Sonhei com uma viagem da ACAPO que se tinha de fazer até Castelo Branco, Covilhã e afins.
Claro que me inscrevi! Eu, que adoro viagens, lá ia no autocarro a tirar fotografias às belas paisagens com um rio ao fundo. Era maravilhoso!
Fomos visitar um monumento que eu já havia visitado antes e já conhecia de cor todos os cantos e recantos.
Depois da visita fui comprar recordações, nomeadamente canetas. Havia-as de muitas cores e imensas variedades. Como coleccionadora que sou, decidi comprar uma de cada e mais outros objectos engraçados que vi lá à venda. Gastei ali imenso dinheiro mas também não era todos os dias que ali vinha. Sempre que faço uma viagem, penso sempre da mesma forma quando se trata de comprar algo que tenha a ver com os usos e costumes do local que visito.
Ainda estive longo tempo a conversar com a jovem que ali estava a vender as recordações enquanto pagava. Ela disse que me conhecia e que eu também a conhecia a ela. Eu é que não me lembrava dela.
Acabei por sair do museu, castelo ou lá o que era muito depois de os outros meus colegas terem saído. Havia que ir dormir. Então não é que a viagem era de dois dias e ninguém me avisou! Bem…isso não era problema…ou não seria, se acaso não se viesse a verificar a cena que se passou a seguir.
Havia uma sala muito ampla a servir de enorme quaro com muitas camas rasas e individuais Quando cheguei, indicaram-me uma cama onde eu iria ficar. O problema é que já lá estava uma senhora que não primava pelo brio na higiene pessoal.
Eu estava indignada. Então toda a gente estava a dormir em camas individuais e logo eu tinha de dormir com aquela criatura que, para além de cheirar a suor e catinga, ainda ocupava a cama toda? Fuh!
Lamentava-me de não ter trazido o meu saco-cama para ir dormir para o lado contrário da sala, bem lá para o fundo onde ninguém me chateasse. Bem, também ninguém me tinha dito que tínhamos de pernoitar. Aliás, se bem me recordo, ainda não era completamente de noite quando nos instalámos nos nossos “aposentos”.
Acordei indignada mas sempre me contentei com o conforto de não haver ninguém a dormir comigo.
Tuesday, January 31, 2012
Os carrascos estão de volta
Porto e Vitória de Guimarães voltaram-se a encontrar pela terceira vez nesta época. A vitória acabou por sorrir ao Porto que, com o adiantamento deste jogo em relação ao do Benfica com o Gil Vicente, se encontrará na frente do Campeonato apenas por escassas horas. Neste jogo Rolando voltou a marcar um golo contra o Guimarães...e Faouzi voltou a marcar contra os dragões. São os carrascos de cada uma das duas equipas.
Que luta vai para ali entre Edgar e Otamendi!
Depois de ter sido o autor de dois golos que deram a vitória ao Porto na Supertaça em Agosto precisamente contra o Guimarães, Rolado faz agora o primeiro golo desta partida aos dezoito minutos.
A bola ainda entra novamente na baliza dos vimaranenses mas Defour estava fora de jogo. Do outro lado, Paulo Sérgio cria perigo mas Rolando evita males maiores.
É Alex o jogador do Vitória de Guimarães que agora se encontra estendido no relvado.
João Paulo quase marca à beira do intervalo. Ainda é canto. O Guimarães agora carrega.
João Paulo agora antecipa-se a Kleber num lance que parecia ser bastante perigoso. O Porto insiste mas é assinalado um fora de jogo.
Há agora um lance muito rasgadinho que tem como protagonistas Edgar e João Moutinho.
Kleber está incrível. Que falta de jeito!
Quem é aquele? É o Danilo? O tão falado craque que o Porto anseia por colocar em campo? É pois.
O intervalo chega com a vitória parcial do Porto por 1-0.
Mal começou a segunda parte e já surge o segundo golo do Porto por intermédio de João Moutinho. Por acaso a assistência para este golo foi de Kleber. O Jogador Número Onze do Porto protagoniza mais um lance de perigo. Fez-lhe bem este intervalo!
Alvaro Pereira remata para grande defesa de Nilson. E sai mais um remate do mesmo jogador no instante seguinte.
Toscano falha oportunidade de reduzir a desvantagem para o Vitória de Guimarães.
Vem aí o nosso amigo, o Faouzi, para colocar todos os caceteiros do Porto em sentido. Aposto que virão aí cartões amarelos por causa dele, apesar de não estar cá mais o seu grande amigo Fucile que já está de malas feitas para ir distribuir frutinha tropical no Brasil.
Novamente Toscano a rematar, desta vez sem perigo para as mãos de Helton.
Momento insólito no jogo. Protagonista? O Jogador Número Onze do Porto que se chama Kleber e tem andado algo cinzento segundo Joaquim Ritta. O avançado do Porto vê um cartão amarelo agora por, imagine-se, ter perdido uma bota e ter prosseguido com o domínio da bola descalço de um pé. As leis são bem claras e punem este insólito tipo de comportamento com acção disciplinar.
Aí vem ele! Fujam! Estou a falar do Faouzi que vai entrar na companhia de Pedro Mendes. São duas alterações produzidas por Rui Vitória para tentar que o Guimarães se torne mais perigoso. Sim, já se viu que aquele jogador ali que vai entrar, que enverga o Número Vinte, já deu provas de ser um diabo à solta para os defesas do Porto.
Mal entrou, o Jogador Número Vinte do Guimarães, a quem toda a gente apetece bater (inclusive os adeptos fanáticos da sua equipa quando as coisas não correm bem), já é presenteado com uma sarrafada de Fernando que vê o cartão amarelo e fica de fora no jogo da próxima jornada que é contra o Gil Vicente.
É golo do Guimarães? Adivinhem quem marcou! Isso mesmo, o nosso amigo Faouzi. Se alguém o tentasse deter ali com uma entrada assassina, seria grande penalidade e o Porto ficaria seguramente a jogar com dez. Muito gosta ele de marcar golos ao Porto!
Este já é o enésimo remate de Alvaro Pereira neste jogo. Desta vez sai muito fraco, muito a desejar.
Aí vem ele finalmente. O tão aguardado craque brasileiro que custou uma fortuna ao clube liderado por Pinto da Costa prepara-se finalmente para entrar. É que os adeptos do Porto já não podiam mais. Já estavam quase a rebentar pelas costuras de tanta ansiedade por ver o novo reforço em acção.
Sai mais um remate de Kleber novamente para fora. E Danilo também já remata à baliza do Guimarães. De longe, João Moutinho também remata para fora.
Anderson Santana vê o cartão amarelo por ter cometido o sacrilégio de tocar nas pernas do precioso craque portista que, se acaso se lesionasse, iria ser uma catástrofe.
É assinalada uma grande penalidade por falta de Toscano sobre James. É o próprio jogador colombiano quem converte a grande penalidade no terceiro golo do Porto.
Apenas e só por protestos, Edgar vê o cartão amarelo.
Ainda há um remate de Freire mas sem perigo. Faouzi agora com um cruzamento disparatado. O resultado cifrou-se em 3-1 para os portistas. Pelo mesmo resultado, o Benfica viria, horas mais tarde, a derrotar o Gil Vicente e, portanto, os tripeiros tiveram pouco tempo para saborear a liderança provisória que resultou do facto de o jogo do Glorioso ter sido realizado mais tarde.
Que luta vai para ali entre Edgar e Otamendi!
Depois de ter sido o autor de dois golos que deram a vitória ao Porto na Supertaça em Agosto precisamente contra o Guimarães, Rolado faz agora o primeiro golo desta partida aos dezoito minutos.
A bola ainda entra novamente na baliza dos vimaranenses mas Defour estava fora de jogo. Do outro lado, Paulo Sérgio cria perigo mas Rolando evita males maiores.
É Alex o jogador do Vitória de Guimarães que agora se encontra estendido no relvado.
João Paulo quase marca à beira do intervalo. Ainda é canto. O Guimarães agora carrega.
João Paulo agora antecipa-se a Kleber num lance que parecia ser bastante perigoso. O Porto insiste mas é assinalado um fora de jogo.
Há agora um lance muito rasgadinho que tem como protagonistas Edgar e João Moutinho.
Kleber está incrível. Que falta de jeito!
Quem é aquele? É o Danilo? O tão falado craque que o Porto anseia por colocar em campo? É pois.
O intervalo chega com a vitória parcial do Porto por 1-0.
Mal começou a segunda parte e já surge o segundo golo do Porto por intermédio de João Moutinho. Por acaso a assistência para este golo foi de Kleber. O Jogador Número Onze do Porto protagoniza mais um lance de perigo. Fez-lhe bem este intervalo!
Alvaro Pereira remata para grande defesa de Nilson. E sai mais um remate do mesmo jogador no instante seguinte.
Toscano falha oportunidade de reduzir a desvantagem para o Vitória de Guimarães.
Vem aí o nosso amigo, o Faouzi, para colocar todos os caceteiros do Porto em sentido. Aposto que virão aí cartões amarelos por causa dele, apesar de não estar cá mais o seu grande amigo Fucile que já está de malas feitas para ir distribuir frutinha tropical no Brasil.
Novamente Toscano a rematar, desta vez sem perigo para as mãos de Helton.
Momento insólito no jogo. Protagonista? O Jogador Número Onze do Porto que se chama Kleber e tem andado algo cinzento segundo Joaquim Ritta. O avançado do Porto vê um cartão amarelo agora por, imagine-se, ter perdido uma bota e ter prosseguido com o domínio da bola descalço de um pé. As leis são bem claras e punem este insólito tipo de comportamento com acção disciplinar.
Aí vem ele! Fujam! Estou a falar do Faouzi que vai entrar na companhia de Pedro Mendes. São duas alterações produzidas por Rui Vitória para tentar que o Guimarães se torne mais perigoso. Sim, já se viu que aquele jogador ali que vai entrar, que enverga o Número Vinte, já deu provas de ser um diabo à solta para os defesas do Porto.
Mal entrou, o Jogador Número Vinte do Guimarães, a quem toda a gente apetece bater (inclusive os adeptos fanáticos da sua equipa quando as coisas não correm bem), já é presenteado com uma sarrafada de Fernando que vê o cartão amarelo e fica de fora no jogo da próxima jornada que é contra o Gil Vicente.
É golo do Guimarães? Adivinhem quem marcou! Isso mesmo, o nosso amigo Faouzi. Se alguém o tentasse deter ali com uma entrada assassina, seria grande penalidade e o Porto ficaria seguramente a jogar com dez. Muito gosta ele de marcar golos ao Porto!
Este já é o enésimo remate de Alvaro Pereira neste jogo. Desta vez sai muito fraco, muito a desejar.
