Colette foi uma das primeiras escritoras francesas contemporâneas. Desafiando os padrões e conceitos do que era espetável numa mulher do seu tempo, ela publicou alguns dos seus escritos não usando o seu nome, tal como amiúde acontecia com outras mulheres escritoras daquele tempo.
É uma coisa que eu não consigo perceber: que mal havia numa mulher gostar de escrever? Até parecia que caíam os parentes na lama. Sinceramente, não percebia esta sociedade e nem é para eu perceber. Ainda bem que não nasci nessa época!
Neste livro sugerido pela Biblioteca de Coimbra, José Saramago foi quem traduziu estes três contos. Fica a curiosidade.
Começando assim mais uma semana de leituras.