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Wednesday, January 09, 2019

Espumante da Bairrada e água das Termas da Curia








A primeira caminhada do ano levou-nos à Curia. Fazia frio mas estava Sol. Havia que caminhar para aquecer.

Estava no meu território. Já ali tinha estado antes mas nunca tinha visitado as Termas da Curia por dentro.

O percurso foi muito fácil. Até foi uma caminhada curta. O que fica para a história tem a ver com um convite que nos fizeram para provarmos um espumante novo que ia ser lançado no mercado. Já se encontrava tudo preparado para nós provarmos tal néctar. Até havia bolachas. Depois, quem quisesse, podia adquirir algumas garrafas. Como oferta, recebia uma cabaça para guardar bebidas.

O espumante era uma delícia.

Depois da prova do espumante...eis que surge a prova da água das Termas da Curia depois de termos feito uma visita às instalações. As termas voltaram a estar na moda.

Na parte velha das termas, havia uma exposição de cartoons dedicada a Donald Trump. Estivemos lá largo tempo a observar. Eu tirei fotos a quase todos os quadros para poder ver mais em pormenor.

Começou de forma suave e bem saborosa a época de 2019.

Thursday, December 13, 2018

Pelos arrozais






A nossa caminhada desta vez não se revestia de grande dificuldade. Iríamos caminhar ao longo dos campos de arroz entre Soure e a Figueira da Foz.

Tratando-se de campos de arroz, havia zonas um pouco mais alagadas mas não houve nada por aí além. Subidas? Só houve uma no final e não se revestia também de grande dificuldade.

Talvez a maior dificuldade para mim tenha sido atravessar a linha do comboio, a certa altura. Tenho medo de atravessar as linhas, como se sabe. Uns instantes depois de termos atravessado a linha, passou um comboio de mercadorias carregado de lenha.

Estava um dia lindo. Tiraram-se belas fotos.

Monday, November 26, 2018

Por trilhos da Serra de Sicó






A Serra de Sicó é um local habitual nas nossas caminhadas por haver muita variedade de trilhos que possamos percorrer.

Desta vez regressámos a um local que nos traz a recordação de termos ficado sem autocarro. Aconteceu em 2013 e o momento ficou para a posteridade. Não percorremos o mesmo caminho mas andámos por ali na mesma.


Desta vez o percurso era bem mais complicado devido às condições climatéricas. Graças à ajuda dos meus companheiros, tudo correu bem.

Desta vez o autocarro encontrava-se estacionado à nossa espera sem problemas.




Saturday, November 24, 2018

Um temporal daqueles







Previa-se muito mau tempo para todo o território nacional. Apesar disso, nada nos fez demover da nossa caminhada que iria culminar no magusto nas instalações de um lagar de azeite.

Justamente por estar mau tempo, não fiz a primeira parte do percurso. Houve quem fizesse apenas a primeira parte. Eu fiz apenas a segunda. A chuva não cessava e rapidamente as nossas roupas se colaram ao corpo, tornando-se desagradáveis.

Parámos num local onde havia bebidas quentes, comida...e uma fogueira bem quente, luminosa e com aquele aconchegante aroma a fumo e lenha a arder. Que vontade de ficar ali!

Prosseguimos sempre debaixo de chuva e nem as estradas estavam em condições para nós seguirmos a pé. Numa estrada, a água já nos estava a dar pelos tornozelos.

Finda esta árdua jornada, as castanhas e a jeropiga aqueceram-nos a alma e a animação prevaleceu.

Wednesday, November 07, 2018

Curta mas intensa








Regressei a Manteigas muitos anos depois. Tinha ali estado num evento de Goalball. Agora regressava para uma caminhada que, a julgar pelo reduzido número de quilómetros, devia ser dura.

Adivinhava-se uma vaga de frio para o Interior e era o fim de semana da famigerada mudança para o horário de inverno, algo que ,e desagrada bastante.

Realmente o frio era cortante, mas logo aquecemos com uma subida. Se fosse sempre assim…

Depois de alguma facilidade, as coisas começaram a complicar quando se começou a descer vertiginosamente.

