Wednesday, June 03, 2026

“Hell House” (impressões pessoais)

 

Livro também conhecido por “A Casa Do Inferno”.

 

Não é a primeira vez que leio Richard Matheson. Ele é também o autor de “eu sou a lenda” que li ainda a tinta. Ele que viveu entre 1926 e 2013.

 

Esta é a típica história de casa assombrada. Estávamos em finais de 1970 quando um velho em fim de vida quer saber o que há do outro lado. Para isso manda estudar a casa mais assombrada que possa existir nos Estados Unidos. Uma casa capaz de destruir quem quer que lá entre. Onde é que eu já vi isto antes? Naquela casa ocorreram acontecimentos hediondos e a energia negativa naquele lugar era poderosa e destrutiva.

 

Quatro pessoas, dois homens e duas  mulheres entram na casa assombrada. Dois médiuns de características diferentes, um cientista que vai testar um  equipamento que alegadamente anula energias e a mulher deste que  o vai simplesmente acompanhar.

 

Nem todos regressarão com vida. É o preço que pagam por bulir com uma força desigual. Mas afinal o que causa tanta maldade naquela casa?

 

Adoro estes livros e tenho mais do mesmo género para aqui trazer.

 

“Não É Um rio” (impressões pessoais)

 

Uma estreia também nas minhas leituras. Vamos para a Argentina.

 

Fiquei com vontade de ler mais livros desta autora, Selva  Almada.

 

Esta história pode estar um pouco confusa mas, se há coisa que esta autora fez foi prender o leitor, como que o enfeitiçar. O livro já é pequeno mas tem o seu quê de misterioso.

 

Pelo que eu percebi, três amigos vão numa viagem de pesca para um lugar remoto. Depois a história anda para trás, anda para a frente. Há gente que morreu, depois já aparecem noutras partes do livro.

 

Apesar de confuso, gostei bastante. Não dou nota mais alta a esta obra precisamente pela imprecisão da narrativa. Não havia neste ficheiro separação de capítulos ou algo assim e por isso era muito estranho.

 

Tuesday, June 02, 2026

As moedas de dois euros

 

Será este sonho a  continuação de um outro que tive há dias? Vamos  fingir que sim.

 

A excursão era composta por gente lá da terra e dentro do autocarro as conversas eram as normais para ocasiões como esta. A música ouvia-se de fundo.

 

Foi anunciado que íamos parar numa área de serviço perto de Leiria. Eu preparava-me para sair e tomar qualquer coisa, ao menos um café.

 

Comecei a contar o dinheiro e deparei-me com duas moedas iguais muito enferrujadas. Elas tinham o mesmo diâmetro das moedas de dois euros mas eram mais pesadas. Eu estava na dúvida.

 

Que moedas eram aquelas e por que carga de água  foram parar á minha carteira. Eu ia mostrando as moedas a outras pessoas e  toda a gente estava de acordo. Eram mesmo moedas de dois euros.

 

Saí para a rua. Acordei porque o despertador tocou. Não sei se  aceitaram que eu pagasse o café com aquelas moedas.