Aí vem ele finalmente. O tão aguardado craque brasileiro que custou uma fortuna ao clube liderado por Pinto da Costa prepara-se finalmente para entrar. É que os adeptos do Porto já não podiam mais. Já estavam quase a rebentar pelas costuras de tanta ansiedade por ver o novo reforço em acção.
Sai mais um remate de Kleber novamente para fora. E Danilo também já remata à baliza do Guimarães. De longe, João Moutinho também remata para fora.
Anderson Santana vê o cartão amarelo por ter cometido o sacrilégio de tocar nas pernas do precioso craque portista que, se acaso se lesionasse, iria ser uma catástrofe.
É assinalada uma grande penalidade por falta de Toscano sobre James. É o próprio jogador colombiano quem converte a grande penalidade no terceiro golo do Porto.
Apenas e só por protestos, Edgar vê o cartão amarelo.
Ainda há um remate de Freire mas sem perigo. Faouzi agora com um cruzamento disparatado. O resultado cifrou-se em 3-1 para os portistas. Pelo mesmo resultado, o Benfica viria, horas mais tarde, a derrotar o Gil Vicente e, portanto, os tripeiros tiveram pouco tempo para saborear a liderança provisória que resultou do facto de o jogo do Glorioso ter sido realizado mais tarde.
Monday, January 30, 2012
Comendo gato
Sonhei que comia co avidez as coxas e outros pedaços de carne de gato. Esta iguaria estava bem condimentada. Penso até que sabia a caril.
A carne usada neste prato provinha de antigos gatos que tivemos lá em casa e que desapareceram ou morreram atropelados.
A minha mãe terá congelado a carne dos gatos, temperou- a muito bem, de forma a poder vir a ser cozinhada e comida mais tarde.
Eu nem queria acreditar que aquela carne que me estava a saber tão bem era da Juju. Quando me foi dada a conhecer a origem da carne, esta já não me estava a saber tão bem.
Acordei intrigada com o teor macabro deste sonho.
As memórias permanecerão bem vivas
Acabo de assistir às cerimónias fúnebres de uma senhora que sempre conheci em toda a minha vida já de uma certa idade.
Apesar de todos sabermos ser normal assistirmos ao seu funeral devido à sua idade avançada e não ser normal ela um dia poder assistir ao nosso, a morte de alguém que foi tão bom para nós deixa sempre alguma saudade e profunda tristeza.
Não posso deixar de me sentir consternada ao invocar memórias ainda do tempo em que era criança e em que esta senhora ajudava a minha mãe nas terras, nos pinhais, a matar frangos. Na casa de forno...Sempre a conheci já com uma certa idade e foi já com uma longa caminhada nesta vida terrena que nos deixou ontem. Contava quase noventa anos.
É com extrema saudade que recordo os tempos em que íamos para os pinhais e esta saudosa senhora me contava as incidências de novelas, de filmes e de séries. Ainda chorei ao relembrar esses momentos.
Ainda há não muito tempo relatei aqui as nossas peripécias nos pinhais. Em muitas dessas histórias divertidas, esta senhora esteve presente. Referi na altura a saga de um boneco da minha irmã que não apareceu no final da jornada diária num pinhal depois de eu o ter besuntado com lama e o ter arremessado para além das árvores. A senhora que agora tristemente sepultamos correu tudo à procura dele.
Quando se matavam frangos em minha casa, ficava ali nas imediações a ouvir as conversas das intervenientes. Esta senhora vinha sempre com histórias novas que eu achava maravilhosas.
O carinho que sentíamos por ela e ela por nós era muito grande. Quando a idade a começou a impedir de trabalhar no campo, ela não deixou de frequentar a minha casa, especialmente aos domingos à tarde. A minha mãe preparava-lhe chá e bolos.
Quando a minha mãe cozia bolos ou broa, ia lá sempre a casa levar. Eu acompanhava-a e ficávamos ali horas esquecidas a conversar.
A vida é assim. Depois de ter cumprido a sua jornada de quase noventa anos de vida, eis que esta chega ao fim, relembrando-nos que ninguém é imortal nesta vida terrena mas pode sê-lo nas memórias que cada um de nós guarda da sua vida entre nós.
Que descanse em Paz!
Apesar de todos sabermos ser normal assistirmos ao seu funeral devido à sua idade avançada e não ser normal ela um dia poder assistir ao nosso, a morte de alguém que foi tão bom para nós deixa sempre alguma saudade e profunda tristeza.
Não posso deixar de me sentir consternada ao invocar memórias ainda do tempo em que era criança e em que esta senhora ajudava a minha mãe nas terras, nos pinhais, a matar frangos. Na casa de forno...Sempre a conheci já com uma certa idade e foi já com uma longa caminhada nesta vida terrena que nos deixou ontem. Contava quase noventa anos.
É com extrema saudade que recordo os tempos em que íamos para os pinhais e esta saudosa senhora me contava as incidências de novelas, de filmes e de séries. Ainda chorei ao relembrar esses momentos.
Ainda há não muito tempo relatei aqui as nossas peripécias nos pinhais. Em muitas dessas histórias divertidas, esta senhora esteve presente. Referi na altura a saga de um boneco da minha irmã que não apareceu no final da jornada diária num pinhal depois de eu o ter besuntado com lama e o ter arremessado para além das árvores. A senhora que agora tristemente sepultamos correu tudo à procura dele.
Quando se matavam frangos em minha casa, ficava ali nas imediações a ouvir as conversas das intervenientes. Esta senhora vinha sempre com histórias novas que eu achava maravilhosas.
O carinho que sentíamos por ela e ela por nós era muito grande. Quando a idade a começou a impedir de trabalhar no campo, ela não deixou de frequentar a minha casa, especialmente aos domingos à tarde. A minha mãe preparava-lhe chá e bolos.
Quando a minha mãe cozia bolos ou broa, ia lá sempre a casa levar. Eu acompanhava-a e ficávamos ali horas esquecidas a conversar.
A vida é assim. Depois de ter cumprido a sua jornada de quase noventa anos de vida, eis que esta chega ao fim, relembrando-nos que ninguém é imortal nesta vida terrena mas pode sê-lo nas memórias que cada um de nós guarda da sua vida entre nós.
Que descanse em Paz!
Quase trinta e nove anos depois
No outro dia andava à procura desta música para colocar num outro post e reparei num vídeo mais recente desta senhora luxemburguesa a cantar esta mesma música num canal de televisão.
É incrível como ela está tão bem conservada quase trinta e nove anos depois desta brilhante vitória no Festival Eurovisão da Canção em 1973. Comprovem! Os anos por ela parecem não ter passado.
É incrível como ela está tão bem conservada quase trinta e nove anos depois desta brilhante vitória no Festival Eurovisão da Canção em 1973. Comprovem! Os anos por ela parecem não ter passado.
Em poupança
Estão de volta as noites da Taça da Liga em que eu acompanho dois ou mais jogos em simultâneo através da televisão e da rádio ao mesmo tempo. Para esta noite tínhamos o Benfica a receber o Santa Clara e a vencer por 2-0 e o Porto a receber o Estoril e também a vencer por 1-0 com um golo solitário de Varela.
Quando o jogo do Porto se iniciou no Estádio do Dragão, o jogo do Benfica com o Santa Clara registava um nulo a sensivelmente um quarto de hora do intervalo. O Benfica apresentou um onze alternativo com Eduardo, André Almeida e Nélson Oliveira no onze titular. Ah, e Capdevilla.
O Porto não fez assim tantas alterações no seu onze mas parecia estar a jogar em regime de poupança. Destacava-se a titularidade de Varela porque Djalma encontra-se ao serviço da selecção de Angola na CAN 2012.
De cabeça, o central Mangala (que substituiu o castigado Rolando) ia marcando o primeiro golo do Porto à passagem dos dez minutos de jogo.
Na Luz, o guarda-redes sérvio do Santa Clara- Igor Stefanovic- parece querer deixar a sua assinatura no velho livro em que alguns guarda-redes de equipas adversárias do Benfica assinam já desde que me apanhei a ver Futebol. O livro de guarda-redes que fizeram contra o Benfica o jogo das suas vidas. Assim de repente lembro-me do guarda-redes camaronês William do Boavista que, sempre que defrontava o Benfica, era o melhor em campo sem qualquer sombra de discussão. Consta que esse guarda-redes teve uma transferência gorada para o Glorioso e, segundo consta, essa transferência não se consomou...por ser feriado e o notariado estava encerrado. A partir daí, William aproveitava para dar tudo em campo no jogo do Glorioso. Igualmente do Boavista foi Peter Jehle que, nos dois jogos contra o Glorioso, também se exibiu magnificamente. Se a memória não me falha, os dois jogos do Benfica com os axadrezados terminaram empatados a zero. Mais estranho foi Costinha (em fase ascendente da carreira e ao serviço do Belenenses) também fazer um jogo que nunca antes se lhe viu fazer em pleno Estádio da Luz. Uma exibição memorável de um guarda-redes adversário contra o Benfica que ainda hoje me marca foi a de Peter Rufai do Farense no velhinho Estádio de S. Luís. Foi memorável. Era cada defesa...Eles são muitos mais e alguns pareciam esperar a época toda para jogarem com o Benfica para se exibirem em grande estilo. Nenhum conseguiu alinhar pelo Gloriosos na época seguinte, embora eu achasse que deveria ter sido dada a tão ansiada oportunidade a William. Pelo menos valeu pela persistência.
Ah, está o Benfica a jogar com quem? Já me perdi. Ah, é com o Santa Clara. Por isso é que se ouvem assobios ao intervalo pela fraca exibição do Glorioso contra uma equipa da Liga Orangina.
Kleber agora ia marcando para o Porto. Na sequência do canto, Defour remata para fora.
Vítor Moreno do Estoril vê cartão amarelo numa altura em que começa a segunda parte do jogo do Glorioso com o Santa Clara no Estádio da Luz.
Vagner defende o livre de João Moutinho e passa o perigo. O mesmo jogador cabeceia por cima da baliza do Estoril.
Na Luz Witsel, que entrou na segunda parte, já cria bastante perigo. Kleber no Estádio do Dragão falha clamorosamente mais uma boa oportunidade de golo. Com tudo isto o jogo do Porto também chega ao intervalo com um nulo no marcador.
O empate a zero desfaz-se no Estádio da Luz porque Nélson Oliveira acaba de marcar o primeiro golo do Glorioso. Poucos minutos volvidos, Witsel aumenta a vantagem para 2-0 e tranquiliza os adeptos.
No Dragão o jogo já recomeçou e Vagner nega agora o golo a Kleber. O Porto inicia esta segunda parte a carregar. Agora é Alvaro Pereira.
