Thursday, June 03, 2021

Bouldini

 

Lá estou eu a sonhar com marroquinos! Mas que mania!

 

Bem, desta vez até sonho com um marroquino de jeito. Um marroquino que por acaso até foi o abono de família da Briosa. Infelizmente não deu para a subida. Consta que vai jogar no Santa Clara. Se vai ou não fazer companhia ao Shahriyar já é outra história.

 

Sonhava eu que andava num curso ou numa formação e o meu grupo era maioritariamente composto por mulheres. Eu não me integrava bem ali por isso mesmo. Digamos que eram muito coquetes e muito vaidosas. Só falavam em maquilhagens, roupas, cremes, produtos de beleza…

 

Um belo dia, uma colega minha chamada Helena, já com idade para ter juízo, trouxe consigo…o bouldini. Fartou-se de o gabar para o resto da classe.

 

Depois desse encontro, a criatura veio ter comigo com ar superior e veio-me chamar a atenção  que eu olhava o Bouldini de uma forma especial. Digamos que eu o estava a comer com os olhos. Em suma, estava com ciúmes.

 

Eu fiquei muito admirada e fui dizendo á criatura que tomaria eu olhar para ele, era sinal que eu via alguma coisa. Realmente é preciso ter lata! A  inteligência da criatura nem ao menos dava para atingir que uma pessoa cega não pode olhar para ninguém.

 

E ela continuava: mas tua estavas corada. Ora essa…

 

Fui obrigada a me chatear. Aquela conversa já me estava a aquecer. Então é que eu ia ficar vermelha mas de raiva. Era melhor ela fugir.

 

Movimento, alegria e liberdade

 

Sinto-me cada vez melhor. Os movimentos saem fluídos, sem pensar e com uma desenvoltura incrível.

 

Quanto mais trabalho, melhor é a forma, mais descontraída fico e isso nota-se no meu bem-estar.

 

Não há melhor remédio para todos os males, especialmente os do espírito, do que um treino bem puxado. Passado pouco tempo, fazer exercício será mesmo a melhor parte  de um dia comum.

 

Perante a prisão imposta pelas limitações do corpo humano, resta a liberdade do movimento, o bem-estar, a felicidade que a prática desportiva proporciona.

 

Tuesday, June 01, 2021

“É Assim Que Se Perde A Guerra Do Tempo” (impressões pessoais)

 

Ih que confusão!

 

Este é o comentário que me apraz debitar ao fim de ler este livro. Como bem sabem, não sou grande apreciadora de fantasia e muito menos de ficção científica. Por incrível que pareça, talvez esteja mais talhada para escrever fantasia por ser um pouco obrigada a isso dada a minha condição de deficiente visual e apenas ter o condão de imaginar e não ver o mundo como ele é.

 

Mas um texto tem de ter um sentido. Pelo que me deu a perceber deste livro de dois escritores canadianos, havia duas criaturas- Blue e Red- que percorriam os acontecimentos que marcaram o Mundo, desde a época dos dinossauros, até a acontecimentos mais recentes como a Segunda guerra Mundial.

 

É um misto de realidade e fantasia. Uma autêntica salganhada, se querem que vos diga.