Pego agora neste texto de Marcel Proust enquanto pedalo um pouco para aquecer.
O romancista francês nascido em 1871 e falecido em 1922 faz uma reflexão sobre o significado dos livros na sua vida e as memórias que estes invocam. Como não podia deixar de ser, os livros desde cedo fizeram parte da vida do pequeno Marcel. Muitas vezes ele juntava as sensações e sentimentos de um livro com o que o rodeava.
Quando ele próprio começou a escrever, nem por isso abandonou a leitura. Um escritor tem sempre de ler outros escritores e ler muito. Também deve vivenciar algumas experiências.
Depois existe uma segunda parte que é uma entrevista datada de 1983 à governanta de Marcel Proust. Talvez tenha sido a única mulher que fez parte da vida do excêntrico romancista. Ela desmente a homossexualidade de Proust e outros boatos que circulavam sobre ele. Dá conta das suas crises de asma que o levavam a só sair á noite quando as ruas estão menos poluídas e mais desertas.
O grande amor de Proust era mesmo a sua escrita. vivia para escrever.
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