Otamendi vê cartão amarelo por falta sobre Carlos Eduardo. Diogo Amado do Estoril também vê o mesmo cartão por colocar grosseiramente a mão à bola. E sai ainda outro cartão amarelo para um jogador do Estoril. Ultimamente os árbitros (hoje é André Gralha) têm andado a mostrar cartões amarelos aos grupos. Cosme Machado há uns dias atrás mostrou três cartões amarelos em três minutos ou coisa que o valha.
James remata ao poste de livre. Souza agora também vê o cartão amarelo. O livre é perigoso para a baliza portista. Seria se a bola não esbarrasse na barreira.
Varela faz agora um belo golo que é o primeiro do Porto. Entretanto termina o jogo no Estádio da Luz com a vitória do Glorioso por 2-0.
Pelo Dragão até ao fim. Agora James remata para fora. Foi o último lance do jovem colombiano no jogo, pois ele acaba de ser substituído por Belluschi.
Mais um livre extremamente mal marcado por Steven Vitória para o Estoril.
Acabado de entrar na equipa do Estoril, Adilson já vê o cartão amarelo.
Iturbe também entrou em campo na equipa do Porto e agora remata ao lado para grande ovação vinda das bancadas.
Cartão amarelo agora para o jogador Gerso do Estoril. Entretanto Rodriguez arrasta-se penosamente em campo. Já falta pouco para acabar o jogo também. O Porto já esgotou as substituições.
Joaquim Rita (que agora também comenta os jogos na SIC) sobre a ineficácia de Kleber:
- “É um jogador que está cinzento”
Moreira poderia ter empatado o jogo para o Estoril mas falha clamorosamente. O jogo chega ao fim com a vitória por 1-0 do Porto graças ao golo solitário de Varela.
Quando o jogo do Porto se iniciou no Estádio do Dragão, o jogo do Benfica com o Santa Clara registava um nulo a sensivelmente um quarto de hora do intervalo. O Benfica apresentou um onze alternativo com Eduardo, André Almeida e Nélson Oliveira no onze titular. Ah, e Capdevilla.
O Porto não fez assim tantas alterações no seu onze mas parecia estar a jogar em regime de poupança. Destacava-se a titularidade de Varela porque Djalma encontra-se ao serviço da selecção de Angola na CAN 2012.
De cabeça, o central Mangala (que substituiu o castigado Rolando) ia marcando o primeiro golo do Porto à passagem dos dez minutos de jogo.
Na Luz, o guarda-redes sérvio do Santa Clara- Igor Stefanovic- parece querer deixar a sua assinatura no velho livro em que alguns guarda-redes de equipas adversárias do Benfica assinam já desde que me apanhei a ver Futebol. O livro de guarda-redes que fizeram contra o Benfica o jogo das suas vidas. Assim de repente lembro-me do guarda-redes camaronês William do Boavista que, sempre que defrontava o Benfica, era o melhor em campo sem qualquer sombra de discussão. Consta que esse guarda-redes teve uma transferência gorada para o Glorioso e, segundo consta, essa transferência não se consomou...por ser feriado e o notariado estava encerrado. A partir daí, William aproveitava para dar tudo em campo no jogo do Glorioso. Igualmente do Boavista foi Peter Jehle que, nos dois jogos contra o Glorioso, também se exibiu magnificamente. Se a memória não me falha, os dois jogos do Benfica com os axadrezados terminaram empatados a zero. Mais estranho foi Costinha (em fase ascendente da carreira e ao serviço do Belenenses) também fazer um jogo que nunca antes se lhe viu fazer em pleno Estádio da Luz. Uma exibição memorável de um guarda-redes adversário contra o Benfica que ainda hoje me marca foi a de Peter Rufai do Farense no velhinho Estádio de S. Luís. Foi memorável. Era cada defesa...Eles são muitos mais e alguns pareciam esperar a época toda para jogarem com o Benfica para se exibirem em grande estilo. Nenhum conseguiu alinhar pelo Gloriosos na época seguinte, embora eu achasse que deveria ter sido dada a tão ansiada oportunidade a William. Pelo menos valeu pela persistência.
Ah, está o Benfica a jogar com quem? Já me perdi. Ah, é com o Santa Clara. Por isso é que se ouvem assobios ao intervalo pela fraca exibição do Glorioso contra uma equipa da Liga Orangina.
Kleber agora ia marcando para o Porto. Na sequência do canto, Defour remata para fora.
Vítor Moreno do Estoril vê cartão amarelo numa altura em que começa a segunda parte do jogo do Glorioso com o Santa Clara no Estádio da Luz.
Vagner defende o livre de João Moutinho e passa o perigo. O mesmo jogador cabeceia por cima da baliza do Estoril.
Na Luz Witsel, que entrou na segunda parte, já cria bastante perigo. Kleber no Estádio do Dragão falha clamorosamente mais uma boa oportunidade de golo. Com tudo isto o jogo do Porto também chega ao intervalo com um nulo no marcador.
O empate a zero desfaz-se no Estádio da Luz porque Nélson Oliveira acaba de marcar o primeiro golo do Glorioso. Poucos minutos volvidos, Witsel aumenta a vantagem para 2-0 e tranquiliza os adeptos.
No Dragão o jogo já recomeçou e Vagner nega agora o golo a Kleber. O Porto inicia esta segunda parte a carregar. Agora é Alvaro Pereira.
Otamendi vê cartão amarelo por falta sobre Carlos Eduardo. Diogo Amado do Estoril também vê o mesmo cartão por colocar grosseiramente a mão à bola. E sai ainda outro cartão amarelo para um jogador do Estoril. Ultimamente os árbitros (hoje é André Gralha) têm andado a mostrar cartões amarelos aos grupos. Cosme Machado há uns dias atrás mostrou três cartões amarelos em três minutos ou coisa que o valha.
James remata ao poste de livre. Souza agora também vê o cartão amarelo. O livre é perigoso para a baliza portista. Seria se a bola não esbarrasse na barreira.
Varela faz agora um belo golo que é o primeiro do Porto. Entretanto termina o jogo no Estádio da Luz com a vitória do Glorioso por 2-0.
Pelo Dragão até ao fim. Agora James remata para fora. Foi o último lance do jovem colombiano no jogo, pois ele acaba de ser substituído por Belluschi.
Mais um livre extremamente mal marcado por Steven Vitória para o Estoril.
Acabado de entrar na equipa do Estoril, Adilson já vê o cartão amarelo.
Iturbe também entrou em campo na equipa do Porto e agora remata ao lado para grande ovação vinda das bancadas.
Cartão amarelo agora para o jogador Gerso do Estoril. Entretanto Rodriguez arrasta-se penosamente em campo. Já falta pouco para acabar o jogo também. O Porto já esgotou as substituições.
Joaquim Rita (que agora também comenta os jogos na SIC) sobre a ineficácia de Kleber:
- “É um jogador que está cinzento”
Moreira poderia ter empatado o jogo para o Estoril mas falha clamorosamente. O jogo chega ao fim com a vitória por 1-0 do Porto graças ao golo solitário de Varela.
“Stars”- Simply Red (música com memórias)
Segunda-feira, 2 de Janeiro de 1992 (nem quero acreditar que já terão passado vinte anos). Nessa noite, depois de toda a azáfama das festividades, preparava-me para viver um sonho. Uma noite memorável. Uma das mais felizes da minha vida. Foi quando fiz rádio pela primeira vez na Emissora Voz da Bairrada em Oliveira do Bairro.
Fazer rádio sempre foi um dos meus sonhos desde tenra idade. Ainda hoje sinto alguma mágoa por não me ser possível exercer essa actividade e, principalmente, porque lutei bastante para conseguir os meus intentos (o que na realidade consegui) mas, mais uma vez, algo deitou por terra o meu sonho.
Naquela altura eu tinha quinze anos e os meus sonhos estavam bem vivos. Encarava aquela noite em Oliveira do Bairro como de extrema importância. Enchia-me sempre de felicidade quando lá ia mas, como ia fazer rádio nessa noite, acho que levitava de tão feliz que me sentia.
Preparei uma lista de músicas portuguesas e lá fui até Oliveira do Bairro. O meu pai levou-me. Quando lá cheguei, só tive tempo de dar uma última olhadela ao guião que tinha preparado e lá parti à conquista do meu sonho.
Correu tudo muito bem. Não cometi falhas e estava completamente extasiada, sem acreditar que tudo aquilo se estava a passar na realidade. Foi fantástico!
Acabado o programa que fiz juntamente com uma animadora chamada Agostinha (seria novamente com ela que faria novamente o programa em Setembro desse mesmo ano, desta vez um programa infantil), fiquei para assistir ao programa de outra colega, programa esse que era dedicado à Astrologia.
Enquanto ela fazia o programa, fui rascunhando uma carta daquelas que enviava para os discos pedidos de Domingo. Pedi a cada uma das minhas colegas que dissessem uma música para eu colocar como alternativa à primeira que havia escolhido (já não me lembro qual escolhi). A colega que estava a fazer o programa, de nome Celene Rosa, mencionou esta música que também escolhi para hoje relembrar. Este álbum dos Simply Red tinha acabado de sair e eu notava que ela passava muito esta música. Stars, Astrologia, Signos...tinha tudo a ver.
A partir daí, sempre que ouço esta música, lembro-me dessa noite.
Foi um ano que começou extremamente bem e acabou quase tragicamente mal. Se acaso tivesse sucumbido aos problemas graves de saúde que me afectaram nesse ano, morria ao menos com o conforto de ter realizado o meu sonho sem ter de passar pelas amarguras que viria a passar mais tarde por não ter tido continuidade.
Fazer rádio sempre foi um dos meus sonhos desde tenra idade. Ainda hoje sinto alguma mágoa por não me ser possível exercer essa actividade e, principalmente, porque lutei bastante para conseguir os meus intentos (o que na realidade consegui) mas, mais uma vez, algo deitou por terra o meu sonho.
Naquela altura eu tinha quinze anos e os meus sonhos estavam bem vivos. Encarava aquela noite em Oliveira do Bairro como de extrema importância. Enchia-me sempre de felicidade quando lá ia mas, como ia fazer rádio nessa noite, acho que levitava de tão feliz que me sentia.
Preparei uma lista de músicas portuguesas e lá fui até Oliveira do Bairro. O meu pai levou-me. Quando lá cheguei, só tive tempo de dar uma última olhadela ao guião que tinha preparado e lá parti à conquista do meu sonho.
Correu tudo muito bem. Não cometi falhas e estava completamente extasiada, sem acreditar que tudo aquilo se estava a passar na realidade. Foi fantástico!
