Sunday, May 31, 2026

“a Luz que Nos Une” (impressões pessoais)

 

Laura Lynn Jackson descobriu que era especial logo em tenra idade. Descobriu primeiro que tinha premonições, que conseguia sentir a energia das outras pessoas e depois começou a ser um veículo de comunicação entre este lado dos vivos e o  outro onde se encontram os mortos. Laura é médium.

 

De profissão ela é professora de Inglês no ensino secundário mas coloca o seu dom especial ao serviço da comunidade, dando esperança a familiares que perderam entes queridos. Ao longo deste livro, laura vai contando alguns episódios das  suas experiências  extrassensoriais.

 

Eu já disse aqui que possuo alguns traços de qualquer tipo de dom. tal como a avó de laura, também a minha avó materna, com a qual eu cresci, tinha mediunidade. Se ela a tivesse desenvolvido…apesar de ser católica e crente, a minha avó tinha essa abertura que a minha mãe não tem porque ela sentia na pele que realmente havia algo do outro lado.  São inúmeros os episódios que  recordo dela. O mais famoso prendia-se com uma ocasião em que, inexplicavelmente, as luzes dos currais dos animais se acendiam sempre á mesma hora. A minha mãe tinha a certeza que as tinha apagado. Era muito estranho. A minha avó sempre foi dizendo que sentia ali presenças. Certa noite, por essa altura, a minha avó levantou-se de madrugada para  ir á casa de banho. Primeiro julgou ter ouvido chamar o seu nome. Depois, ao deitar-se na cama, sentiu alguém a puxar os cobertores e a aconchega-los. Eu estava acordada nessa altura e não senti nada.

 

As minhas  capacidades não têm muito a ver com comunicar com espíritos. São muito estranhas. Alguns desses episódios estão aqui narrados. Ao ler este livro, encontrei  explicação para alguns deles que envolvem pessoas sem qualquer tipo de relação comigo e cujas mortes eu, de certa forma, prenunciei. Laura diz que nós estamos individualmente ligados a algo mais vasto como o Universo. O nosso cérebro, a nossa mente, simplesmente é um veículo para essa interligação. Por vezes achamos estranho estarmos ligados a quem não conhecemos mas é muito comum.

 

É preciso abordar este tipo de leitura com a mente aberta. Eu, tendo algumas experiências estranhas, acredito nessa interligação entre este mundo e outros mundos paralelos.

 

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