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Friday, September 11, 2026

“Crimes Virtuais” (impressões pessoais)

 

Um texto mais informativo do que outra coisa da autoria de vilson Dias.

 

Este texto visa elucidar o utilizador comum para os crimes virtuais e sua moldura penal. É claro que é um texto adaptado ás leis brasileiras que se foram moldando á medida que os avanços tecnológicos se deram.

 

Ao longo destas paginas, é contada um pouco da história da Internet e dos avanços tecnológicos, em como os computadores foram povoando a nossa  existência e hoje cada um de nós  está ligado ao Mundo. Para o bem e para o mal.

 

Os crimes virtuais, crimes cibernéticos, crimes informáticos dividem-se em várias categorias. Se no passado o foco estava em roubar dados de  empresas e instituições de  ensino ou destruir máquinas, hoje as fraudes estão centradas no indivíduo e no roubo de dados, especialmente financeiros, tendo em conta o lucro.

 

Também as redes sociais têm cada vez mais relevância. É lá que se cometem crimes de ódio e ofensas á honra. Com o surgimento da inteligência artificial, novas formas de crime surgem e cada vez mais elaboradas.

 

Foi bom conhecer um pouco da história da tecnologia através deste pequeno livro que nos permite alertar para estes novos tempos de criminalidade.

 

Wednesday, February 28, 2024

F4

 

Este sonho surgiu quase antes de acordar.

 

A sala dos computadores ficava numa divisão onde realmente está o meu velho computador fixo. Ele por lá continuava a funcionar e a ser utilizado por muitas pessoas que ali gravavam os seus trabalhos como se fosse um vulgar computador de escola. Por o computador ser enorme, ficava lá.

 

Eu estava quase a terminar o curso e tinha de levar o  computador dali a uns meses para casa. Enquanto isso, cheguei á sala e vi o meu computador ocupado com alguém. Lá tive de me sujeitar a outro computador existente lá na sala. Parece que estava a haver uma aula.

 

Quando essa aula terminou, mal a pessoa se levantou, recuperei o meu computador e constatei que imensas janelas e caixas de diálogo estavam abertas. Com o alt F4 tentei fechá-las mas cada vez surgiam mais. Parecia o Hi5 há uns anos. Mas estaria eu a carregar mesmo no F4?

 

Estava mas as janelas abriam em vez de fechar. Também este teclado era muito complicado, tinha inúmeras teclas que eu não sabia para que serviam. Provavelmente dei outro comando antes.

 

Queria trabalhar e não saía dali.

 

Este sonho levou-me novamente aos tempos em que passava dias inteiros na sala de informática. Os computadores foram equipados com Windows NT e não davam para guardar imagens, por exemplo, algo que era prejudicial ao meu trabalho. Havia um computador ainda com o Windows 98 e muitas vezes tinha de esperar que ele ficasse livre para poder trabalhar sem problemas. O computador não era meu mas era o que reunia as condições necessárias para eu poder trabalhar, pois na altura não tinha computador próprio.

 

Wednesday, February 21, 2024

A Internet acabou

 

E tudo foi de repente…

 

Sonhei que, um belo dia, estando eu no trabalho, comecei a ver aquele sinal de página a carregar ou de procura de rede. É muito normal haver uma falha de Internet mas a demora estava a ser exasperante.

 

Tinha coisas urgentes para fazer e não havia meio de as coisas que eu queria carregarem. Logo penso que o problema é do meu computador. Que algo avariou ou que eu fiz alguma coisa que  não devia.

 

Fui lá abaixo á loja perguntar se havia Internet e nem  precisei de o fazer. A resposta estava no tremendo rebuliço que para lá ia. As filas de clientes nas caixas eram intermináveis. Havia vozes exaltadas e grandes discussões. As ligações a servidores tinham simplesmente parado assim do nada. Num momento tudo funcionava para  no segundo seguinte tudo parar.

 

Saí para a rua. Reinava o caos. Desesperadas, as pessoas olhavam para os seus  smartphones. Muitas abanavam a cabeça e olhavam para a pessoa do lado que fazia o mesmo com uma cara de espanto.  O transito parou como se fosse hora de ponta. Havia um ambiente estranho no ar.

 

Nesse dia eu ia para a aldeia. Certamente que  ali não se dava tanto pela falta da Internet como na cidade.

 

Vi um amigo nosso com um telemóvel. Logo lhe fui perguntar por que carga de água tinha ele Internet quando o resto do povo já estava a desesperar. Ele não sabia explicar porque não tinha sido afetado pelo bug geral da Internet.

 

É que não se falava de outra coisa. Pelas ruas, já que os canais televisivos também tinham parado de transmitir.

 

A temática estranha deste meu sonho daria certamente um bom romance…