Acabado o programa que fiz juntamente com uma animadora chamada Agostinha (seria novamente com ela que faria novamente o programa em Setembro desse mesmo ano, desta vez um programa infantil), fiquei para assistir ao programa de outra colega, programa esse que era dedicado à Astrologia.
Enquanto ela fazia o programa, fui rascunhando uma carta daquelas que enviava para os discos pedidos de Domingo. Pedi a cada uma das minhas colegas que dissessem uma música para eu colocar como alternativa à primeira que havia escolhido (já não me lembro qual escolhi). A colega que estava a fazer o programa, de nome Celene Rosa, mencionou esta música que também escolhi para hoje relembrar. Este álbum dos Simply Red tinha acabado de sair e eu notava que ela passava muito esta música. Stars, Astrologia, Signos...tinha tudo a ver.
A partir daí, sempre que ouço esta música, lembro-me dessa noite.
Foi um ano que começou extremamente bem e acabou quase tragicamente mal. Se acaso tivesse sucumbido aos problemas graves de saúde que me afectaram nesse ano, morria ao menos com o conforto de ter realizado o meu sonho sem ter de passar pelas amarguras que viria a passar mais tarde por não ter tido continuidade.
Wednesday, January 25, 2012
“O Código Da Vinci” (impressões pessoais)

Só agora, que acabo de ler esta obra, é que percebo a razão por que tanto se falou nela. Lembro-me que, há uns anos atrás, era uma loucura em torno deste livro.
Também compreendi por que se escreveu depois uma infinidade de outras obras explorando os mistérios de sociedades secretas, dos Templários, de temas religiosos e tudo quanto permanece adormecido e misterioso até aos dias de hoje. A diferença é que eu, por acaso, li todas essas obras aí há uns quatro anos atrás e só agora tive oportunidade de ler a original, digamos assim.
Lembro-me até de ler uma relacionada com o assunto abordado por Dan Brown nesta obra. Salvo erro era escrita por um autor espanhol e, como não podia deixar de ser, os descendentes de Cristo que ainda existiam tinham de ser espanhóis. Aqui na obra de Dan Brown eles são franceses. Em que ficamos?
Claro que isto são apenas histórias fictícias sobre a linhagem de Cristo. Ninguém sabe onde estão, caso existam. Eu, pessoalmente, não sei no que acreditar. Que a Igreja oculta e mascara imensas coisas, disso eu tenho a certeza. Se existe verdadeiramente a linhagem de Cristo, isso já foi um mito que se criou. Calculo que tenha algum fundamento, se assim não fosse, não haveria tanta gente a apregoar a sua existência mas também não e menos verdade que existem muitos mais a ocultar e a omitir factos que hoje estão provados.
Para além da curiosidade que suscita o assunto escolhido por Dan Brown para desenvolver a sua história, é de realçar o desenvolvimento da mesma ao longo da obra. Simplesmente genial.
Por acaso comecei a ler as obras de Dan Brown um pouco ao contrário. Comecei por ler “Anjos e Demónios” mas não li o “Código Da Vinci “a seguir. Li outras duas obras e já aí me fascinou o facto de o escritor norte-americano nos conseguir prender, cativar e surpreender de uma forma simplesmente fantástica. Em todas as suas obras, os vilões nunca são aqueles personagens de quem inicialmente suspeitamos.
No caso concreto desta obra, os meus suspeitos na trama que aniquilou os elementos do Priorado do Sião eram o Chefe da Polícia Francesa (esse sempre foi para mim o Professor a quem Silas e o bispo reportavam) e o bispo. Afinal eles estavam inocentes.
Houve ainda uma altura em que pensei que o chefe do Banco de Zurique é que era o Professor mas também não acertei. Em Dan Brown nunca se acerta no verdadeiro vilão. Em todas as suas obras, o vilão sempre foi um personagem muito próximo dos protagonistas ou descrito até ao momento final como uma vítima da crueldade do vilão.
De Dan Brown apenas me falta ler uma obra que prometo arranjar. Essa é uma das minhas prioridades, pois esta obra não será excepção às outras em termos de emoção, suspense, surpresa e prazer na sua leitura.
Agora vou ler algo um pouco diferente. Viajemos até à época da Revolução Francesa com Susan Sontag. “O Amante Do Vulcão” é o livro que se segue na minha lista de leituras.
Tuesday, January 24, 2012
Estranho ritual

Sonhei que a minha vizinha conversava certa tarde com a minha tia na casa de forno e, a certa altura, falou de um bruxo ou algo desse género que havia…em Pombal.
Depois de termos ido até lá, esse profissional do oculto receitou-me uns sais de banho verdes da cor das folhas, que eram bastante pegajosos, que se dissolviam facilmente na água do banho e a deixavam completamente verde e que eram acompanhados por bolachas Chiquilim partidas ao meio, rigorosamente ao meio. Essa agora!
Também sonhei com praia e banho de mar (sem folhas verdes e bolachas).
Monday, January 23, 2012
Tempos difíceis
Tenho a honra de vos apresentar neste humilde espaço a descrição de mais uma noite bem agitada, recheada de sonhos bem ritmados e curiosos.
Sonhei que vivíamos num ambiente bastante hostil, no meio de uma guerra que prometia não poupar um único ser vivo à face da Terra. Tínhamos pois de fugir, de nos esconder, de ir para longe…fugir sem sermos vistos.
A rastejar por densa vegetação, fui-me ocultando, evitando as manchas brancas que se encontravam presentes no solo. Eram umas estranhas e mortíferas bombas e evitá-las era uma tarefa árdua. Tinha mesmo de me deslocar com bastante cuidado e perícia.
Acordei com uma irresistível vontade de apontar este sonho mas tive preguiça de me levantar por estar frio.
Estranhos acontecimentos surgem agora. Sonhei que o pai do meu padrinho foi lá a casa de manhã bem cedo…de motorizada e caiu na estrada. Se não é a primeira vez que sonho com estarmos a viver uma guerra, também já não é a primeira vez que, estranhamente, sonho com o pai do meu padrinho. Que curioso!
Era visível na estrada a iluminação de um poste de electricidade que havia caído durante o acidente. Ele parece que só se magoou num olho mas a minha mãe estava convencidíssima que ele tinha morrido e já se preparava para o funeral.
Um antigo colega de liceu vinha nesse dia visitar-me. Não me lembrava bem dele mas recordava nitidamente as tropelias da turma, especialmente nas aulas de Físico-química. Um episódio que na realidade se passou foi recordado neste sonho. Andávamos no oitavo ano. A seguir a uma aula de Hortofloricultura, tínhamos Físico-química e essa aula era a favorita para os meus colegas se portarem um pouco pior. Nessa tarde, encheram os bolsos de pequenas pedras e daquelas coisas dos eucaliptos (não sei como isso se chama) e, enquanto a professora escrevia no quadro, os meus colegas iam arremessando esses objectos. A intenção não era acertar na professora (nunca lhe acertaram) mas acertavam com estrondo no quadro. Passados alguns minutos, o chão estava cheio dessas coisas. Se alguém pisava uma coisa dessas, era o suficiente para cair e se magoar porque aquelas coisas são redondas e rolam debaixo do calçado. A minha mãe às vezes acende o forno para cozer a broa com isso e há que ter muito cuidado para não pisar essas coisas para não cair.
A minha mãe disse que ia sair de casa por ter medo de ali estar sozinha e lhe aparecer o espírito do pai do meu padrinho que ela continuava a afirmar convictamente que tinha morrido naquele acidente à porta de casa.
Estávamos agora na rua. O Céu apresentava-se escuro tal como se estivesse a anoitecer. Era Verão e encontrávamo-nos junto ao portão da eira porque tinha parado ali uma vendedora ambulante de doces. Eu estava do lado de dentro do portão a contemplar aquele estranho clima. Que Céu tão estranho! Nunca antes havia visto coisa igual.
A vendedora que se fazia transportar numa motorizada primeiro havia parado à porta da minha vizinha mas, como a minha vizinha se encontrava à minha porta, acabou por voltar para trás. Acabámos por escolher um apetitoso bolo de chocolate.
Entretanto começou a chover. Uma chuva bastante estranha que não consigo descrever. A minha mãe foi dizendo que era habitual haver esta tempestade Em poucos minutos, a eira transformou-se numa autêntica piscina…de água quente. Aquela chuva era quente. Eu ia chapinhando na água enquanto ela ia subindo a olhos vistos.
Encontro-me agora num compartimento desconhecido à espera de algo. Parecia o meu gabinete mas muito alterado oniricamente. Do outro lado da porta ouço o barulho inconfundível de alguém a encaminhar—se apressadamente para a casa de banho que ali havia. Ali, se é que era mesmo o meu gabinete, não há casa de banho nenhuma.
Enquanto corria o mais que podia para a casa de banho, o desconhecido ia soltando indiscretas, comprometedoras e sonoras flatulências. A coisa estava mesmo difícil! Segundo me apercebi, a aflição intestinal terá mesmo levado o indivíduo a desapertar as calças e a arreá-las mesmo pelo caminho enquanto corria.
Assim que a criatura se sentou na sanita, logo eclodiu uma explosão de diarreia que atroou os ares e quase abalou as paredes do local onde me encontrava.
Foi outro som, o que me acordou. O despertador do telemóvel pôs fim a guerras, tempestades, desarranjos intestinais, que fizeram o meu subconsciente navegar pela torrente de dias difíceis em cenários bastante fantásticos e situações inacreditáveis.
Sonhei que vivíamos num ambiente bastante hostil, no meio de uma guerra que prometia não poupar um único ser vivo à face da Terra. Tínhamos pois de fugir, de nos esconder, de ir para longe…fugir sem sermos vistos.
A rastejar por densa vegetação, fui-me ocultando, evitando as manchas brancas que se encontravam presentes no solo. Eram umas estranhas e mortíferas bombas e evitá-las era uma tarefa árdua. Tinha mesmo de me deslocar com bastante cuidado e perícia.
Acordei com uma irresistível vontade de apontar este sonho mas tive preguiça de me levantar por estar frio.
Estranhos acontecimentos surgem agora. Sonhei que o pai do meu padrinho foi lá a casa de manhã bem cedo…de motorizada e caiu na estrada. Se não é a primeira vez que sonho com estarmos a viver uma guerra, também já não é a primeira vez que, estranhamente, sonho com o pai do meu padrinho. Que curioso!
Era visível na estrada a iluminação de um poste de electricidade que havia caído durante o acidente. Ele parece que só se magoou num olho mas a minha mãe estava convencidíssima que ele tinha morrido e já se preparava para o funeral.
