
Do outro jogo chega a notícia do empate a dois golos entre Bruges e Birmingham.
O Braga carrega. Lima remata ao poste enquanto que Paulo César acerta na malha lateral da baliza defendida por Andanovic.
Djamal também tenta a sua sorte mas o guarda-redes esloveno defende para canto. Este lance viria a dar o quarto golo do Braga que foi da autoria de Paulo Vinícius. Para não variar, Alan interferiu na jogada.
O espanhol Mérida tenta a sua sorte mas a bola não entrou. Seria um golaço! O espanhol volta a tentar e desta vez obtém o que procurava- o golo. É o quinto para o Braga que nesta noite de chuva goleia o Maribor por concludentes 5-1.
Wednesday, November 23, 2011
Ficção
Vamos então narrar o que restou de uma noite de sonhos em que estive constantemente a acordar.
Sonhei que lia um livro. De início a obra era um pouco enfadonha mas, aos poucos, foi tendo relatos impressionantes de cenas de extrema violência e brutalidade.
A trama desenrolava-se em torno de um cidadão russo, no tempo da Guerra Fria, que foi para a américa Latina armado em espião e ali cometia crimes do mais hediondo que havia.
Como já me estava a assustar (coisa que nunca me acontece na realidade), passou-me pela ideia deixar de parte aquele livro. Que coisa impensável no mundo real! Quanto mais acção, crime, intriga e morte um livro tiver, é da maneira que o devoro mais rapidamente.
Tinha chegado a minha casa um casal da Figueira da Foz que iria desenvolver umas actividades na minha terra. Eles eram amigos da minha irmã e por isso ela lhes deu guarida lá em casa.
O elemento masculino do casal chamava-se Paulo Pinho e estava ainda a recuperar de uma gastroenterite que havia contraído. Eu e os desarranjos intestinais de desconhecidos. Mais um dado intrigante para os psicanalistas empenhados em estudar casos difíceis tentarem decifrar.
Estávamos todos em casa a ver televisão a seguir ao noticiário da uma. A seguir ao noticiário normalmente dão novelas. Se é assim na vida real, não será muito diferente nos sonhos.
Numa novela, um casal que se encontrava clandestinamente estava prestes a ser flagrado pelo marido da protagonista. O clima era de suspense. No momento em que se ia dar o indesejável encontro, o meu pai mudou a televisão de canal para ver uma insonsa novela brasileira em que nada de relevante se passava. Ficámos todos desolados.
Ainda pensava que ia ter tempo de dormir mais um pouco mas o despertador tocou. Eram horas de passar da ficção à realidade.
Sonhei que lia um livro. De início a obra era um pouco enfadonha mas, aos poucos, foi tendo relatos impressionantes de cenas de extrema violência e brutalidade.
A trama desenrolava-se em torno de um cidadão russo, no tempo da Guerra Fria, que foi para a américa Latina armado em espião e ali cometia crimes do mais hediondo que havia.
Como já me estava a assustar (coisa que nunca me acontece na realidade), passou-me pela ideia deixar de parte aquele livro. Que coisa impensável no mundo real! Quanto mais acção, crime, intriga e morte um livro tiver, é da maneira que o devoro mais rapidamente.
Tinha chegado a minha casa um casal da Figueira da Foz que iria desenvolver umas actividades na minha terra. Eles eram amigos da minha irmã e por isso ela lhes deu guarida lá em casa.
O elemento masculino do casal chamava-se Paulo Pinho e estava ainda a recuperar de uma gastroenterite que havia contraído. Eu e os desarranjos intestinais de desconhecidos. Mais um dado intrigante para os psicanalistas empenhados em estudar casos difíceis tentarem decifrar.
Estávamos todos em casa a ver televisão a seguir ao noticiário da uma. A seguir ao noticiário normalmente dão novelas. Se é assim na vida real, não será muito diferente nos sonhos.
Numa novela, um casal que se encontrava clandestinamente estava prestes a ser flagrado pelo marido da protagonista. O clima era de suspense. No momento em que se ia dar o indesejável encontro, o meu pai mudou a televisão de canal para ver uma insonsa novela brasileira em que nada de relevante se passava. Ficámos todos desolados.
Ainda pensava que ia ter tempo de dormir mais um pouco mas o despertador tocou. Eram horas de passar da ficção à realidade.
Lembram-se de Manduca?
O programa futebolístico para hoje consistia em ver o que faziam Hulk e seus companheiros numa partida a contar para mais uma jornada da Liga dos Campeões onde o Porto não goza de muito boa saúde.
Frente a uma equipa que jogava quase com tantos portugueses de início como o Porto, os tripeiros voltaram a arrastar-se no campo e a perder. As coisas estão complicadíssimas para o vencedor da Liga Europa da época passada.
