Monday, February 29, 2016

Se dependesse de Danilo…



Porto e Sporting estão fora da Liga Europa. Ambas as equipas perderam para equipas alemãs. O Sporting foi eliminado pelo Bayer Leverkusen e o Porto não conseguiu ultrapassar o Borussia Dortmund. Danilo Pereira esteve em destaque no meio-campo do Porto dando o que tinha e o que não tinha para alterar o rumo das coisas. Já Casillas foi o autor do autogolo que deu a vitória à equipa alemã no Estádio do Dragão.

As hostilidades da partida são abertas por Ruben Neves e um remate daqueles que ele costuma fazer. Não criou perigo.

O árbitro inglês exibe o primeiro cartão amarelo do jogo a Evandro.

Só agora reparei- o Brahimi não está a jogar.

Há golo do Borussia Dortmund. Terá sido autogolo de Casillas?

Marega remata por cima.

Evandro, que tem andado desaparecido do jogo, cria perigo numa vistosa jogada individual.

Varela agora quase marcava. Valeu a defesa estrondosa do guarda-redes.

O intervalo chega com o Porto em desvantagem por 0-1. Terá de marcar quatro golos para seguir em frente, o que é quase impossível.

O Porto cria perigo.

Reclama-se agora grande penalidade sobre Suk que tinha acabado de entrar poucos instantes antes desta jogada. É impressão minha ou o Suk cortou o cabelo?

Saiu cartão amarelo para Ruben Neves.

Agora há cartão amarelo para o guarda-redes do Borussia Dortmund por queimar tempo. Mas ele ainda acha que o Porto pode mesmo marcar quatro golos?

O Jogador Número Dezoito do Borussia Dortmund vê também o cartão amarelo por falta sobre Danilo. Pedia-se cartão vermelho. Ele parecia mesmo o Rambo, o Karaté Kid, o Chuck Norris ou algo assim. É incrível! Se ali estivesse o olheiro de artes marciais, já o tinha contratado.

A bola ainda entra na baliza de Casillas mas havia fora de jogo.

Brahimi ainda remata com perigo mas nada há a fazer.

A bola vai ao poste da baliza de Casillas já em tempo de compensação.

O jogo termina. Ficamos apenas com o Braga na Liga Europa.

“Peregrino” (impressões pessoais)

Vai ser difícil encontrar este ano um livro que me prendeu assim tanto, de modo a o ler de forma compulsiva.

Esta obra do australiano Terry Hayes está pejada de suspense e de acção do início ao fim. O autor começa por nos dar a conhecer um crime em Nova Iorque e depois passa para a caça ao terrorista que desenvolveu uma arma biológica com o vírus melhorado da varíola.

Aparentemente estas histórias nada têm em comum mas uma localidade turca chamada Bodrum une-as de forma inesperada. Como as pistas do terrorista o levam até à Turquia, o protagonista, cujo verdadeiro nome não chegamos a saber, vai até essa localidade turca tendo como pretexto a morte de um milionário norte-americano. Aí, o espião vai-se deparar com várias situações surpreendentes.

Lembram-se do livro que li há tempos sobre as armas biológicas e o perigo que é os terroristas deitarem-lhes as mãos? Aqui está bem narrada uma situação que pode vir a acontecer. Uma só pessoa por sua iniciativa espalhar o terror.

Este é daqueles livros que não queremos que acabe. Muito bom mesmo. Talvez esteja entre os melhores que já li.

Passamos agora para uma biografia. De André Villas-Boas.

Wednesday, February 17, 2016

Jonas resolveu



Tivemos de esperar até mesmo ao final do jogo para assistir ao golo com que o Benfica venceu o Zenit. Velhos conhecidos regressaram ao Estádio da Luz mas a eliminatória, para já, está a nosso favor.

O árbitro italiano mostrou o primeiro cartão amarelo do encontro a André Almeida.

PÍzzi remata fraco. É o primeiro ataque do Benfica.

Jonas cria muito perigo. Ainda é canto.

O nosso amigo Hulk agora descalçou o Renato Sanches.

O nosso também velho amigo Witsel viu também o cartão amarelo por travar Jonas.

