Friday, February 06, 2026

“A Balada do Velho marinheiro” (impressões pessoais)

 

Acho eu que nunca ouvi falar do britânico Samuel Taylor Coleridge. É um dos mestres da literatura do fantástico, ombreando, por exemplo com Edgar Alan poe.

 

Samuel Taylor Coleridge nasceu em  Inglaterra em 1772 e faleceu em 1834. A sua vida foi repleta de escândalos com mulheres e adição a drogas e álcool. Tinha uma queda ou um fraquinho por mulheres de nome  Sarah.

 

Neste poema, ele narra a história de um marinheiro que conta as suas peripécias a um convidado num casamento. Tudo acontece quando o velho marinheiro mata um albatroz- ave que é sinónimo de bom augúrio. Com esse ato, ele condena à morte a tripulação do seu navio.

 

Ao mesmo tempo, ele é condenado á morte em vida e não é por acaso que o seu  interlocutor no casamento julga estar a falar com um fantasma.

 

Trata-se de um poema épico, tal como  temos alguns na Literatura cá do burgo, ou não fossemos nós, Portugueses, aqueles que demos novos mundos ao Mundo.

 

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