Monday, August 24, 2026

“Mentiras Entre Nós” (impressões pessoais)

 

O escritor de Thriller do momento. Já tinha ouvido falar deste fenómeno e, confesso, fiquei rendida. Só não li outro livro dele porque me enganei o mês passado mas prometo ler esse livro nos primeiros dias de setembro.

 

Aqui John Marrs conta a história de Nina que mantém a mãe presa em casa contra sua vontade, em represália da vida que ela a privou de viver. Mãe e filha são como o cão e o gato uma para a outra. Duas oponentes, desafiam-se constantemente uma á outra. Que história!

 

Á medida que se desenrola a história, vamos percebendo as perspetivas de uma e de outra. O leitor, invariavelmente, toma partido de uma das duas. Aqui acontece algo incrível, pelo menos aconteceu comigo, ia tomando partido de uma ou de outra. Cheguei á conclusão que não podia tomar partido de nenhuma das duas. Achava que elas se mereciam. Depois voltei a mudar de ideias  e torcer por uma, abominando a outra de morte.

 

Nota máxima para este livro. É destes que eu gosto. Livros capazes de bulir com o leitor até ás entranhas.

 

Sunday, August 23, 2026

“Jardim De Inverno” (impressões pessoais)

 

Por  falar em  mulheres corajosas…aqui está uma que nunca teve filtros.

 

Mais um livro que Maria teresa Horta dedica ao seu Luís. Disse aqui há uns tempos que o tal Luís tinha muita sorte. Qualquer homem gostaria de ver dedicados a si poemas arrojados, que causavam alguma celeuma e faziam corar os senhores do regime.

 

Aqui neste conjunto de poemas neste livro datado de 1966,  maria teresa Horta aborda temas muito variados. O último poema desta coletânea é mais longo e descreve uma paisagem. Os outros são mais curtos.

 

Não podiam faltar aqui alusões ao corpo da mulher. Por quem sois…

 

“Guia Para compreensão e manejo do TDAH” (impressões pessoais)

 

Debruçando-me, como toda a gente sabe por aqui nos últimos tempos, sobre  as neurodivergências.

 

Este livro da autoria de Luis augusto rohde debruça-se nesta temática mas  não aborda tanto o diagnóstico do TDAH nos adultos e é isso que me interessa. Normalmente estas situações são mais detetadas em crianças, cada vez mais mas adultos que nasceram nos anos setenta ou antes estão sem diagnósticos e chegam a uma certa idade e não dá mais para continuar assim.

 

Eu tenho alguns livros que lerei mais á frente que podem abordar estes diagnósticos em adultos e sobretudo em mulheres que foramsendo pouco   diagnosticadas para TDAH e autismo. Continuo a dizer, eu quando era pequena, estando eu longo tempo (para mim parece que foram anos) no Hospital de Aveiro, abrindo portas normalmente fechadas, mexendo em coisas que não eram para mexer (até para a lavandaria ia) devia acender logo o alarme.

 

Eu mexia em tudo, não pedia para mexer isso deu-me alguns dissabores. Olhem no meu primeiro dia de aulas logo! Comecei a levar porrada por mexer no dossier. Nunca mais me esqueci. Não tinha filtro também. Dizia mal dos professores à frente deles! Isso é que era coragem!

 

E assim foi mais uma leitura para me tentar descobrir melhor.