Peço desculpas à senhora em causa, a qual muito respeito e admiro, pelo atrevimento do meu subconsciente em a colocar numa posição, digamos, embaraçosa.
Este sonho conta-se em poucas palavras. Havia um concerto de Elisabeth Andreassen. Já devia ser antigo. Não creio que aquilo fosse uma performance da Eurovisão.
Ela apresentava-se com uma camisola branca simples e uns calções muito curtos azuis que brilhavam com as luzes. Deixava ver as suas longas pernas bem torneadas. Ela ia dançando de forma provocante, imaginem, e a plateia já estava ao rubro, como se deve calcular.
Para apimentar ainda mais as coisas, “Betan”, como também é conhecida, virou o seu traseiro bem feito para a plateia e arregaçou os calções para cima, fazendo tipo cueca. Então surgiram da plateia inúmeras mãos que a começaram a apalpar sem pudor.
Acordei intrigada. Tudo isto porque a senhora em causa é alguém que eu sempre aprendi a admirar, a respeitar, a levar em consideração. Sou grande fã desta senhora e não percebo porque é que o meu subconsciente me brindou com um sonho tão libidinoso, por assim dizer.
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