Monday, December 25, 2017

“666 Park Avenue” (impressões pessoais)

Para leitura desta época natalícia, calhou em sorte esta obra de pura ficção sobre bruxas e a rivalidade entre elas.

Há quem acredite que ser bruxa simplesmente se herda. Outros defendem que tais habilidades se podem trabalhar, tal como se treina a escrita ou uma modalidade desportiva.

Nesta obra trata-se da herança dos dons de bruxa que passam de mãe para filha. E se a bruxa não tiver nenhuma filha que continue o seu legado? Fará de tudo para casar o seu filho com uma bruxa verdadeira, uma puro sangue. Nem que para isso tenha de ir ao outro lado do Mundo. A França? Sim, sempre ouvi dizer que França era um local muito bom para bruxas.

Só que a bruxa francesa não sabia que era bruxa até a avó aparecer morta na quinta isolada de tudo onde vivia e nem sabia no que se estava a meter ao casar com um rapaz americano vindo de uma família muito chique, da alta sociedade. Uma família de bruxas malvadas, portanto.

Assim se desenrola esta história que li de uma penada. Bem, também tive algum tempo para ler.

Já tenho em mãos outro livro, outras aventuras. Agora vamos para um romance de época, uma narrativa de viagens, o que lhe queiramos chamar.

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