Saturday, September 26, 2026

“O Monge Do Bussaco” (impressões pessoais)

 

Comemora-se amanhã mais um aniversário sobre a batalha do Bussaco. Um dia, andávamos nós na escola primária, visitámos o Bussaco com a nossa mãe e fomos ao mosteiro e ao museu militar. A minha irmã tinha um livro sobre esta batalha com os militares nas capas. Não sei se alguma vez li esse livro.

 

Em 2015, para se comemorarem os duzentos e cinco anos desta batalha, a Câmara Municipal da Mealhada lançou alguns exemplares desta obra da autoria de Manuel Joaquim pinheiro Chagas escrita por volta de 1867.

 

Este texto tinha sido editado em volumes separados, posteriormente reunidos.

 

Henrique viu os corpos mortos da sua mãe, irmã e noiva dentro de uma casa calcinada pelo exército francês. Ele torna-se monge e anda pelo Bussaco em 1810 quando se dá a batalha. Ele assiste um soldado francês moribundo e, como bom samaritano e bom cristão, dá-lhe de beber, amparando-o na sua agonia. O  francês  confessa ao monge ter  assassinado três mulheres. Eram as mulheres da vida de Henrique. Ele tem uma decisão difícil em mãos. Ele quer vingar a morte das familiares mas a sua religião e a sua consciência dizem o contrário.

 

Uma grande história.

 

“pedra, papel, tesoura” (impressões pessoais)

 

Coloca os olhos nisto, Stephen King! Uma grande história com apenas três personagens, não contando com o cão.

 

Adam e Amelia vão passar uns dias de retiro a um sítio isolado na Escócia. Adam é viciado no trabalho. Ele é guionista e o título deste livro é o título do trabalho que Adam tem em mãos.

 

O casal é apanhado por um temporal e começa a ter medo do local edílico que escolheu para passar aqueles dias. Eles têm a sensação de que estão a ser seguidos por uma terceira pessoa. Quem será a pessoa que os vigia e com que intenção?

 

De referir que eles parecem não fazer ideia de quem são na verdade.

 

Alice Feeney é uma das escritoras de Thrillers da atualidade que admiro. Em terras de Sua Majestade o thriller é rei.

 

Velho conhecido

 

Foi com sucesso que Jorge Jesus se estreou como novo selecionador nacional. Uma vitória sobre Gales por 1-0 em alvalade ditou o arranque desta fase concentrada da Liga Das nações.

 

Reeditando a dupla de ataque que tantos triunfos lhe deu na Arábia Saudita, no comando do al nassr,- Cristiano Ronaldo e João Félix- acabou por ser este último o autor do golo solitário que ditou o resultado do jogo.

 

Ainda houve tempo para os adeptos em alvalade festejarem um golo que não contou por fora de jogo de Cristiano Ronaldo e para os adeptos do sporting (da Seleção não são de certeza) assobiarem João Palhinha, benfiquista desde pequenino, de regresso ao clube do coração, deixando para trás momentos de glória com a camisola dos verdes que honrou de forma exemplar. Aquele grupo de portugueses não perdoa o facto de o jogador jogar agora  com a camisola vermelha que é bem mais bonita.

 

Por falar em camisolas vermelhas, o próximo jogo de Portugal é na Noruega (que inveja). Ali jogam os benfiquistas com B grande. Ainda não vi onde será o jogo entre Portugal e a Noruega. Se for em alvalade, os adeptos daquele clube que empatou com o  Arouca até vão sair de lá com a  boca dormente de tanto assobiar.