Sunday, December 14, 2025

O desafiante percurso da S. silvestre de Coimbra

 


a tarde não estava muito fria, ou estava menos fria do que era espectável no mês de dezembro. As condições estavam ótimas para a prática da corrida que sabíamos que ia ser diferente de há dois anos porque agora há o Metrubus. De referir que o ano passado não fiz a prova por ter tido torneio de Showdown no mesmo dia.

 

Não sei como ia estar fisicamente, pois venho enfrentando alguns problemas respiratórios, fruto dos vírus que andam aí. O último treino que fiz não tinha deixado boas indicações. Mas acabei por fazer uma boa prova, atendendo aos desafios do novo traçado e a essa atenuante. Acabo por fazer um tempo muito semelhante ao de há dois anos, quando eu corria melhor do que corro agora. Ainda não vi o tempo mas talvez tenha andado perto disso.

 

Terminei a prova completamente extenuada, dadas as exigências mas feliz pelo dever cumprido e por tudo ter corrido bem.

 

Agradeço ao meu guia,  Paulo Trindade, que me deu força e algumas dicas de como superar o cansaço e como abordar tecnicamente subidas e descidas mais íngremes. Ele, que vai voltar a ser meu guia na S. Silvestre de Mortágua no próximo sábado- prova na qual fiz o melhor tempo até agora mas há dois anos.

 

Lembro-me de uma parte da prova deste sábado em que ultrapassei um número considerável de pessoas, aí umas vinte. Salvo erro, foi antes de chegar aos Arcos. Se eu ia que já não podia naquela fase, então as outras pessoas iam mais de rastos do que eu. Apesar de não ir nas melhores condições, aquele momento deu-me energia que eu fui buscar onde já não sabia que tinha. Se calhar é uma das imagens que vou recordar.

 

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