Um antigo colega de liceu vinha nesse dia visitar-me. Não me lembrava bem dele mas recordava nitidamente as tropelias da turma, especialmente nas aulas de Físico-química. Um episódio que na realidade se passou foi recordado neste sonho. Andávamos no oitavo ano. A seguir a uma aula de Hortofloricultura, tínhamos Físico-química e essa aula era a favorita para os meus colegas se portarem um pouco pior. Nessa tarde, encheram os bolsos de pequenas pedras e daquelas coisas dos eucaliptos (não sei como isso se chama) e, enquanto a professora escrevia no quadro, os meus colegas iam arremessando esses objectos. A intenção não era acertar na professora (nunca lhe acertaram) mas acertavam com estrondo no quadro. Passados alguns minutos, o chão estava cheio dessas coisas. Se alguém pisava uma coisa dessas, era o suficiente para cair e se magoar porque aquelas coisas são redondas e rolam debaixo do calçado. A minha mãe às vezes acende o forno para cozer a broa com isso e há que ter muito cuidado para não pisar essas coisas para não cair.
A minha mãe disse que ia sair de casa por ter medo de ali estar sozinha e lhe aparecer o espírito do pai do meu padrinho que ela continuava a afirmar convictamente que tinha morrido naquele acidente à porta de casa.
Estávamos agora na rua. O Céu apresentava-se escuro tal como se estivesse a anoitecer. Era Verão e encontrávamo-nos junto ao portão da eira porque tinha parado ali uma vendedora ambulante de doces. Eu estava do lado de dentro do portão a contemplar aquele estranho clima. Que Céu tão estranho! Nunca antes havia visto coisa igual.
A vendedora que se fazia transportar numa motorizada primeiro havia parado à porta da minha vizinha mas, como a minha vizinha se encontrava à minha porta, acabou por voltar para trás. Acabámos por escolher um apetitoso bolo de chocolate.
Entretanto começou a chover. Uma chuva bastante estranha que não consigo descrever. A minha mãe foi dizendo que era habitual haver esta tempestade Em poucos minutos, a eira transformou-se numa autêntica piscina…de água quente. Aquela chuva era quente. Eu ia chapinhando na água enquanto ela ia subindo a olhos vistos.
Encontro-me agora num compartimento desconhecido à espera de algo. Parecia o meu gabinete mas muito alterado oniricamente. Do outro lado da porta ouço o barulho inconfundível de alguém a encaminhar—se apressadamente para a casa de banho que ali havia. Ali, se é que era mesmo o meu gabinete, não há casa de banho nenhuma.
Enquanto corria o mais que podia para a casa de banho, o desconhecido ia soltando indiscretas, comprometedoras e sonoras flatulências. A coisa estava mesmo difícil! Segundo me apercebi, a aflição intestinal terá mesmo levado o indivíduo a desapertar as calças e a arreá-las mesmo pelo caminho enquanto corria.
Assim que a criatura se sentou na sanita, logo eclodiu uma explosão de diarreia que atroou os ares e quase abalou as paredes do local onde me encontrava.
Foi outro som, o que me acordou. O despertador do telemóvel pôs fim a guerras, tempestades, desarranjos intestinais, que fizeram o meu subconsciente navegar pela torrente de dias difíceis em cenários bastante fantásticos e situações inacreditáveis.
Thursday, January 19, 2012
Directamente do Luxemburgo
O sonho gira em torno de uma estranha encomenda que recebemos lá em casa, contendo objectos variados, na sua maioria peças de vestuário, que estranhamente alguém nos terá enviado directamente …do Luxemburgo. Seria engano? Provavelmente, mas nós começámos logo a vasculhar as coisas.
Cada um de nós logo se apoderou do que pôde e mais lhe interessava e ainda ficou muita coisa arrumada a um canto da sala para ver mais tarde.
Eu logo separei para mim umas caças de ganga que tinham a particularidade de estarem mais desbotadas atrás do que à frente e uma camisola azul muito bonita com riscas vermelhas. Hei-de ver se existe pelo menos uma igual por aí à venda. Gostava de ter uma.
Havia também velhos jornais desportivos. Peguei num e fui para o meu quarto ouvir música. As publicações eram já bastante antigas e eu ia contemplando aquelas autênticas relíquias.
Reconheci um jogador luxemburguês que havia jogado contra equipas portuguesas. No mesmo sonho, o mesmo jogador era o oito numa foto, o quinze noutra e ainda o vinte e um noutra. Ainda estive para jogar no Euromilhões com esses números mas nem tempo tenho para jogar agora nestes dias de Inverno em que saio do trabalho e vou para casa por estar escuro e frio para andar na rua.
Continuava a admirar aqueles jornais enquanto ouvia música e lá fora a noite ia caindo. Refira-se que aquela não era uma noite qualquer. Era a noite da véspera de Ano Novo.
Vieram-me chamar para o jantar e eu respondi que já ia mas não tinha vontade absolutamente nenhuma de sair dali de onde estava. Estava ali tão bem…
O meu pai começou a embirrar comigo, não sei a que propósito, e rasgou-me os jornais em mil pedacinhos. Fiquei possessa de raiva. Nem sei o que me apetecia fazer-lhe. Seguiu-se uma violenta discussão em que toda a gente gritava e tentava fazer-se ouvir. Era ver quem gritava mais alto e quem proferia os mais indecorosos insultos capazes de despedaçar o coração do seu destinatário e o desmoralizar de tal maneira que ele fosse para o seu canto reflectir, carpir as mágoas e arrepender-se de ter começado a discussão. Por mais que eu me esforçasse para gritar cada vez mais alto, a minha voz nunca se sobrepôs às outras. Não me ouviam com os seus próprios gritos e insultos.
Encontro-me agora num local com relva à beira de uma piscina. Não é a primeira vez que sonho com tal sítio, saliente-se esta curiosidade. Ali havia imensos guarda-sóis coloridos. Eu enterrei o meu guarda-sol que era igual aos outros na terra fofa e fiquei ali sentada com um casal de amigos que eram desconhecidos e foram inventados pelo meu subconsciente.
Por cima de onde estávamos foi anunciada a chegada do comboio para a Figueira da Foz. Era aquele o comboio?!! Só se os passageiros fossem animais! O comboio que ali estava parado era um daqueles horríveis de mercadorias, daqueles com uns vagões cilíndricos aos quais tenho pavor e que eu digo que não mudaram nem um pouco desde os tempos em que eu era criança.
Imediatamente a seguir, anunciaram outro comboio que era então o nosso. Como o tempo estava de chuva e pouco agradável para se estar ao ar livre, arrumámos as nossas coisas à pressa e fomos para cima subindo uma escada de madeira…forrada a veludo vermelho.
Antes de partirmos, encontrámos outras duas amigas nossas que também não existem na realidade e trocámos breves palavras antes de nos despedirmos.
Refira-se que acordei e adormeci sempre a sonhar com o mesmo. Com coisas que chegaram do Luxemburgo. Provavelmente na origem deste sonho terá estado o visionamento de velhos vídeos do Festival Eurovisão, no tempo em que o Luxemburgo participava e era sempre candidato a vencer. Em 1973, uma das vitórias conseguidas por este pequeno país foi conseguida com esta música. Era o tempo em que o Festival ainda era ganho por músicas de jeito.
Cada um de nós logo se apoderou do que pôde e mais lhe interessava e ainda ficou muita coisa arrumada a um canto da sala para ver mais tarde.
Eu logo separei para mim umas caças de ganga que tinham a particularidade de estarem mais desbotadas atrás do que à frente e uma camisola azul muito bonita com riscas vermelhas. Hei-de ver se existe pelo menos uma igual por aí à venda. Gostava de ter uma.
Havia também velhos jornais desportivos. Peguei num e fui para o meu quarto ouvir música. As publicações eram já bastante antigas e eu ia contemplando aquelas autênticas relíquias.
Reconheci um jogador luxemburguês que havia jogado contra equipas portuguesas. No mesmo sonho, o mesmo jogador era o oito numa foto, o quinze noutra e ainda o vinte e um noutra. Ainda estive para jogar no Euromilhões com esses números mas nem tempo tenho para jogar agora nestes dias de Inverno em que saio do trabalho e vou para casa por estar escuro e frio para andar na rua.
Continuava a admirar aqueles jornais enquanto ouvia música e lá fora a noite ia caindo. Refira-se que aquela não era uma noite qualquer. Era a noite da véspera de Ano Novo.
Vieram-me chamar para o jantar e eu respondi que já ia mas não tinha vontade absolutamente nenhuma de sair dali de onde estava. Estava ali tão bem…
O meu pai começou a embirrar comigo, não sei a que propósito, e rasgou-me os jornais em mil pedacinhos. Fiquei possessa de raiva. Nem sei o que me apetecia fazer-lhe. Seguiu-se uma violenta discussão em que toda a gente gritava e tentava fazer-se ouvir. Era ver quem gritava mais alto e quem proferia os mais indecorosos insultos capazes de despedaçar o coração do seu destinatário e o desmoralizar de tal maneira que ele fosse para o seu canto reflectir, carpir as mágoas e arrepender-se de ter começado a discussão. Por mais que eu me esforçasse para gritar cada vez mais alto, a minha voz nunca se sobrepôs às outras. Não me ouviam com os seus próprios gritos e insultos.
Encontro-me agora num local com relva à beira de uma piscina. Não é a primeira vez que sonho com tal sítio, saliente-se esta curiosidade. Ali havia imensos guarda-sóis coloridos. Eu enterrei o meu guarda-sol que era igual aos outros na terra fofa e fiquei ali sentada com um casal de amigos que eram desconhecidos e foram inventados pelo meu subconsciente.
Por cima de onde estávamos foi anunciada a chegada do comboio para a Figueira da Foz. Era aquele o comboio?!! Só se os passageiros fossem animais! O comboio que ali estava parado era um daqueles horríveis de mercadorias, daqueles com uns vagões cilíndricos aos quais tenho pavor e que eu digo que não mudaram nem um pouco desde os tempos em que eu era criança.
Imediatamente a seguir, anunciaram outro comboio que era então o nosso. Como o tempo estava de chuva e pouco agradável para se estar ao ar livre, arrumámos as nossas coisas à pressa e fomos para cima subindo uma escada de madeira…forrada a veludo vermelho.
Antes de partirmos, encontrámos outras duas amigas nossas que também não existem na realidade e trocámos breves palavras antes de nos despedirmos.
Refira-se que acordei e adormeci sempre a sonhar com o mesmo. Com coisas que chegaram do Luxemburgo. Provavelmente na origem deste sonho terá estado o visionamento de velhos vídeos do Festival Eurovisão, no tempo em que o Luxemburgo participava e era sempre candidato a vencer. Em 1973, uma das vitórias conseguidas por este pequeno país foi conseguida com esta música. Era o tempo em que o Festival ainda era ganho por músicas de jeito.
