Ensaio de Umberto Eco.
Este texto trouxe-me agradáveis memórias. O escritor italiano fala da biblioteca de ontem, de hoje e de amanhã. Tendo este texto sido escrito lá muito atrás, ele não se lembrou da forma como, por exemplo, eu hoje tenho acesso aos livros e como por acaso li este seu texto. A minha biblioteca anda comigo no meu bolso, tem milhares de livros e posso aceder onde quer que me encontre á distância de um click,
Ele fala de vários tipos de bibliotecas que ele conhece ou conheceu. Fala das diferenças entre elas em vários locais do Mundo e ao longo dos anos. Se há bibliotecas que servem de ponto de encontro, outras há mais rígidas.
Também a forma como se consultam livros foi mudando. Há bibliotecas com fotocopiadoras e há bibliotecas onde é proibido fotocopiar livros. Lembrei-me de quando andava no liceu. Copiava os textos das enciclopédias á mão para um bloco de folhas. Depois, quando eu já andava no Ensino Superior, já tirava fotocópias. Veio a Internet e depois já era fácil imprimir os mais variados textos dos mais variados assuntos. Hoje já ouvi dizer que se manda a inteligência artificial fazer os trabalhos.
Na minha opinião, a leitura não está condenada. Se calhar as bibliotecas tradicionais terão de se adaptar e cada vez mais se dotarem de valências. Talvez serem espaços de encontro e discussão.
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