Sydnei, 34 anos, contabilista, uma falhada nos relacionamentos, pressionada pela mãe para constituir família, viciada em relacionamentos por aplicações móveis. Também ela (adivinharam) não conhece bem as pessoas da sua confiança e desconfia das pessoas erradas, confiando também nas pessoas das quais deveria correr o mais rápido possível. Típico dos livros da Freida McFadden e de outras escritoras de thrillers que lhe seguem as pisadas.
Depois de Tom, um charmoso médico, a ter salvo de um encontro inoportuno que correu mal, Sydnei fica apaixonada. Uma sua amiga andava a encontrar-se com um médico e acaba brutalmente assassinada. Sydnei desconfia do namorado da sua melhor amiga…
Com o tempo, ela deteta sinais de alarme em Tom e quando finalmente pensa em se afastar dele pode ser tarde demais.
Mais uma vez, Freida consegue-nos baralhar. A pessoa que comete os assassinatos acaba por ser a pessoa menos óbvia. No início eu pensei que o amigo do Tom, que nunca chegámos a saber o verdadeiro nome dele no livro, apenas sendo tratado pela alcunha de “Lesma” era o Kevin que inicialmente se tinha encontrado com a Sydnei. Depois pensei ainda que esse indivíduo era o namorado da melhor amiga da Sydnei, aquele do qual desconfiei de ser o assassino. Mas já percebo que nem tudo nos livros de Freida é preto no branco. Olhem o último!
Não espanta que os amantes de thriller elejam a médica norte-americana como a maior referência no género.
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