Wednesday, January 18, 2012
Ruas que me pareceram familiares
Sonhei que me encontrava num local desconhecido e muito retocado oniricamente. O local no meu sonho era identificado como sendo em Coimbra.
Conversava animadamente sobre assuntos banais com uma desconhecida enquanto subíamos uma escada. Íamos apanhar o sete que parava aparentemente do outro lado da rua.
Quando acordei, reconheci o local onde ocorreu o meu sonho como sendo os Combatentes, apesar de o meu subconsciente ter dado grandes retoques de fantasia no local.
Conversava animadamente sobre assuntos banais com uma desconhecida enquanto subíamos uma escada. Íamos apanhar o sete que parava aparentemente do outro lado da rua.
Quando acordei, reconheci o local onde ocorreu o meu sonho como sendo os Combatentes, apesar de o meu subconsciente ter dado grandes retoques de fantasia no local.
Nova chapa quatro
Depois do empate entre o Porto e o Sporting ontem em Alvalade, o Benfica teria aqui uma soberana hipótese de se isolar no primeiro lugar se vencesse o jogo frente à União de Leiria na Marinha Grande. Foi isso que aconteceu e novamente de forma clara.
Apesar das ausências de última hora de Aimar e Gaitan que se ressentiram de lesões no treino matinal, o Glorioso mostrou não estar dependente da criatividade acrescida que demonstra sempre que estes dois talentosos jogadores argentinos estão em campo.
A União de Leiria entra determinada em jogar o jogo pelo jogo e Maxi Pereira tira a bola praticamente de cima da linha de golo, impedindo os leirienses de inaugurarem o marcador bem cedo.
Que golaço de Bruno César!!! Num ressalto, o Jogador Número Oito do Benfica marca o golo perto dos dez minutos de jogo.
O Benfica carrega e Gottardi nega o golo a Rodrigo saindo-lhe aos pés. Entretanto o cabo-verdiano Djaniny- de quem se diz que pode reforçar o Glorioso- vê o primeiro cartão amarelo do jogo.
Cardozo remata agora ao lado da baliza leiriense. À segunda tentativa, Gottardi defende o remate do avançado paraguaio.
Emerson remata à figura de Gottardi. Entretanto é cometida uma falta dura por Edson sobre Bruno César que lhe vale o cartão amarelo.
Chegamos ao intervalo com o Glorioso a cumprir a sua missão e a vencer a União de Leiria por 0-1.
A equipa leiriense aposta no ataque para esta segunda parte deixando o lateral –esquerdo Patrick nos balneários e fazendo entrar o pequeno e ágil avançado brasileiro Jô. Entretanto é o Benfica que entra a todo o gás e Gottarrdi já defende mais um remate de Cardozo.
Desta vez Cardozo não falha. O golo do Benfica surge bem cedo na segunda parte, aos quarenta e oito minutos.
De ressaca, Javi Garcia remata para mais uma defesa de Eduardo Gottardi. O guarda-redes brasileiro volta a brilhar pouco depois ao defender um remate cruzado de Nolito.
Nova tentativa de Cardozo para fora. Rematou de pé direito, saliente-se.
Javi Garcia faz falta sobre Jô para amarelo e falha o jogo da próxima jornada com o Vitória de Setúbal.
Artur aplica-se a jogadas de perigo dos jogadores leirienses que por acaso até estavam em posição irregular.
Maxi Pereira tenta a sua sorte e remata para fora. Os leirienses respondem. Depois de uma magnífica jogada individual de Jô, Elvis remata por cima.
Rodrigo coloca o marcador em 0-3 a favor do Glorioso aos setenta e dois minutos. Três minutos depois, o mesmo jogador volta a marcar.
Sai um remate de Jô para defesa de Artur. Entretanto o nosso amigo Cosme Machado exibe o cartão amarelo a Luisão já nos instantes finais do jogo. Do livre resultante desta falta sai uma defesa de Artur.
Gottardi defende agora um remate de Saviola. Rodrigo Mora poderia ter-se estreado a marcar ao serviço do Benfica mas o seu remate saiu fraco para as mãos de Gottardi. O jogo chega ao fim com uma expressiva vitória do Glorioso que olha para a frente e não vê mais ninguém. Este ano seremos novamente campeões!
Apesar das ausências de última hora de Aimar e Gaitan que se ressentiram de lesões no treino matinal, o Glorioso mostrou não estar dependente da criatividade acrescida que demonstra sempre que estes dois talentosos jogadores argentinos estão em campo.
A União de Leiria entra determinada em jogar o jogo pelo jogo e Maxi Pereira tira a bola praticamente de cima da linha de golo, impedindo os leirienses de inaugurarem o marcador bem cedo.
Que golaço de Bruno César!!! Num ressalto, o Jogador Número Oito do Benfica marca o golo perto dos dez minutos de jogo.
O Benfica carrega e Gottardi nega o golo a Rodrigo saindo-lhe aos pés. Entretanto o cabo-verdiano Djaniny- de quem se diz que pode reforçar o Glorioso- vê o primeiro cartão amarelo do jogo.
Cardozo remata agora ao lado da baliza leiriense. À segunda tentativa, Gottardi defende o remate do avançado paraguaio.
Emerson remata à figura de Gottardi. Entretanto é cometida uma falta dura por Edson sobre Bruno César que lhe vale o cartão amarelo.
Chegamos ao intervalo com o Glorioso a cumprir a sua missão e a vencer a União de Leiria por 0-1.
A equipa leiriense aposta no ataque para esta segunda parte deixando o lateral –esquerdo Patrick nos balneários e fazendo entrar o pequeno e ágil avançado brasileiro Jô. Entretanto é o Benfica que entra a todo o gás e Gottarrdi já defende mais um remate de Cardozo.
Desta vez Cardozo não falha. O golo do Benfica surge bem cedo na segunda parte, aos quarenta e oito minutos.
De ressaca, Javi Garcia remata para mais uma defesa de Eduardo Gottardi. O guarda-redes brasileiro volta a brilhar pouco depois ao defender um remate cruzado de Nolito.
Nova tentativa de Cardozo para fora. Rematou de pé direito, saliente-se.
Javi Garcia faz falta sobre Jô para amarelo e falha o jogo da próxima jornada com o Vitória de Setúbal.
Artur aplica-se a jogadas de perigo dos jogadores leirienses que por acaso até estavam em posição irregular.
Maxi Pereira tenta a sua sorte e remata para fora. Os leirienses respondem. Depois de uma magnífica jogada individual de Jô, Elvis remata por cima.
Rodrigo coloca o marcador em 0-3 a favor do Glorioso aos setenta e dois minutos. Três minutos depois, o mesmo jogador volta a marcar.
Sai um remate de Jô para defesa de Artur. Entretanto o nosso amigo Cosme Machado exibe o cartão amarelo a Luisão já nos instantes finais do jogo. Do livre resultante desta falta sai uma defesa de Artur.
Gottardi defende agora um remate de Saviola. Rodrigo Mora poderia ter-se estreado a marcar ao serviço do Benfica mas o seu remate saiu fraco para as mãos de Gottardi. O jogo chega ao fim com uma expressiva vitória do Glorioso que olha para a frente e não vê mais ninguém. Este ano seremos novamente campeões!
Chamou o táxi e ficou a pé
Não. Não se trata de uma descrição de mais um sonho. Se acaso esta história fosse um sonho, seria um sonho bem curioso, bem louco e bem disparatado. Por incrível que pareça, esta história aconteceu na realidade.
Domingo à tarde. Começa-se a preparar tudo para o regresso às localidades que nos acolhem durante a semana de trabalho. É muita a correria e a atenção para que nada de importante fique para trás. Medicamentos, óculos, carteira, telemóvel. Acomoda-se o saco das provisões à roupa na mochila.
O almoço havia sido acompanhado pelas tropelias da gata da minha irmã que não nos deixava comer nem despachar. Foi por isso que perdi o comboio das duas horas e tive de ir mais tarde com a minha irmã. Ela chamou o táxi para então nos levar a ambas até Mogofores.
Já pronta, estive um pouco à espera no meu quarto a ouvir um pouco de rádio. A minha irmã ainda acomodava as provisões no saco.
O táxi buzinou à porta e a minha mãe berrou de dentro para, alegadamente, eu me despachar. Ela estava, na verdade, a falar para a minha irmã que ainda se encontrava dentro de casa.
Pensando que a minha irmã já estava na rua, desatei a correr na direcção do táxi. Na rua estava o filho do meu vizinho que tinha ido lá a casa buscar umas prendas que a minha irmã lhe tinha comprado. Ele ajudou-me a tirar a minha mochila que com a pressa havia ficado presa na grade do portão. Perguntei-lhe se ele já tinha apanhado as coisas dele lá em casa e ele disse que as vinha buscar. Fechei a porta do táxi. O táxi arrancou.
Ao longo da viagem estava a estranhar o facto de a minha irmã estar tão calada. Ela, que sempre mete conversa com o taxista e é melhor conversadora seja com quem for do que eu.
Já íamos em Anadia quando ela ligou a dizer que tinha ficado a pé e a pedir ao taxista que a viesse buscar para o comboio seguinte. Fiquei admirada. Então ela não tinha entrado?
Quando cheguei a Coimbra, com muitas gargalhadas à mistura de parte a parte, ela relatou a deliciosa história que se viveu lá em casa. O filho do meu vizinho, depois de ter admirado as prendas que lhe foram dadas, perguntou à minha irmã como é que ela ia para a estação. Ela disse que ia de táxi e foi então que ele disse que o táxi já tinha ido embora. Toda a gente ali ficou especada à porta da eira a olhar para a estrada. Deve ter sido um episódio brutal. Só de pensar nisso, uma comichão assola-me a garganta, fazendo-me rir às gargalhadas.
E assim se fabricou esta história real e bastante curiosa.
Domingo à tarde. Começa-se a preparar tudo para o regresso às localidades que nos acolhem durante a semana de trabalho. É muita a correria e a atenção para que nada de importante fique para trás. Medicamentos, óculos, carteira, telemóvel. Acomoda-se o saco das provisões à roupa na mochila.
O almoço havia sido acompanhado pelas tropelias da gata da minha irmã que não nos deixava comer nem despachar. Foi por isso que perdi o comboio das duas horas e tive de ir mais tarde com a minha irmã. Ela chamou o táxi para então nos levar a ambas até Mogofores.
Já pronta, estive um pouco à espera no meu quarto a ouvir um pouco de rádio. A minha irmã ainda acomodava as provisões no saco.
O táxi buzinou à porta e a minha mãe berrou de dentro para, alegadamente, eu me despachar. Ela estava, na verdade, a falar para a minha irmã que ainda se encontrava dentro de casa.