Para já o nosso amigo Hulk começa com um remate extremamente fraco. Ele personifica toda a sua equipa. Está uma sombra do que foi na época passada.
Então? Nem uma oportunidade de golo para amostra? Que pobreza está este jogo! Bah!
Há uma queda suspeita do capitão de equipa do Apoel na área do Porto num lance com Rolando. Nada foi assinalado. Alguns instantes depois é assinalado fora de jogo a anular uma jogada de algum perigo dos cipriotas.
Alvaro Pereira apresenta algumas queixas. Levanta-se do banco Sapunaru para aquecer.
Sai mais um remate do nosso amigo Hulk para defesa de Pardo.
Que perigo! Ailton cabeceia ao poste da baliza do Porto. É canto. Este lance surge antes de Mangala cometer uma grande penalidade sobre o Jogador Número Oito do Apoel que, se não me engano, é o mesmo jogador que havia enviado a bola ao poste instantes antes. Estou a falar de Ailton. É ele que converte em golo o castigo máximo.
O intervalo chega com o Porto a perder por 1-0. Este golo vem na melhor altura para os cipriotas. Estávamos a minuto e meio do apito do árbitro quando a grande penalidade foi convertida.
Ailton já está a meter nojo aos jogadores que vestem de azul e branco. Sendo um jogador duro, Mangala já o tenta lesionar. O jogo endurece. Agora é o português do Apoel Nuno Morais que se queixa deitado no relvado.
Na sequência de um livre, Mangala quase marcava. James Rodriguez também tenta o golo mas o remate vai direito às mãos de Pardo.
Aposto em como o Porto se vai queixar do estado da relva se perder!
Prepara-se para entrar o Jogador Número Cinco do Apoel- um bósnio chamado Jahic- que eu me lembro de ter defrontado Portugal há dois anos, aquando da disputa do apuramento para o Mundial 2010. Agora a história repete-se. Portugal volta a discutir o apuramento para uma grande competição- o Euro 2012- também com os bósnios. Segundo os sábios comentadores televisivos, este jogador que acaba de entrar e que se chama Jahic, é uma presença habitual nas convocatórias da selecção da Bósnia…mas já não joga na selecção desde 2010. É um jogador que pode defrontar Portugal, ai disso não haja dúvidas. Enfim…se ele não fez falta ao seleccionador bósnio durante a fase de qualificação, acho que não é agora que vai fazer, digo eu.
Os mesmos comentadores televisivos que disseram que um jogador que não vai à selecção nacional desde 2010 é uma presença habitual nas convocatórias dizem agora que o Jogador Número Vinte E Dois do Porto tem tido intervenções muito proveitosas. Pois tem. Se a memória não me falha, até foi ele que cometeu a grande penalidade que deu o golo com que o Porto está a perder o jogo. O que realmente se tem visto fazer ao jogador francês é tentar lesionar os jogadores mais influentes da equipa adversária. Não tarda está na rua! Com outro árbitro a apitar este jogo, aqueles cotovelos perigosamente levantados ao nível das cabeças dos adversários e algumas entradas mais impetuosas que tem tido já lhe dariam direito a um banhinho de água quentinha antes de todos os outros jogadores.
Nos últimos tempos, Hulk não tem ouvido outro som que não uma monumental assobiadela. Como se não bastasse ser assobiado pelos próprios adeptos do Porto no seu próprio estádio, aqui os adeptos cipriotas brindam-no com igual tratamento de cada vez que toca na bola.
Sai mais um remate perigoso que Helton resolve com relativa facilidade.
Aquele é o mesmo Solari que jogava no Real Madrid no tempo em que Figo e Zidane também lá jogavam? Na camisola tem escrito “Tano”.
Agora é assinalada uma grande penalidade sobre James . O Porto tem oportunidade de empatar o jogo. Foi esperto, o colombiano do Porto. Não era grande penalidade nenhuma. Hulk transforma a grande penalidade. Mais um insuportável coro de assobios!
O Porto mal teve tempo de saborear o golo do empate porque volta a haver golo para o Apoel. O autor do golo foi Manduca- antigo jogador do Benfica e que, para além do Glorioso, evoluiu noutros emblemas do nosso Campeonato. Depois de ter apontado o golo que pode valer três pontos para as suas cores, Gustavo Manduca sai para a ovação.
O Porto ainda tenta um último forcing mas já parece ser tarde. Ainda assim, Fucile cabeceia para defesa de Pardo.
Que quer Hulk????? O jogo já acabou e o Porto perdeu com o Apoel de Nicósia por 2-1. Agora terá de vencer os próximos jogos para seguir em frente na Champions.
Frente a uma equipa que jogava quase com tantos portugueses de início como o Porto, os tripeiros voltaram a arrastar-se no campo e a perder. As coisas estão complicadíssimas para o vencedor da Liga Europa da época passada.