Guardada estava a melhor parte para os quilómetros finais que foram sempre a subir e em terreno acidentado. Ate água havia para passar. Eu terminei na frente do grupo graças a essa subida que por acaso me correu bem, apesar de não ser o terreno mais propício.

No aconchego do hotel do INATEL, almoçamos e ouvimos música tradicional. Estava muito frio para sair à rua.

Wednesday, October 24, 2018

Chuva depois da tempestade






A deslocação foi curta até à Pedrulha onde iria decorrer uma caminhada solidária, cujos donativos iriam reverter para o Centro Paroquial da Pedrulha. Depois da tempestade que assolou a cidade de Coimbra na véspera, não se falava de outra coisa e iam-se observando os estragos nos campos e nas construções.

Assim que nos alinhamos para iniciar a caminhada, começou a chover de tal forma, que tivemos de aguardar mais uns minutos. No entanto, o trilho já estava enlameado e escorregava muito. Foi essa a dificuldade acrescida que houve nesta jornada.

O resto do percurso foi facílimo, ate porque tinha tido uma caminhada bem mais complicada na véspera.

Ao longo do percurso, não deixou de ser interessante o facto de as gentes da Pedrulha contarem as suas histórias, memórias de infância associadas aos locais por onde passámos e algumas curiosidades. Sabe sempre bem ouvir essas histórias.

Seguem fotos de um dia muito cinzento mas, sobre isso, nada podemos fazer.

Jornada de superação





A Serra de Sicó viveu uma jornada memorável em que eu e mais dois amigos nos aventurámos por trilhos dos mais exigentes que conheço.

Apesar de ser a quarta ou quinta vez que visito as Buracas do Casmilo e de até já saber de cor alguns dos caminhos, é sempre agradável lá voltar. Desta vez não vinha sozinha. O evento era a favor da ACAPO e havia a expectativa de saber se cumpríamos com sucesso a exigência do percurso.

Pela minha parte, já tenho algum experiência em caminhar em trilhos, como se sabe. Já vi de tudo. Não estávamos muito longe do trilho mais complicado que percorri. Penso que também é Serra de Sicó na mesma.

Com a ajuda de outros participantes, nos fomos vencendo cada obstáculo que o trilho nos foi colocando. Eram caminhos difíceis mas nós, tal como na vida, conseguimos fazer das fraquezas forças e vamos à luta. Somos resistentes, abnegados, sempre tivemos de lutar. Lutamos a cada segundo do dia porque o Mundo não está feito à nossa medida. Suponhamos que aquele trilho representa a vida. Se queremos vencer, temos que enfrentar. Não fugir.

As outras pessoas, que também sentiam as agruras do trilho também se sentiam mais motivadas ao nosso lado, tomando-nos como exemplo. Algumas nunca tinham tido contacto connosco e ficaram admiradas por, em momento algum, sentirmos receio. Mesmo quando o caminho se tornou mais duro.

No final, todos estavam satisfeitos. Os meus amigos estavam entusiasmados e já pensam no próximo desafio. Uma experiência bastante positiva que deverá ser para continuar.

Tuesday, October 02, 2018

Sarilhada





E porque a tradição ainda é o que era, não havia trilho do Sarilho, sem peripécias relacionadas com enganos nas cortadas do percurso, apesar de elas estarem todas assinaladas.

O dia amanheceu fresco, ideal para caminhar, especialmente em trilhos. À medida que fomos avançando, o Sol abriu e veio o calor.

Regressámos ao Trilho do Sarilho e a Cantanhede. Da outra vez que por lá passámos, houve histórias de alguns de nós que se perderam. Desta vez houve dessas peripécias e em muito maior escala.

Inclusive eu fui uma das pessoas que cortou no sítio errado. Não estava sozinha. O engano não foi muito grande.

Quanto às agruras do percurso, quando vamos para trilhos, não esperamos facilidades. Este nem foi dos mais complicados. Apenas havia algumas pedras e tojos como obstáculos.

No final, o calor também apertou com força, dificultando-nos ainda mais a vida.