Pensando que a minha irmã já estava na rua, desatei a correr na direcção do táxi. Na rua estava o filho do meu vizinho que tinha ido lá a casa buscar umas prendas que a minha irmã lhe tinha comprado. Ele ajudou-me a tirar a minha mochila que com a pressa havia ficado presa na grade do portão. Perguntei-lhe se ele já tinha apanhado as coisas dele lá em casa e ele disse que as vinha buscar. Fechei a porta do táxi. O táxi arrancou.
Ao longo da viagem estava a estranhar o facto de a minha irmã estar tão calada. Ela, que sempre mete conversa com o taxista e é melhor conversadora seja com quem for do que eu.
Já íamos em Anadia quando ela ligou a dizer que tinha ficado a pé e a pedir ao taxista que a viesse buscar para o comboio seguinte. Fiquei admirada. Então ela não tinha entrado?
Quando cheguei a Coimbra, com muitas gargalhadas à mistura de parte a parte, ela relatou a deliciosa história que se viveu lá em casa. O filho do meu vizinho, depois de ter admirado as prendas que lhe foram dadas, perguntou à minha irmã como é que ela ia para a estação. Ela disse que ia de táxi e foi então que ele disse que o táxi já tinha ido embora. Toda a gente ali ficou especada à porta da eira a olhar para a estrada. Deve ter sido um episódio brutal. Só de pensar nisso, uma comichão assola-me a garganta, fazendo-me rir às gargalhadas.
E assim se fabricou esta história real e bastante curiosa.
Tuesday, January 17, 2012
Estranhas imagens oníricas
A imagem está muito presente neste sonho, mais ainda que a acção ou a história que exista para contar.
Em casa, assistíamos a uma estranha e intensa chuvada. Quase nem dava para ver nada, tal era a intensidade da chuva. Através da porta da sala, eu ia assistindo com fascínio a mais este temporal.
Quando o aguaceiro amainou, verifiquei que se havia levantado…uma tempestade de fumo. Tentei filmar ou fotografar este fenómeno mas o meu telemóvel estava bastante estranho e não me obedecia.
Alguém me quis dar um telemóvel enorme, com um ecrã de alta definição, especialmente concebido para deficientes visuais, mas eu recusei. Queria filmar com o meu e ponto final.
Lembro-me de ter visto na Internet uma foto minha envergando roupa desportiva, bem ao meu estilo, que havia tirado há porta de minha casa com a gata Feijoa ao colo. Admirei-me de ter visto essa foto, pois desconhecia a sua existência e muito menos me lembrava de quando havia sido tirada. Obviamente a foto não existe.
Com fotos, telemóveis e tempestades se fez mais esta descrição de sonhos. A primeira de 2012.
Em casa, assistíamos a uma estranha e intensa chuvada. Quase nem dava para ver nada, tal era a intensidade da chuva. Através da porta da sala, eu ia assistindo com fascínio a mais este temporal.
Quando o aguaceiro amainou, verifiquei que se havia levantado…uma tempestade de fumo. Tentei filmar ou fotografar este fenómeno mas o meu telemóvel estava bastante estranho e não me obedecia.
Alguém me quis dar um telemóvel enorme, com um ecrã de alta definição, especialmente concebido para deficientes visuais, mas eu recusei. Queria filmar com o meu e ponto final.
Lembro-me de ter visto na Internet uma foto minha envergando roupa desportiva, bem ao meu estilo, que havia tirado há porta de minha casa com a gata Feijoa ao colo. Admirei-me de ter visto essa foto, pois desconhecia a sua existência e muito menos me lembrava de quando havia sido tirada. Obviamente a foto não existe.
Com fotos, telemóveis e tempestades se fez mais esta descrição de sonhos. A primeira de 2012.
Monday, January 16, 2012
Goleada para começar o ano
A contar para a fase de grupos da Taça da Liga, o Benfica começa por defender o título em Guimarães com uma implacável goleada .
De nada valeu D. Afonso Henriques entrar no relvado a cavalo. Nada nem ninguém salvou o Guimarães da goleada.
Logo no início do jogo, Douglas- habitualmente suplente- já se encontra a receber assistência médica. Por precaução o titular Nilson já aquece. A lesão do guarda-redes brasileiro do Guimarães é no sobrolho e foi causada por um choque com Luisão.
É aos onze minutos que é inaugurado o marcador por intermédio de Witsel. O Guimarães responde de imediato mas sem êxito.
Nuno Assis falha mais uma oportunidade. Reclama-se falta de Maxi Pereira neste lance. Paulo Sérgio remata, protesta e vê cartão amarelo.
Toscano aparece agora caído na área de rigor mas o árbitro Bruno Paixão nada assinala. Pedro Mendes vê amarelo no seguimento do lance por falta dura sobre Nélson Oliveira.
Agora Javi Garcia tem muita sorte em o árbitro apenas lhe exibir o cartão amarelo depois de ter agredido um adversário à cotovelada aquando da formação de uma barreira.
Saviola remata mas sem perigo para Douglas. Entretanto sai um cartão amarelo para João Paulo por travar Aimar em falta quando este se esgueirava com perigo. Por este andar, Bruno Paixão parece querer imitar Cosme Machado no jogo de ontem entre o Rio Ave e o Sporting. É o que eu digo! Havia ali muitas saudades de mostrar cartões.
Eduardo volta a roubar a bola a Edgar de forma decisiva, impedindo o avançado brasileiro do Guimarães de prosseguir com perigo na direcção da sua baliza.
Alex vê o cartão amarelo já nos descontos por falta sobre Emerson.
Nolito ainda remata para defesa de Douglas. O jogo chega ao intervalo com o Glorioso a vencer o Guimarães por 0-1.
Nolito vê o cartão amarelo por protestar e a segunda parte ainda mal começou.
João Paulo empata o jogo para o Guimarães. O Estádio D. Afonso Henriques está agora ao rubro.
E Bruno César responde ao golo vimaranense rematando com perigo de pé esquerdo. Entretanto Nolito aparece caído na área. Bruno Paixão nada assinala e era mesmo grande penalidade.
Pedro Mendes vê o segundo amarelo por falta sobre Bruno César. O Guimarães fica reduzido a dez unidades. Este viria a ser classificado pelos dois treinadores e pela crítica desportiva em geral como o momento decisivo deste jogo.
Que golaço de Cardozo!
Agora Witsel remata por cima. Cardozo agora falha o golo. Não interessa! Até pode falhar clamorosamente daqui para a frente neste jogo. O estrondoso golo que marcou dá-lhe esse privilégio hoje.
Agora é mesmo a valer. Mais um golo de Cardozo. Foi entrar e marcar dois golos.
Cardozo vê agora cartão amarelo por ainda ter rematado para o fundo da baliza do Guimarães depois de o árbitro ter assinalado fora de jogo.
Ainda há tempo para Rodrigo marcar o seu golo da ordem. É o quarto do Benfica. O jogo termina com o Glorioso a vencer o Vitória de Guimarães por 1-4. Belo início de 2012 para o nosso Glorioso!
De nada valeu D. Afonso Henriques entrar no relvado a cavalo. Nada nem ninguém salvou o Guimarães da goleada.
Logo no início do jogo, Douglas- habitualmente suplente- já se encontra a receber assistência médica. Por precaução o titular Nilson já aquece. A lesão do guarda-redes brasileiro do Guimarães é no sobrolho e foi causada por um choque com Luisão.
É aos onze minutos que é inaugurado o marcador por intermédio de Witsel. O Guimarães responde de imediato mas sem êxito.
Nuno Assis falha mais uma oportunidade. Reclama-se falta de Maxi Pereira neste lance. Paulo Sérgio remata, protesta e vê cartão amarelo.
Toscano aparece agora caído na área de rigor mas o árbitro Bruno Paixão nada assinala. Pedro Mendes vê amarelo no seguimento do lance por falta dura sobre Nélson Oliveira.
Agora Javi Garcia tem muita sorte em o árbitro apenas lhe exibir o cartão amarelo depois de ter agredido um adversário à cotovelada aquando da formação de uma barreira.
Saviola remata mas sem perigo para Douglas. Entretanto sai um cartão amarelo para João Paulo por travar Aimar em falta quando este se esgueirava com perigo. Por este andar, Bruno Paixão parece querer imitar Cosme Machado no jogo de ontem entre o Rio Ave e o Sporting. É o que eu digo! Havia ali muitas saudades de mostrar cartões.
Eduardo volta a roubar a bola a Edgar de forma decisiva, impedindo o avançado brasileiro do Guimarães de prosseguir com perigo na direcção da sua baliza.
Alex vê o cartão amarelo já nos descontos por falta sobre Emerson.
Nolito ainda remata para defesa de Douglas. O jogo chega ao intervalo com o Glorioso a vencer o Guimarães por 0-1.
Nolito vê o cartão amarelo por protestar e a segunda parte ainda mal começou.
João Paulo empata o jogo para o Guimarães. O Estádio D. Afonso Henriques está agora ao rubro.
E Bruno César responde ao golo vimaranense rematando com perigo de pé esquerdo. Entretanto Nolito aparece caído na área. Bruno Paixão nada assinala e era mesmo grande penalidade.
Pedro Mendes vê o segundo amarelo por falta sobre Bruno César. O Guimarães fica reduzido a dez unidades. Este viria a ser classificado pelos dois treinadores e pela crítica desportiva em geral como o momento decisivo deste jogo.
Que golaço de Cardozo!
Agora Witsel remata por cima. Cardozo agora falha o golo. Não interessa! Até pode falhar clamorosamente daqui para a frente neste jogo. O estrondoso golo que marcou dá-lhe esse privilégio hoje.
Agora é mesmo a valer. Mais um golo de Cardozo. Foi entrar e marcar dois golos.
Cardozo vê agora cartão amarelo por ainda ter rematado para o fundo da baliza do Guimarães depois de o árbitro ter assinalado fora de jogo.
Ainda há tempo para Rodrigo marcar o seu golo da ordem. É o quarto do Benfica. O jogo termina com o Glorioso a vencer o Vitória de Guimarães por 1-4. Belo início de 2012 para o nosso Glorioso!
Ano Novo, Velho Futebol
A contar para a Taça da Liga, o Sporting deslocou-se a Vila do Conde e empatou com o Rio Ave a uma bola num jogo marcado pelo elevado número de cartões exibidos pelo árbitro Cosme Machado.
Foram quinze minutos muito mornos do nosso Futebol já velho, apesar de entrarmos num novo ano. Aos dezasseis minutos, e na sequência de um livre, João Tomás faz o primeiro golo do Rio Ave.