O cartão amarelo é agora para Jardel por travar Hulk. O Jogador Número Sete do Zenit que até canta canções do Roberto Carlos marca o livre mas a bola vai para fora.

Pizzi também vê o cartão amarelo.

Chegamos com um nulo ao intervalo. A esperança é que os russos quebrem na segunda parte, pois estão com o campeonato parado por causa do Inverno.

O nosso velho amigo Javi Garcia corta a bola com a mão e vê o cartão amarelo.

Criscito vê o cartão amarelo por travar André Almeida em falta. André Almeida está numa forma espantosa. Tem subido muito.

A bola agora não entra incrivelmente na baliza do Zenit.

Jardel remata para fora. O Benfica carrega.

É impressão minha ou o Zenit já não pode com as pernas?

Eliseu remata mas sem perigo.

O árbitro italiano mostra o segundo cartão amarelo e expulsa o também italiano Criscito que…volta a travar André Almeida em falta.

JOOOOOONAAAAAS! Estava difícil. Assim vamos para a Rússia em vantagem que pode ser importante. O Zenit terá de correr atrás do prejuízo.

Samaris também tentou a sua sorte.

O jogo termina pouco depois com a festa no Estádio Da luz. O Benfica venceu.


Tuesday, February 16, 2016

“Nirvana”- Elbosco (Música Com Memórias)





Ih! Já nem me lembrava sequer que esta música existia. Realmente já há muito que não a ouvia. Aproveitando este ressurgimento, toca de registar aqui o que ela me faz lembrar.

Estávamos em finais de 1995, aí pela altura do Natal, quando surgiu este tema que era bem interessante. Pelos vistos ontem passou a ser balada também.

Na altura, provavelmente antes de esta música surgir, eu tinha visto um jogador da selecção de Futebol da Macedónia a marcar três golos não me lembro a que selecção. Foi tudo ali por essa altura. O nome desse jogador era Bosko Djurovski. Como este grupo se chama Elbosco, não houve grande dificuldade do meu subconsciente em fazer uma associação.

Era o tempo em que eu fazia também as minhas famosas gravações. Numa delas eu também incluí esta música. Alguém a cantava algures.

Tempos loucos ,esses.

Este grupo ainda existe. Para quem não sabe, está associado a um mosteiro espanhol.

Quanto àquele jogador macedónio chamado Bosko Djurovski, é actualmente seleccionador nacional da Macedónia.

Monday, February 15, 2016

Óbito



E a loucura prossegue! É o que faz deitar-me muito cedo a ouvir o temporal que continua a rugir lá fora. Foi assim durante todo o fim-de-semana.

Para além de o Facebook nos alertar dos aniversários, nos dar as memórias, sonhei com mais uma funcionalidade: alertar do falecimento de alguém. Bem, já faz isso. Não de forma automática, mas porque aparece alguém a informar ou a perguntar se alguém já partiu desta para melhor. Já me aconteceu pelo menos por duas vezes. Bem, aqui era mesmo o Facebook que alertava automaticamente que a pessoa tinha morrido. Como iria buscar a informação, isso era um mistério. Eu é que recebia alertas constantes do falecimento de um primo meu. Na verdade o Facebook falhou.

O que não falhou foi eu estar a olhar para a estrada, perdida no horizonte, e dar conta de algo caído algures. Desloquei-me para lá. Era a Feijoa que se encontrava ali inerte. Ainda estava quente. Eu peguei-lhe na esperança de ela ainda estar viva mas nada havia a fazer e eu fiquei completamente destroçada. O sonho parecia tão real, que fiquei aliviada de acordar.

Sonhei depois que vinha do lugar. Estava uma tarde de Sol e era uma sexta-feira. Tinha acontecido alguma coisa algures no Mundo porque as pessoas estavam todas de olhos e ouvidos nas notícias.

Tinha havido um atentado sem precedentes nos Estados Unidos. Tão cedo não se voltaria a falar em mais nada. Ainda pouco se sabia mas a sensação que tinha era de estar a reviver o 11 de Setembro.

Acordei apenas com um despertador. Enganei-me a programar o outro.