Continuando na literatura que se faz por cá. Desta vez leio um conto de valter hugo mae.
Ele fala dos avós e daquele sentimento de ternura, de aconchego, de segurança que eles transmitem aos familiares e a eles próprios.
Não sei se o autor estava a falar dos seus avós, se estava a falar de avós fictícios. Sabemos que, de uma forma simplificada e interessante, ele conta que a avó tinha um pacemaker no coração e o avô sofria de demência.
Mesmo assim, aqueles avós eram os melhores do Mundo.
Gostei deste conto.
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