Sai o primeiro cartão amarelo de 2012 para Atsu do Rio Ave por alegadamente ter jogado a bola com a mão. Diego Capel também vê o cartão. Na origem desta atitude por parte do árbitro terão estado protestos do jogador do Sporting. Também André Santos vê amarelo por colocar a mão na bola. Cosme Machado está imparável! André Santos até já deveria estar na rua porque o árbitro há pouco guardou o cartão e não lho mostrou. Cosme Machado mostrou estes três cartões amarelos em três minutos.
João Tomás agora comete um falhanço inacreditável que não é nada habitual nele. O chapéu saiu de aba muito larga. O Sporting também tem uma bela oportunidade para empatar o jogo mas Van Wolfswinkel remata ao lado.
O veterano guarda-redes do Rio Ave, Paulo Santos, aplica-se a remate de Insua. O intervalo de uma primeira parte bastante morna chega com o Sporting a perder por 0-1 no Estádio dos Arcos.
Começa a segunda parte com o Jogador Número Cinco do Rio Ave já a ver o cartão amarelo por entrada dura sobre Van Wolfswinkel.
O remate de Insua vai por cima. Entretanto chegou a vez de André Dias do Rio Ave ver o cartão amarelo. E sai mais um para Stijn Schaars por falta sobre João Tomás. Cosme Machado quer bater o recorde de há pouco . Desta vez mostrará dez cartões em dois minutos.
Aplaudamos o regresso de Izmailov à competição muitos meses depois! Um jogador com este talento é uma pena estar tanto tempo indisponível por lesão.
Que falha de Capel depois de uma falha também de André Dias! No meio de tanta falha de parte a parte, Paulo Sanos acabou por não falhar. Agora o guarda-redes do Rio Ave aparece caído no relvado numa altura em que Izmailov entra.
André Vilas Boas- jogador do Rio Ave, não o actual treinado do Chelsea- vê cartão amarelo após mais uma falta dura do jogo.
Marcelo nega um golo a Atsu que parecia ser certo. Com tanto cartão amarelo que o árbitro já exibiu, era de admirar não haver ainda nenhum para João Pereira e por protestos efusivos. Bem, ainda não é tarde. Acaba de o ver.
Tarantini era o freguês que estava a seguir na fila para que Cosme Machado lhe exibisse o cartão amarelo. Quem é o próximo?
E Polga estava imediatamente a seguir na fila para ver o cartão. A fila agora é mais pequena porque ninguém quer ver o segundo amarelo. Ninguém quer ser expulso por Cosme Machado.
Onyewu faz o golo do empate para o Sporting. Entretanto, o Jogador Número Dezassete do Rio Ave que é o Saulo viu cartão amarelo por falta sobre João Pereira. Escusado será dizer que o lateral-direito do Sporting não ficou calado.
Gaspar vê o décimo segundo cartão amarelo (!!!!) do jogo. Quem vir a ficha deve pensar que isto foi uma batalha campal à moda do Equador. Nada disso, as férias de Natal fizeram mal a Cosme Machado. Cheio de saudades de mostrar cartões, ele já não via a hora de os sacar do bolso e hoje esse dia chegou. Finalmente!
Matias remata por cima na marcação de um livre. Do outro lado, Marcelo faz uma dupla defesa e nega o segundo golo ao Rio Ave.
O empate acaba por se justificar num jogo do velho Futebol, aquele em que o árbitro dá imenso nas vistas…e não é pela sua lustrosa careca. É pelo exagerado número de cartões que mostrou. Apesar de estarmos a estrear um novo ano, nada muda ou parece mudar neste nosso futebolzinho cá do burgo.
Foram quinze minutos muito mornos do nosso Futebol já velho, apesar de entrarmos num novo ano. Aos dezasseis minutos, e na sequência de um livre, João Tomás faz o primeiro golo do Rio Ave.
Sai o primeiro cartão amarelo de 2012 para Atsu do Rio Ave por alegadamente ter jogado a bola com a mão. Diego Capel também vê o cartão. Na origem desta atitude por parte do árbitro terão estado protestos do jogador do Sporting. Também André Santos vê amarelo por colocar a mão na bola. Cosme Machado está imparável! André Santos até já deveria estar na rua porque o árbitro há pouco guardou o cartão e não lho mostrou. Cosme Machado mostrou estes três cartões amarelos em três minutos.
João Tomás agora comete um falhanço inacreditável que não é nada habitual nele. O chapéu saiu de aba muito larga. O Sporting também tem uma bela oportunidade para empatar o jogo mas Van Wolfswinkel remata ao lado.
O veterano guarda-redes do Rio Ave, Paulo Santos, aplica-se a remate de Insua. O intervalo de uma primeira parte bastante morna chega com o Sporting a perder por 0-1 no Estádio dos Arcos.
Começa a segunda parte com o Jogador Número Cinco do Rio Ave já a ver o cartão amarelo por entrada dura sobre Van Wolfswinkel.
O remate de Insua vai por cima. Entretanto chegou a vez de André Dias do Rio Ave ver o cartão amarelo. E sai mais um para Stijn Schaars por falta sobre João Tomás. Cosme Machado quer bater o recorde de há pouco . Desta vez mostrará dez cartões em dois minutos.
Aplaudamos o regresso de Izmailov à competição muitos meses depois! Um jogador com este talento é uma pena estar tanto tempo indisponível por lesão.
Que falha de Capel depois de uma falha também de André Dias! No meio de tanta falha de parte a parte, Paulo Sanos acabou por não falhar. Agora o guarda-redes do Rio Ave aparece caído no relvado numa altura em que Izmailov entra.
André Vilas Boas- jogador do Rio Ave, não o actual treinado do Chelsea- vê cartão amarelo após mais uma falta dura do jogo.
Marcelo nega um golo a Atsu que parecia ser certo. Com tanto cartão amarelo que o árbitro já exibiu, era de admirar não haver ainda nenhum para João Pereira e por protestos efusivos. Bem, ainda não é tarde. Acaba de o ver.
Tarantini era o freguês que estava a seguir na fila para que Cosme Machado lhe exibisse o cartão amarelo. Quem é o próximo?
E Polga estava imediatamente a seguir na fila para ver o cartão. A fila agora é mais pequena porque ninguém quer ver o segundo amarelo. Ninguém quer ser expulso por Cosme Machado.
Onyewu faz o golo do empate para o Sporting. Entretanto, o Jogador Número Dezassete do Rio Ave que é o Saulo viu cartão amarelo por falta sobre João Pereira. Escusado será dizer que o lateral-direito do Sporting não ficou calado.
Gaspar vê o décimo segundo cartão amarelo (!!!!) do jogo. Quem vir a ficha deve pensar que isto foi uma batalha campal à moda do Equador. Nada disso, as férias de Natal fizeram mal a Cosme Machado. Cheio de saudades de mostrar cartões, ele já não via a hora de os sacar do bolso e hoje esse dia chegou. Finalmente!
Matias remata por cima na marcação de um livre. Do outro lado, Marcelo faz uma dupla defesa e nega o segundo golo ao Rio Ave.
O empate acaba por se justificar num jogo do velho Futebol, aquele em que o árbitro dá imenso nas vistas…e não é pela sua lustrosa careca. É pelo exagerado número de cartões que mostrou. Apesar de estarmos a estrear um novo ano, nada muda ou parece mudar neste nosso futebolzinho cá do burgo.
2011
Tal como acontece sempre que se inicia um novo ano, faz-se a retrospectiva do ano anterior e deseja-se que, se pelo menos não correr melhor, ao menos que seja igual. É isso que eu desejo para 2012. Que seja pelo menos igual a este ano que passou.
Foi um ano de viragem na minha vida em termos de estabilidade laboral. Esta mudança que se deu em 2011 acabaria por ser extremamente positiva. Neste ano que se aproxima, há a promessa de continuar a trabalhar arduamente para conseguir todos os meus objectivos. Praticamente todos os meus sucessos tiveram a ver com o trabalho.
Nem só de trabalho se fez 2011. A leitura e a escrita ocupam grande parte da minha vida. Em termos de livros que li em 2011, elejo o livro “Anjos E Demónios” do Dan Brown como o melhor que li. No extremo oposto encontra-se o livro “Danúbio” escrito por um autor italiano cujo nome já não me recordo.
Foi em 2011 que dei início a um projecto que viria a dar os seus frutos nesse blog. Tratava-se de apontar e descrever todos os sonhos dos quais me lembrasse ou que tivessem uma bela história para contar.
Em termos de posts do blog, no geral, o melhor post é, como tive oportunidade de referir no meu Facebook, “Voos” pelo dinamismo daquele sonho ou conjunto de sonhos. O pior post? Não há. Existem muitos posts escritos só para engonhar. Posts de dias em que nada se passou.
Para 2012 continuarei com o projecto dos sonhos e, mais importante, prometo colocar o blog em dia e o manter assim sempre. O atraso neste momento até nem é muito.
Com o blog em dia, prometo também procurar concursos literários e participar.
E foi assim a minha modesta retrospectiva de 2011 e as minhas promessas para 2012. Se se vão realizar ou não, isso não posso saber. O que interessa é que seja um ano muito feliz.
Foi um ano de viragem na minha vida em termos de estabilidade laboral. Esta mudança que se deu em 2011 acabaria por ser extremamente positiva. Neste ano que se aproxima, há a promessa de continuar a trabalhar arduamente para conseguir todos os meus objectivos. Praticamente todos os meus sucessos tiveram a ver com o trabalho.
Nem só de trabalho se fez 2011. A leitura e a escrita ocupam grande parte da minha vida. Em termos de livros que li em 2011, elejo o livro “Anjos E Demónios” do Dan Brown como o melhor que li. No extremo oposto encontra-se o livro “Danúbio” escrito por um autor italiano cujo nome já não me recordo.
Foi em 2011 que dei início a um projecto que viria a dar os seus frutos nesse blog. Tratava-se de apontar e descrever todos os sonhos dos quais me lembrasse ou que tivessem uma bela história para contar.
Em termos de posts do blog, no geral, o melhor post é, como tive oportunidade de referir no meu Facebook, “Voos” pelo dinamismo daquele sonho ou conjunto de sonhos. O pior post? Não há. Existem muitos posts escritos só para engonhar. Posts de dias em que nada se passou.
Para 2012 continuarei com o projecto dos sonhos e, mais importante, prometo colocar o blog em dia e o manter assim sempre. O atraso neste momento até nem é muito.
Com o blog em dia, prometo também procurar concursos literários e participar.
E foi assim a minha modesta retrospectiva de 2011 e as minhas promessas para 2012. Se se vão realizar ou não, isso não posso saber. O que interessa é que seja um ano muito feliz.
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