De volta a Knut Hansun, Prémio Nobel da Literatura em 1920.
Eu gosto neste autor norueguês a capacidade de criar imagens visuais que são autênticos quadros. Para o leitor que não vê é muito importante haver livros que nos estimulam essa parte do cérebro e nos incitem a ver através das recordações e dos pensamentos.
Da maneira como descreve, até parece que nós o acompanhamos nas suas jornadas de trabalho.
Apesar de não ter uma história assim tão atraente por trás, acabo por dar nota bastante positiva a este livro.
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