EdithWaarton foi uma mulher á frente no seu tempo. De condição social privilegiada, ela teve uma abordagem à escrita muito diversificada. Escreveu poesia, livros sobre jardinagem, contos sobrenaturais, como é este o caso…
A inspiração para este tipo de conto terá surgido por que Edith padecia de febre tifoide e os seus delírios febris muitas vezes causavam terríficas alucinações. Ela temia ler Terror mas acabou por escrever algo no género como este conto.
Basicamente, este conto trata de um homem que pode ser um alter-ego de Edith. Ele apanhou uma febre que lhe alterou a mente. Ele não se lembrava que Mary tinha morrido e foi a sua casa. Incrivelmente acaba por a encontrar, percebendo depois com horror que ela estava morta.
O estado confuso típico da febre parece estar patente aqui neste conto. Muito bom mesmo. É este o livro, neste caso, o conto, que fecha em beleza o mês de fevereiro.
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