Para já o nosso amigo Hulk começa com um remate extremamente fraco. Ele personifica toda a sua equipa. Está uma sombra do que foi na época passada.
Então? Nem uma oportunidade de golo para amostra? Que pobreza está este jogo! Bah!
Há uma queda suspeita do capitão de equipa do Apoel na área do Porto num lance com Rolando. Nada foi assinalado. Alguns instantes depois é assinalado fora de jogo a anular uma jogada de algum perigo dos cipriotas.
Alvaro Pereira apresenta algumas queixas. Levanta-se do banco Sapunaru para aquecer.
Sai mais um remate do nosso amigo Hulk para defesa de Pardo.
Que perigo! Ailton cabeceia ao poste da baliza do Porto. É canto. Este lance surge antes de Mangala cometer uma grande penalidade sobre o Jogador Número Oito do Apoel que, se não me engano, é o mesmo jogador que havia enviado a bola ao poste instantes antes. Estou a falar de Ailton. É ele que converte em golo o castigo máximo.
O intervalo chega com o Porto a perder por 1-0. Este golo vem na melhor altura para os cipriotas. Estávamos a minuto e meio do apito do árbitro quando a grande penalidade foi convertida.
Ailton já está a meter nojo aos jogadores que vestem de azul e branco. Sendo um jogador duro, Mangala já o tenta lesionar. O jogo endurece. Agora é o português do Apoel Nuno Morais que se queixa deitado no relvado.
Na sequência de um livre, Mangala quase marcava. James Rodriguez também tenta o golo mas o remate vai direito às mãos de Pardo.
Aposto em como o Porto se vai queixar do estado da relva se perder!
Prepara-se para entrar o Jogador Número Cinco do Apoel- um bósnio chamado Jahic- que eu me lembro de ter defrontado Portugal há dois anos, aquando da disputa do apuramento para o Mundial 2010. Agora a história repete-se. Portugal volta a discutir o apuramento para uma grande competição- o Euro 2012- também com os bósnios. Segundo os sábios comentadores televisivos, este jogador que acaba de entrar e que se chama Jahic, é uma presença habitual nas convocatórias da selecção da Bósnia…mas já não joga na selecção desde 2010. É um jogador que pode defrontar Portugal, ai disso não haja dúvidas. Enfim…se ele não fez falta ao seleccionador bósnio durante a fase de qualificação, acho que não é agora que vai fazer, digo eu.
Os mesmos comentadores televisivos que disseram que um jogador que não vai à selecção nacional desde 2010 é uma presença habitual nas convocatórias dizem agora que o Jogador Número Vinte E Dois do Porto tem tido intervenções muito proveitosas. Pois tem. Se a memória não me falha, até foi ele que cometeu a grande penalidade que deu o golo com que o Porto está a perder o jogo. O que realmente se tem visto fazer ao jogador francês é tentar lesionar os jogadores mais influentes da equipa adversária. Não tarda está na rua! Com outro árbitro a apitar este jogo, aqueles cotovelos perigosamente levantados ao nível das cabeças dos adversários e algumas entradas mais impetuosas que tem tido já lhe dariam direito a um banhinho de água quentinha antes de todos os outros jogadores.
Nos últimos tempos, Hulk não tem ouvido outro som que não uma monumental assobiadela. Como se não bastasse ser assobiado pelos próprios adeptos do Porto no seu próprio estádio, aqui os adeptos cipriotas brindam-no com igual tratamento de cada vez que toca na bola.
Sai mais um remate perigoso que Helton resolve com relativa facilidade.
Aquele é o mesmo Solari que jogava no Real Madrid no tempo em que Figo e Zidane também lá jogavam? Na camisola tem escrito “Tano”.
Agora é assinalada uma grande penalidade sobre James . O Porto tem oportunidade de empatar o jogo. Foi esperto, o colombiano do Porto. Não era grande penalidade nenhuma. Hulk transforma a grande penalidade. Mais um insuportável coro de assobios!
O Porto mal teve tempo de saborear o golo do empate porque volta a haver golo para o Apoel. O autor do golo foi Manduca- antigo jogador do Benfica e que, para além do Glorioso, evoluiu noutros emblemas do nosso Campeonato. Depois de ter apontado o golo que pode valer três pontos para as suas cores, Gustavo Manduca sai para a ovação.
O Porto ainda tenta um último forcing mas já parece ser tarde. Ainda assim, Fucile cabeceia para defesa de Pardo.
Que quer Hulk????? O jogo já acabou e o Porto perdeu com o Apoel de Nicósia por 2-1. Agora terá de vencer os próximos jogos para seguir em frente na Champions.
Subscribe to:
Posts (Atom)