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Monday, November 02, 2026

“O Homem Ciumento” (impressões pessoais)

 

Sabiam que o Jo Nesbu também canta? Ainda hoje o ouvi. Tem uma canção chamada “Hap”. Além de cantar, ele era um promissor futebolista norueguês e tinha o sonho de jogar em Inglaterra. Mas acabou por se lesionar e logo nos dois joelhos. Perdeu-se um futebolista, ganhou-se um escritor.

 

Ele traz-nos aqui esta coletânea de contos. Alguns destes eu já tinha lido. Digamos que foram acrescentados dois ou   três, incluindo o que dá nome a este livro.

 

O autor norueguês, percebe-se, é versado em muitas matérias e isso reflete-se nos temas tão diversos dos seus contos.

 

Confesso que adoro este autor, não para de nos surpreender.

 

Sunday, December 14, 2025

“A Casa Da Noite” (impressões pessoais)

 

Incursão do norueguês Jo Nesbu no terror.

 

E mais uma vez, o autor norueguês tem de incluir as suas belas amigas, as ratazanas, no seu livro. Todas as histórias vão dar a esses repugnantes seres.

 

Esta história é muito rebuscada. Eu costumo dizer que os estados alterados da mente são bons pontos de partida particularmente para o terror.

 

É o caso desta história. Só chegamos a saber o que se passa aqui já no final. Até ali, a  história era algo confusa.  E a fronteira que separava a ficção do real era mínima. Quando ficamos a perceber o que se passa, tudo se encaixa. Lembro-me de ter visto um filme muito semelhante de uma pessoa também traumatizada como o Richard desta história.

 

Apesar de um livro confuso para quem não está atento, trata-se de uma obra genial.

 

Thursday, October 30, 2025

“A Ilha Das ratazanas” (impressões pessoais)

 

Esta coletânea de contos não será bem de terror porque Jo Nesbu ao pé de Lovecraft e Edgar  Alan Poe é um menino.

 

Quando muito são contos de suspense a roçar o thriller. Pode-se  dizer que são mais contos de máfia, de desordem e de selvajaria.

 

Gostei muito das ideias de alguns dos contos. Aquele da quinta de criação de cobras está o máximo.

 

Muito gosta este norueguês de ratazanas! Lembro-me do primeiro livro que li dele em que fiquei de boca aberta porque ele deu voz aos sentimentos e sensações de uma ratazana que se encontrava junto a um cadáver. Nunca antes tinha lido coisa igual.

 

Nota bastante positiva para estes contos.