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Saturday, May 30, 2026

Ela era fã da Merethe

 

O meu subconsciente pegou numa série de coisas que se passaram no meu dia enquanto estava em vigília e transformou neste episódio.


sonhei que ia para um sítio onde havia pessoas que não conhecia. Era uma excelente hipótese de socializar com gente nova. Claro que eu estava apreensiva. Não queria de todo ir.

 

Cheguei lá e aquilo era ao ar livre. Havia gente de todo o Mundo com roupas coloridas. As pessoas eram de todas as idades.

 

Houve então lugar ás apresentações. Havia algumas perguntas que cada um fazia á pessoa que se estava a apresentar. Uma senhora aí da minha idade aproximou-se e falou de alguém que eu conhecia.  Inicialmente não disse o nome mas disse o nome de uma canção da Merethe e depois disse que era  grande amiga dela e grande fã dela enquanto cantora e enquanto pessoa. A música que ela mencionou era a que eu tinha ouvido antes de me deitar. Sim, eu costumo ouvir música norueguesa antes de dormir. Não me perguntem porquê. Apetece-me. Não posso?

 

Claro que eu depois não a larguei. Acordei e eram mais de sete horas. Resolvi ficar a descansar.

 

Wednesday, March 04, 2026

Merethe no reality show

 

Se fosse na “Casa dos Segredos”, o segredo dela era ter ido à Eurovisão, querem ver?

 

Um sonho muito louco, tendo em conta o feitio e a personalidade das protagonistas- eu e a Merethe.

 

Estava a assistir a um reality show, imagine-se. De referir que eu abomino esse lixo televisivo e tenho até raiva de quem vê essas coisas. Mas eu só via por um  único motivo: estava lá a Merethe, imagine-se, também. Ela que não teria feitio para essas coisas. Mais facilmente era jurada do “The voice”.

 

As pessoas admiravam-se, claro, de eu estar ferrada a ver televisão, ainda por cima, um programa que eu digo alto e bom som para quem me quer ouvir que é um lixo.

 

Acordei intrigada.

 

Saturday, January 03, 2026

Primeiros apontamentos oníricos de 2026

 

De regresso a casa, uma noite bem movimentada e repleta de peripécias.

 

Acordei com o coração a galopar. Mais uma versão daquele sonho que tive há uns anos atrás em que um número invariavelmente e preocupantemente elevado de veículos de emergência médica desfilavam num local pouco percorrido por veículos. Os mesmos gritos aflitivos, a  mesma urgência. Com a televisão ligada em canais de notícias, havendo grande aparato lá fora pela calada da noite, não sabíamos o que se passava.

 

Agora a situação é diferente. Um clube norueguês visita a casa do porto. Lá vou eu de novo ao Estádio do Dragão- local em que, por acaso, estive bastantes vezes já, apesar de não ser adepta dos azuis e brancos.

 

Travei conhecimento com duas adeptas do clube adversário. Uma delas era alta, forte e espadaúda- uma autêntica mulher viking. De certeza absoluta que ela não era a Merethe.

 

Ela entregou-me um pacote de batatas fritas igual aos que se vendem com os menus dos frangos no Pingo doce. Ela disse-me que não o abrisse antes de ela chegar mas eu…logo o abri assim que ela virou costas. Depois tentava esconder que a desautorizei colocando a mão por cima da abertura. Acordei desse sonho antes de levar uma monumental descompostura.

 

Depois vem ainda um sonho do qual eu me lembro com bastante nitidez. Estava em casa dos meus pais e ouvia de madrugada as corujas bastante alvoroçadas. Explicando aqui para quem só neste ano que agora começa tem a resolução de ler religiosamente todos os meus escritos, antigamente os quartos davam para a rua, coisa que hoje não acontece. No meu sonho, o quarto ainda dá para a rua e é o que, em tempos partilhei com a minha irmã e com a minha avó. O quarto em frentedos meus pais.

 

Ao abrir a janela, constatei algo muito estranho e muito errado. Não estava escuro mas também ainda não tinha amanhecido. Notei ao longe uma mancha negra no Céu. De início não identifiquei o que era mas depois essa mancha negra alastrou e dividiu-se em manchas mais pequenas. Depreendi que era fumo mas, numa primeira fase, não vi chama alguma.

 

O fumo começou a alastrar e finalmente o clarão laranja vivo da chama alastrou rapidamente. Atingiu uma altura incrível em poucos minutos. Corri a chamar os meus pais, gritando que havia fogo. Eles demoraram a acordar. Chegando junto á janela, constatei que as chamas cada vez se aproximavam mais da casa.

 

Acabei também por acordar.