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Wednesday, July 30, 2025

“Tentação do Norte” (impressões pessoais)

 

Manuel alegre escreveu este conto ou novela em 2021, em plena época de pandemia.

 

Este texto tem muito das  vivências do autor que, como se sabe, foi alvo de perseguições políticas e teve de recorrer ao exílio.

 

Este é mais um conto com conotações políticas que   demonstra o clima de medo e perseguição política que era denominador comum a vários países depois da Segunda guerra Mundial. Tanto comunistas como  fascistas perseguiam os seus inimigos. Matavam, perseguiam, mandavam prender…

 

Memórias de outros tempos de desconfiança, de estar sempre a olhar para trás, de puro terror.

 

Tuesday, December 03, 2024

“Memórias Minhas” (impressões pessoais)

 

De volta também a Manuel Alegre.

 

Desta vez o escritor e político traz-nos as suas memórias de uma vida longa e preenchida a nível político e a nível de carreira literária.

 

Esteve no exílio, foi e continua a ser uma referência no Partido Socialista (por extenso, como costuma dizer) e  continua a escrever e a ser premiado pela sua escrita.

 

Já li muitos dos seus livros e contos.

 

Manuel Alegre é um escritor multifacetado que tanto escreve romances, como ensaios, como poesia. Neste último género é onde mais se destaca.

 

De uma forma simples, Manuel Alegre dá a conhecer os vários vértices da sua vida.

 

Saturday, November 30, 2024

“Uma Estrela” (impressões pessoais)

 

Abrimos as hostilidades em matéria de textos de natal com Manuel Alegre. Tenho outro livro do poeta português para ler, daí ter lido hoje este conto.

 

Este texto faz-me lembrar os natais da nossa infância. Confesso que agora não acho grande piada ao natal. Posso dizer que quase abomino esta quadra.

 

Lembro-me que também os meus pais iam buscar musgo para o presépio. Agora fazem árvore de natal por causa do meu sobrinho e enfeitam a parte de fora da casa com luzes.

 

As figuras do presépio ainda por lá devem andar por casa, as que não ficaram partidas, a maioria sem cabeça. Também ali havia reis magos. A cabana era de madeira e foi construída pelo Senhor Alexandre que produzia em madeira quase todas as coisas lá de casa.

 

Sinceramente, nem sei por onde as figuras do presépio andam. Lembro-me de a minha mãe as ter comprado algures numa loja em Anadia. Vinham numa caixa colorida em tons de azul e com papeis brancos a proteger. Havia pequenas ovelhas também. Sei que eram muitas. As palhinhas de barro até ficavam separadas do Menino Jesus.

 

Não sei quantas vezes foram utilizadas antes de se perderem algures mas certamente que não foram muitas.