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Monday, December 06, 2021

“Voltar Do Manhã” (impressões pessoais)

 

Experiências de quase morte. Eis um dos meus temas de eleição. Sempre que me aparece um livro sobre esta temática, devoro-o avidamente.

 

Por acaso já tinha lido este relato específico noutro livro com outros relatos bem interessantes.

 

Trata-se de um psiquiatra norte-americano que viveu esta experiência enquanto cumpria o serviço militar no Texas. Durante nove minutos foi considerado morto e aí viveu uma experiência incrível. Percorreu velozmente cidades inteiras onde esteve em locais que não conhecia. Passou por pessoas que não notavam a sua presença e, pasme-se, percorreu todas as enfermarias do hospital onde entrou…à procura de si mesmo.

 

Depois um ser de luz que ele identifica como Cristo levou-o numa viagem até ao passado e ao futuro. Eles por fim saem do planeta mesmo e ao longe existe uma cidade muito luminosa que ele identifica como sendo o Céu. Quando duas pessoas também luminosas se abeiram dele, regressa ao seu corpo mas jamais esqueceu esta experiência que lhe deu grandes ensinamentos para a vida. Ele não os percebeu de imediato mas depois tudo se encaixou na sua mente.

 

Psiquiatra conceituado, damos com ele a contar a sua história a um doente terminal prestes a morrer com cancro de pulmão.

 

As experiências fora do corpo são algo de grandioso. Quem, vive uma, pelo menos uma vez na vida que seja, jamais esquece. A sensação é especial. Eu, por acaso, nunca vivi nenhuma experiência de quase morte mas já vivenciei três experiências fora do corpo noutro contexto. Podia ter vivido uma quarta (a primeira de forma consciente e propositada) mas fiquei nervosa e ansiosa na hora que senti que me deixava abandonar.

 

Todas estas experiências relatei neste meu humilde espaço.

 

É a prova de que existe realmente alguma coisa para alem da existência que estamos a vivenciar. Talvez esta nossa passagem pelo mundo terrestre e terreno seja a mais curta das experiências que possamos ter.

 

Nunca é demais dizer que adoro estas histórias.

 

Thursday, September 16, 2021

Alguém me agarrou

 

Este é mais um dos meus episódios da paralisia do sono. Daqueles tão reais que tomamos como tendo mesmo acontecido.

 

Inicialmente estava a sonhar que lia um texto de uma prova passada. Era uma folha de teste escrita á mão. Eu ia sublinhando as partes que queria aproveitar a vermelho. No sonho dava como adquirido que conseguia ler, imagine-se. Como era bom…

 

Estava eu a ler quando, vinda da porta, surgiu uma negra sombra. A pessoa que era agarrou-me com força, puxou-me os cabelos e empurrou-me para cima da cama. Inicialmente pensei que era a minha vizinha mas, dada a violência da criatura, logo vi que era alguém muito mais alto e forte. Fiquei impotente para lutar com a criatura.

 

Muito tempo depois de acordar, sentia uma impressão na cabeça e noutras partes do corpo onde a coisa tocou.

 

Mais um ser daquele submundo para onde viajamos por vezes enquanto dormimos. Talvez eu por vezes tenha medo de sair conscientemente do corpo com medo de encontrar espíritos como este que tocam de forma violenta e maligna. Boas energias não possuem, disso posso garantir.

 

Wednesday, May 19, 2021

“Instantes Da Eternidade” (impressões pessoais)

 

Ora aí está um livro daqueles que eu gosto!

 

Trata-se de uma obra com novos relatos de um tipo de experiências paranormais das quais só tive conhecimento quando li esta obra, ou seja, hoje mesmo.

 

Já tinha ouvido relatos de fenómenos destes, não sabia que isso se enquadrava num determinado tipo de fenómenos- as experiências de morte partilhada.

 

Mas o que é isto de experiências de morte partilhada? Tratam-se de experiências vivenciadas por pessoas saudáveis, sem nenhuma patologia que se encontram à cabeceira da cama de um moribundo, na via pública onde alguém morre subitamente ou mesmo á distância de um amigo ou familiar. Nestes últimos casos também se dá o nome de morte premonitória.

 

Uma ou mais pessoas que se encontram junto a uma pessoa que está prestes a morrer vivenciam uma experiência semelhante á de quase morte mas com algumas diferenças. Muitas vezes as pessoas saem do corpo juntamente com a pessoa que se encontra deitada na cama e fazem a viagem juntos. Quando chegam àquela situação de túnel ou barreira que delimita a distância entre este mundo e o outro, o moribundo segue em frente e a pessoa ou pessoas que estão no quarto voltam para o corpo físico.

 

Houve casos de casais que fizeram a caminhada rumo ao outro mundo juntos mas a pessoa que não estava para morrer não conseguiu acompanhar a pessoa que morreu.

 

Mais espantosas são as situações em que algumas pessoas tomam conhecimento da morte de familiares a muitos quilómetros de distância. Desses episódios já tive conhecimento. Não sabia que se enquadravam neste tipo de experiências. Pensava que eram meras premonições ou pressentimentos. No limite eram sonhos premonitórios. São casos de pessoas que estão a dormir e sonham ou vêm um familiar seu que se encontraria vivo. Imediatamente. Têm a convicção que essa pessoa abandonou o mundo dos vivos.

 

Tal como acontece com as experiências de quase morte, nem todas as pessoas confrontadas com a morte de alguém experimentam estes fenómenos. Isto é algo que intriga os cientistas. A ideia de que o cérebro moribundo cria as experiências de quase morte cai por terra com estes fenómenos. Estas pessoas não sofrem de qualquer tipo de patologia. Estão perfeitamente bem e estão equilibradas, mesmo na iminência de perder um familiar ou amigo. No caso dos profissionais de saúde que lidam com a morte todos os dias, é simplesmente o seu trabalho e deparam-se amiudadas vezes com este tipo de fenómenos. Com cada vez mais pessoas a morrer em meio hospitalar, são eles que narram tanto as experiências de quase morte como as de morte partilhada.

 

Chega a colocar-se a hipótese de a memória existir fora do cérebro de cada um e cada um de nós ter acesso a ela usando o cérebro. Para se chegar a uma mesma memória, o corpo tem de estar num outro nível. Também se considera que todos nós temos capacidades telepáticas, algumas pessoas mais desenvolvidas do que outras. É essa capacidade que também se ativa nestas situações.

 

Neurologistas, psiquiatras e outros profissionais ligados ao estudo da mente humana ainda buscam respostas para estes fenómenos mas chegam à conclusão que, quanto mais respostas buscam, mais perguntas surgem.

 

Infelizmente tenho uma longa lista de livros sobre esta temática que é muito do meu agrado que gostaria de ler mas não os encontro em formato digital. Existe alguma ficção inspirada nestes fenómenos mas eu prefiro a vertente mais científica com relatos verídicos e a tentativa de explicar aquilo que até agora se torna inexplicável. Sabe-se que apenas acontece.