Saturday, July 04, 2026

“Sinais” (impressões pessoais)

 

Gosto sempre de ler estes livros sobre poderes ocultos, sobrenatural, estados alterados da mente, vida após a morte…

 

Volto á médium norte-americana Laura Lynne Jackson. Confesso que gostei mais do outro livro dela do que deste. Com estas  histórias verídicas, a autora prova que os nossos familiares e amigos que nos deixaram seguem connosco. Nem só eles nos guiam, como existem outras forças enviadas pelo universo que por vezes nos ajudam e nos transmitem sinais das mais variadas formas, até mesmo aos mais céticos.

 

Lembrei-me de algo que aconteceu comigo em 2019 quando eu perdi a visão. Poucos dias depois, fui novamente operada para reconstituir o olho. Fiquei a ver um pouco, mesmo sem ser uma visão funcional que me permite ter autonomia.

 

Nessa altura estive perto de dois meses internada. Distraía-me a ouvir música e a procurar ficheiros de meditação. Uma tarde, ouvia eu uma canção no Youtube antes de jantar. Imediatamente abaixo dessa por acaso reparei que havia uma música chamada “Não Perca A tua Fé” , curiosamente de uma dupla sertaneja que eu gostava de ouvir- Rick e Renner. Imediatamente cliquei na música. Pelo título, achei que aquilo era um sinal de alguma coisa. A canção trazia uma mensagem que parecia ter sido escrita para mim e para a situação que eu estava a passar. Nem soube o que pensar, era como se os meus cantores favoritos estivessem sem querer a transmitir aquela mensagem para mim.

 

Voltemos atrás, até onde tudo começou. Ao início de 2019. Também uma mensagem numa canção. Era um domingo e eu estava muito desanimada por causa de estar a ter problemas nos olhos. Pensava no que faria eu se cegasse. De referir que escondi que estava a piorar de todos. Só souberam quando não havia mais o que esconder. Nessa tarde, ouvia música também. Já não conseguia ler durante muito tempo. No meio de algumas canções que estava a ouvir, surgiu uma que me deu novo alento- “Noites Traiçoeiras” do padre Marcelo Rossi. Ainda por cima, a versão era ao vivo e ele, enquanto cantava a canção e pedia a quem lá estava para cantar com ele, ia transmitindo mensagens de alento e coragem para quem estivesse triste ou a passar momentos difíceis. Ainda hoje fico arrepiada só de me lembrar desta coincidência. Laura Lynne Jackson não acredita que isto sejam coincidências.

 

Se fosse a contar histórias apenas com música…nunca mais saía daqui. Ficam aqui estes dois exemplos.

 

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